Artigo traduzido de: Creation 22(2):33–37. Março de 2000. Título original: “After devastation… the recovery”. Copyright Creation Ministries International Ltda. Usado com permissão.

Região do Monte Santa Helena, com o próprio Monte em terceiro plano. Foto de Keith Swenson, usada com autorização.

Por Keith Sweson* e David Catchpoole**

Tradução de Gabriel B.H. Lisboa e Daniel Ruy Pereira.

Revisão de Jadson Oliveira.

Quando o Monte Santa Helena entrou em erupção em 18 de Maio de 1980, os resultados da devastação da área ao redor do vulcão deixaram muitas pessoas pasmas ao verem no que havia se tornado a área de 500 km² de puro verde, claros córregos de montanhas e lagos tranquilos: uma monótona área coberta de cinzas, um deserto de madeira apodrecida, muita lama e uma avalanche de detritos. Logo após a erupção, o então presidente americano Jimmy Carter comparou a região a uma paisagem lunar. Os cientistas que estudaram a área devastada se referiram a uma “paisagem aparentemente estéril” (1), lamentando que esta “já não poderia mais se recuperar durante nosso tempo de vida” (2) e especulando que seria “impossível até mesmo para os insetos viverem ali de novo.”(3)

Previsões pessimistas equivocadas

Os cientistas que foram estudar a região devastada logo concluíram que as previsões pessimistas iniciais de uma terra totalmente inerte eram na maioria infundadas (4). Por exemplo, dentro de apenas 3 anos, 90% das espécies de plantas foram achadas crescendo dentro da zona de erupção (5). Como se mostra evidente pelas fotos de “antes e depois” neste artigo (originalmente foram incluídas mais fotografias neste artigo), a resistência inerente da criação foi muito subestimada.

O retorno da vida – os detalhes

No entanto, muitas espécies foram completamente extintas da região do Monte Santa Helena por causa da erupção. Enquanto muitos vulcões explodem para cima, o Monte Santa Helena inicialmente explodiu para os lados, expelindo sua lava sobre a paisagem florestal ao norte. Apelidado de “stonewind”, a explosão de vapor terrestre avançou rapidamente num arco de 180 graus, percorrendo mais de 500 km² de floresta em menos de dez minutos. A extensão da destruição biológica foi surpreendente. A madeira derrubada pela erupção seria suficiente para construir 500.000 casas de três dormitórios. Praticamente todos os musgos, samambaias, arbustos e flores silvestres desapareceram. E não apenas todos os seres vivos do rio Fork Toutle morreram, como também 24km de sua própria extensão também desapareceram! (6) As estimativas de animais mortos feitas pelo WSDG (Washington State Department of Game, Departamento de Caça do Estado de Washington) incluíram 11 milhões de peixes; 1 milhão de pássaros (inclusive 27.000 galiformes); 11.000 lebres; 5.000 veados; 1.500 alces; 1.400 coiotes; 300 linces; 200 ursos negros; 15 cabras montesas (7); 15 pumas (8). Ademais, 57 pessoas foram contadas como mortas ou desaparecidas.

Praticamente todas as espécies de mamíferos de médio a grande porte (9) e presumivelmente todas as espécie de aves (10) da área afetada foram destruídas. Mas muitas voltaram, migrando de outros lugares. Várias espécies foram registradas na área pouco tempo após o evento, provavelmente se alimentando de insetos (registros de equipes que estiveram lá relataram que moscas e outros insetos precederam essas aves) (11, 12). Embora nem todos os insetos migrantes tenham sobrevivido (insetos herbívoros não poderiam sobreviver antes que as plantas começassem a crescer de novo), muitas espécies conseguiram sobreviver – frequentemente consumindo seus companheiros, vivos ou mortos. Os fortes ventos trouxeram milhões de “aranhas planadoras” (13), sementes e esporos de fungos.

Quando a vegetação voltou a crescer, mamíferos herbívoros, como os alces, repovoaram a zona de erupção. Estes, sendo ágeis, podiam se locomover pela região à vontade, apressando a recuperação de plantas, já que seu esterco continha nutrientes vindos de fora da área devastada. Castores da floresta vizinha seguiram os cursos d’água que iam até à região. Incrivelmente, salmões e trutas que estavam no Oceano Pacífico na hora da erupção (sendo apenas tolerantes à água gelada, limpa e bem oxigenada), conseguiram, com sucesso, se locomover pelos cursos de águas lamacentas e repletas de cinzas, em sua época de desova (14).

Embora milhões de organismos que viviam sobre o solo tenham sido destruídos, muitas formas de vida dentro da área devastada sobreviveram à fúria da erupção (15). Como? Formigas sobreviveram em suas colônias subterrâneas (16), salamandras na madeira macia de toras em decomposição, peixes em lagos congelados; as raízes das plantas foram protegidas do calor infernal pelo solo e pela neve acumulada. Apesar de um grande número desses seres ter sucumbido posteriormente no implacável ambiente pós-erupção, alguns sobreviveram e se reproduziram. Na verdade, os ecologistas reconhecem que a presença desses “inesperados sobreviventes” acelerou muito a recuperação. As áreas aquáticas foram as que se recuperaram mais rapidamente. Pelo menos 10 das 16 espécies originais de anfíbios (sapos, rãs e salamandras) sobreviveram à erupção (17). Sapos e outros anfíbios sobreviventes se expandiram rapidamente pela paisagem em recuperação, estabelecendo grandes populações reprodutoras em meados da década de 1980.

Atualmente, a diversidade de espécies (por exemplo, de pássaros [18]) vivendo na área devastada pela erupção do Monte Santa Helena em maio de 1980 está se aproximando dos índices pré-erupção. As espécies de pássaros e animais que ainda não retornaram são espécies que preferem habitats de floresta mais antigos. Mesmo que provavelmente leve cerca de 200 anos para o retorno das condições naturais do local da erupção (se não ocorrerem outros distúrbios), o Monte Santa Helena tem forçado os ecologistas a repensarem suas teorias de “sucessão” ecológica. Isto porque eles encontraram tanto espécies “pioneiras” quanto espécies de “clímax” crescendo lado a lado!

Imagem panorâmica da área afetada. Embora a destruição seja grande, ainda se vê muitas espécies vegetais prosperando. Foto de Keith Swenson, usada com autorização.

Monte Santa Helena e o Dilúvio Global

Observar o retorno de vida ao Monte Santa Helena pode nos fornecer algumas ideias a respeito do retorno de vida após o Dilúvio de Noé. Ambos foram cataclismas geológicos envolvendo extremo vulcanismo (Genesis 7:11), enchentes e destruição da vida – um em escala local, o outro em escala global. Em ambos os casos, organismos sobreviveram e repopularam a paisagem pós-destruição. Considere:

  1. Muitas espécies foram completamente dizimadas na área de erupção, particularmente os pássaros e grandes mamíferos terrestres (como os alces e veados).

No Dilúvio, tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, na terra seca, morreu, sobrevivendo apenas os que embarcaram na arca. No monte, essas espécies retornaram à paisagem destruída por meio migrações oriundas de além da zona de destruição. Depois do Dilúvio global, os animais migraram para fora do local de repouso da Arca, repopulando a Terra.

Curiosamente, as taxas de reprodução dos alces (grandes herbívoros) no início do período pós-erupção do Santa Helena estavam entre as maiores já vistas, provavelmente por causa da disponibilidade de forragem de alta qualidade, proveniente da vegetação em recuperação. A taxa de sobrevivência da prole também aumentou, provavelmente refletindo um baixo número de predadores, que apenas voltaram ao local depois do aumento no número de herbívoros.

Assim como a pressão da caça trouxe os alces para a zona do Monte Santa Helena (as autoridades locais puseram restrições à caça na região da área devastada), as populações humanas pós-dilúvio, conforme iam se dispersando a partir de Babel, devem ter induzido às criaturas selvagens a se moverem para regiões mais distantes. Com sua taxa de reprodução muito maior, os herbívoros provavelmente ocuparam as regiões mais distantes da terra antes de nós e dos predadores. Os pássaros, com sua capacidade de voar, provavelmente estavam à frente na dispersão pós-diluviana, assim como em Santa Helena. Isso explica porque pássaros como o moas da Nova Zelândia, que poderiam ter perdido a capacidade de voar devido às mutações (perda de informação genética), foram capazes de sobreviver em números aparentemente grandes – até que predadores migrassem para a área.

É interessante observar que os primeiros animais e pássaros que foram recolonizar o Santa Helena devastado eram conhecidos pelos ecologistas como “generalistas”, isto é, capazes de tolerar uma vasta gama de condições ambientais e de alimentos. Entre os mais conspícuos dos colonizadores do Monte Santa Helena estava o corvo, que come quase tudo, incluindo carniça. De volta aos tempos de Noé, foi o corvo quem primeiro deixou a Arca (Gênesis 8:7), semanas antes da pomba conseguir sobreviver na devastação pós-Dilúvio (Gênesis 8:8-12)

  1. Muitas espécies – plantas, micróbios, insetos, anfíbios e criaturas aquáticas – sobreviveram na região abalada, se não na forma adulta, como sementes, esporos, ovos e/ou larvas.

Vale ressaltar que Deus trouxe apenas aves e animais terrestres para a arca. O caso de Santa Helena nos mostra que espécies que não foram levadas para dentro da Arca podem realmente sobreviver a cataclismas geográficos.

Apesar de muitas plantas, anfíbios e peixes terem morrido na erupção (como, sem dúvida, ocorreu no Dilúvio, de acordo com as evidências fósseis), muitos sobreviveram para reproduzir. Quanto aos insetos, sabe-se que existem bilhões deles na coluna de ar, mesmo a grandes altitudes como 4.500m (19, 20). E mesmo que a maioria não sobrevivesse aos 40 dias de chuva, muitos poderiam ter sobrevivido se apoiando em troncos de árvore que boiavam.

Até mesmo insetos mortos, com suas carcaças, poderiam servir de fonte de alimento para sobreviventes e nutrientes para a vegetação que brotaria logo após o Dilúvio. E, assim como no Spirit Lake (veja anexo abaixo), os micróbios provavelmente ajudaram a restaurar lagos e mares pós-diluvianos vulcanicamente degradados. Os animais da arca poderiam ter migrado gradualmente da região do monte Ararat para um local já preparado, abundante em vida microbial, vegetal, insetos e vida aquática.

Resiliência da Criação

A conclusão a ser tirada do caso Santa Helena evidencia a extrema capacidade de resiliência da criação. Os céticos frequentemente argumentam que uma catástrofe global, como o Dilúvio, não permitiria uma recuperação em um curto espaço de tempo, como o da cronologia bíblica. O Monte Santa Helena, porém, demonstra o quão rápida e eficaz uma recuperação natural pode ser. Portanto, após o Dilúvio de Noé, a regeneração e repopulação da terra poderia acontecer em um curto intervalo de tempo. Exatamente como diz a Bíblia.

Um ambiente recuperado rapidamente. Essa foto nem parece, mas foi tirada da área outrora devastada do Santa Helena. Foto dde Keith Swenson, usada com autorização.

Referências e notas

(1) Franklin, J.F., MacMahon, J.A., Swanson, F.J., Sedell, J.R., Ecosystem responses to the eruption of Mount St. Helens, National Geographic Research 1(2):198, 1985.

(2) Lumsden, R., 1997 Mount St Helens Field Study Tour, Institute for Creation Research, CA, USA, p. 30, 1997.

(3) Adams, A.B., Leffler, S., Insect recolonization of the northwest sector of the Mount St. Helens blast zone, in Keller, Ref. 4.

(4) Keller, S.A.C. (ed.), Mount St. Helens — five years later, Cheney, WA: Eastern Washington University Press, USA, p. 307, 1986.

(5) Ref. 1, p. 198.

(6) Um morador das proximidades do Rio Toutle descreveu uma correnteza de lama passando por sua casa na tarde de 18 de maio de 1980, como tendo a consistência de concreto não solidificado e parecendo como “a passagem de uma praia arenosa” com “peixes pulando sobre ela”. Outros observadores notaram salmões e trutas pulando no Toutle; a água subitamente aqueceu dos costumeiros 7,2°C para mais de 32,2°C.

(7) Cabras montesas das Olympic Montains foram realocadas para a área do Monte Santa Helena em 1972 pelo Departamento de Caça do Estado de Washington (WSDG), e sabe-se que ocasionalmente costumavam perseguir turistas. Todas as 15 cabras morreram na erupção.

(8) Carson, R., Mount St. Helens: The Eruption and Recovery of a Volcano, Sasquatch Books, Seattle, USA, p. 83, 1990.

(9) Andersen, D.C., MacMahon, J.A., The effects of catastrophic ecosystem disturbance: the residual mammals at Mount St. Helens, Journal of Mammalogy 66(3):587, 1985.

(10) Estima-se que aproximadamente 80 espécies de pássaros estariam presentes na zona de erupção durante o mês de maio (residentes permanentes, residentes de inverno e alguns migradores). Veja a ref. 18.

(11) Frenzen, P. and Crisafulli, C., Biological Responses to the 1980 eruptions of Mount St Helens, (ficha informativa fornecida por Mount St Helens National Volcanic Monument), p. 4, 1990.

(12) Edwards, J.S., Crawford, R.L., Sugg, P.M., Peterson, M.A., Arthropod recolonization in the blast zone of Mount St Helens, in: Keller, Ref. 4.

(13) Muitas espéceis de aranhas são levadas pelo vento em um processo chamado “balonismo”. Um longo fio de seda é lançado ao ar e age como uma pipa ou balão, que pode transportar a aranha por centenas de quilômetros. Entomólogos identificaram (veja a ref. 12, p. 332) mais de 75 espécies de aranhas voando para as planícies esburacadas ao redor do Monte Santa Helena, e estima-se que dois milhões de aranhas tenham caído por quilômetro quadrado por dia, de junho a outubro de 1983.

(14) Lucas, R.E., Recovery of game fish populations impacted by the May 18, 1980 eruption of Mount St Helens: winter-run steelhead in the Toutle River watershed, in: Keller, Ref. 4.

(15) Ref. 8, p. 88.

(16) Sugg, P.M., Arthropod populations at Mount St Helens: survival and revival, in: Ref. 4.

(17) Estimativas baseadas em dados de Karlstrom, E.L., Amphibian recovery in the North Fork Toutle River debris avalanche area of Mount St Helens, in: Keller, Ref. 4 (modificadas com base em informações adicionais).

(18) Comparações “antes-e-depois” do número de espécies de pássaros no Monte Santa Helena devem levar em conta a variação sazonal. Como mencionado na ref. 10, estima-se que 80 espécies de pássaros estavam presentes na hora da erupção. Asikainen, M., Birds of Mount St Helens (checklist), Mount St Helens National Volcanic Monument, 1996, relata que, em 1996, 118 espécies de pássaros, 80 das quais eram espécies não migratórias, eram regularmente observadas na zona de erupção!

(19) Coad, B.R., Insects captured by airplane are found at surprising heights, Yearbook of Agriculture, U.S. Dept. Agr., pp. 320–323, 1931.

(20) Hardy, A.C., Milne, P.S., Studies in the distribution of insects by aerial currents, Experiments in aerial tow-netting from kites, Journal of Animal Ecology 7:199–229, 1938.

Anexo: A morte e recuperação do Spirit Lake

Na manhã de 18 de maio de 1980, o Lago Spirit, um lugar calmo e bonito, foi praticamente destruído. Cerca de um terço da avalanche de detritos atingiu diretamente essa verdadeira joia azul, fazendo sua água subir mais de 240 metros nas encostas da montanha ao norte, atingindo a vegetação de uma floresta bem velha, incluindo milhões de árvores. Quando essa sopa orgânica voltou, foi para uma nova bacia, elevando a mais de 60 metros de seu nível original. Vapores originados de detritos vulcânicos em águas ferventes na margem sul do lago, de rochas vulcânicas além de cinzas condensavam-se ou misturavam-se às águas das chuvas. As primeiras equipes de helicópteros se diziam incapazes de achar o lago. Elas não o reconheceram com sua superfície coberta por troncos e rochas flutuando.

Lago Spirit, que fica dentro da área devastada pela erupção do Santa Helena, visto logo após a erupção, visto do sul. A foto é de 4 de outubro de 1980. Imagem wikipedia.org

Quando cientistas retornaram ao lago Spirit, em Junho de 1980, eles descobriram que a região havia se “transformado num corpo de água corrente, lamacenta e degradada, repleta de troncos e lama” (1). Eles previram que levaria de 10 à 20 anos para retornar às condições químicas e biológicas. Mas, como se viu, isto aconteceu em quase cinco anos. Como pôde ser tão rápido?

Depois da erupção, o lago Spirit se tornou um “paraíso” de micróbios. Suas águas, originalmente frias (10°C) e limpas, se tornaram quentes (32°C) e lamacentas, cheias de restos orgânicos, nutrientes minerais e outros produtos químicos. As bactérias se proliferaram a um grau surpreendente, mais precisamente meio bilhão de células bacterianas por mililitro – “uma das maiores concentrações já registradas em periódicos de microbiologia ambiental” (2). Por um tempo, o nível de oxigênio ficou tão pequeno devido à decomposição, que a atividade no lago poderia suportar apenas seres anaeróbicos. O lago então borbulhava como um caldeirão de dióxido de carbono, metano e sulfeto de hidrogênio, gerados pelas bactérias nesses sedimentos. Para os cientistas visitantes, o odor era insuportável. No entanto, as bactérias anaeróbicas foram cruciais para a decomposição de grandes quantidades de resíduos orgânicos no fundo do lago durante sua fase de recuperação.

A restauração ainda recebeu a ajuda da chuva. Esse afluxo sazonal de água fresca diluiu a concentração de compostos tóxicos, aumentando a concentração de oxigênio. Ventos, ondas e a sazonalidade do lago acentuaram essa produção, permitindo o retorno de micróbios aeróbicos, que absorviam nutrientes da água, ajudando a limpá-la. A transparência da água melhorou, e com o aumento da penetração de luz, o fitoplâncton reapareceu. Eles produziram alimento por fotossíntese, liberando oxigênio. Dentro de apenas cinco anos, a qualidade da água tinha praticamente retornado à sua condição pré-erupção – uma transformação notável.

O mesmo Lago Spirit, visto em Fevereiro de 2005. 25 após a erupção, o lago se recuperou. Imagem Wikipedia.org.

Referências

(1) Larson, D., The Recovery of Spirit Lake, American Scientist 81(2):166, March–April, 1993.

(2) Ref. 1, p. 170.

*Keith Swenson, M.D., é médico praticante em Portland, Oregon. Ele serve na Board of Directors of the Design Science Association, uma organização criacionista sediada em Portland, onde lidera uma excursão didática ao Monte Santa Helena.

** David Catchpoole é bacharel em Ciências Agrícolas B.Ag.Sc. (Hons) pela Universidade de Adelaide e detém um doutorado (Ph.D.) pela Universidade de New England (New South Wales). Seu doutorado investigou a transferência de nitrogênio entre árvores leguminosas, gramíneas associadas e animais ruminantes (cabras).