Pois é, queridos leitores… Acabou o Natal de 2009.

Fui visitar minha vozinha em Avaré. Ceei com minha família e alguns amigos em Santo André e fomos passar o dia 25 lá. Tomei banho de rio, comi churrasco, cural, rosquinha de pinga e mantecal até meu estômago e intestinos começarem a reclamar, mas fiquei muito feliz. Meu pai voltou pra casa, meus primos estavam lá, família unida, natal comemorado. Fiz muitas outras coisas também, coisas que fizeram do Natal de 2009 uma data especial. Mas uma coisa é mais importante que tudo isso.

Jesus nasceu. Sei que você me visita aqui no blog, querido leitor, semana após semana, e lê sobre assuntos variados dentro do espectro luminoso da ciência e da religião. Falamos sobre evolução, criação, seleção natural e coisas que não combinam muito (será que não?) com o Natal. Mas o fato é este: Jesus nasceu. O jeito como você encara este fato histórico é que são elas; você pode não acreditar nele ou não enxergá-lo como eu faço, mas não pode ignorá-lo. Está lá no seu calendário. Jesus nasceu, não importa a data. E mudou a história toda, o Ocidente todo. Mas, mais do que isso, Ele mudou minha vida.

Jesus é o motivo deste blog. É o motivo pelo qual eu passo este tempo escrevendo aqui; porque procuro melhorar a forma e estilos de escrever e traduzir. Faço isso por Ele. Mas faço isso também por você, querido leitor. Para que você pense nele. Para que você considere a única possibilidade que, de fato, importa: entregar seu destino a Ele. Afinal, olhando por um outro prisma, é Ele quem faz a seleção daqueles que entram em Seu Reino, seleção esta que não é baseada na probabilidade de sucesso na luta pela sobrevivência, mas em Sua aptidão e méritos, Sua graça, isto é, no favor que Ele nos fez, não merecido por nós, de nos livrar do pecado que nos leva à morte.

Morte… Importante tanto para a Teoria de Darwin como para o Evangelho de Jesus. Na primeira, aumenta a complexidade da vida – os que conseguem retardá-la ao máximo passam seus genes à prole. No segundo, revela a simplicidade da vida, e descortina sua continuidade, em uma de duas possibilidades, céu ou inferno, que  são o destino final cuja ida jaz sobre um único ato: o reconhecimento do que o Filho de Deus fez por nós. Não tem nada a ver com seus genes ou com sua aptidão. Não precisa ser o mais apto, pois o Único apto é Ele.

O Natal é muito mais que seus símbolos culturais – vinho, peru, chester, Papai Noel, árvore de natal e presente, pisca-piscas na janela e nas casas. Tudo isso é muito bom, lindo e agradável, mas é ainda maior o motivo porque essas coisas existem. Elas existem como parte da comemoração pelo nascimento de Jesus Cristo, o Salvador do Mundo.

Mais que isso: o Salvador do meu mundo.

A Ele, dedico este post e, mais uma vez, dedico este blog, para o próximo ano.

Feliz 2010 a todos.

Abraço e Deus abençoe,

Daniel.

PS: Vejam o video abaixo sobre o verdadeiro significado do Natal, da forma mais brasileira possível.

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