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	<title>Considere a possibilidade &#187; designer</title>
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		<title>Considere a possibilidade &#187; designer</title>
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		<title>Assistam: &#8220;Autópsia Animal&#8221;, no NATGEO!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 03:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e notícias]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, queridos leitores!

Acabei de assistir a mais um ótimo programa do National Geographic Channel. Alguns cientistas, entre os quais aparecia Richard Dawkins, faziam a autópsia de uma girafa e, enquanto a dissecavam, analisavam a fisiologia e as estruturas do animal. Quando analisavam a anatomia do seu sistema respiratório, foi ótimo ver o cientista dizendo: &#8220;Foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=496&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Olá, queridos leitores!</p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 261px"><img class="  " title="Programa &quot;Autópsia Animal&quot;, episódio &quot;Girafa&quot;, do National Geographic Channel." src="http://www.natgeo.com.br/files/img/galleries/907-0-1-979/autopsia-de-animales-00033-512x288-la.jpg" alt="Programa &quot;Autópsia Animal&quot;, episódio &quot;Girafa&quot;, do National Geographic Channel." width="251" height="141" /><p class="wp-caption-text">Programa &quot;Autópsia Animal&quot;, episódio &quot;Girafa&quot;, do National Geographic Channel.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Acabei de assistir a mais um ótimo programa do <em>National Geographic Channel</em>. Alguns cientistas, entre os quais aparecia Richard Dawkins, faziam a autópsia de uma girafa e, enquanto a dissecavam, analisavam a fisiologia e as estruturas do animal. Quando analisavam a anatomia do seu sistema respiratório, foi ótimo ver o cientista dizendo: &#8220;Foi incrivelmente bem projetado&#8230; desenvolvido&#8230; evoluído!&#8221; Pena que a dublagem não pegou, mas foi ótimo mesmo. Mais uma demonstração de como, mediante o maravilhoso design de um animal, é impossível não atribuir finalidade e propósito às estruturas, o que força a admissão de um Designer. Melhor ainda foi ver os cientistas tentando explicar que <strong>um nervo</strong> seria &#8220;porcamente&#8221; projetado, porque ele faz um longo caminho do pescoço da girafa até o coração, para voltar, como uma alça. Este mais o por quê da girafa nascer com chifres (cujo desenvolvimento é incompleto) foram os dois únicos exemplos de projeto mal-feito, e convenhamos, não são conclusivos. Pode haver outras explicações. E, embora a conclusão fosse que a girafa está no limite de sua existência como espécie (prestes à extinção), o que é aceito pelo criacionismo sem problemas, o programa ficou recheado de &#8220;carambas&#8221;, &#8220;meu-deus&#8221; e &#8220;puxa-vidas&#8221; referentes à anatomia e fisiologia absolutamente funcionais e solucionadoras de problemas da girafas. Se eles queriam desmerecer o Design Inteligente, só fizeram foi fortalecê-lo. Viva o Designer! E Ele é muito inteligente!</p>
<p style="text-align:justify;">O próximo episódio, <strong>Terça, 22 de dezembro, 22h,</strong> será a dissecção de uma baleia. Não posso perder! O link para as informações e grade de programação segue abaixo:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.natgeo.com.br/especiais/autopsias-animais/" target="_blank">http://www.natgeo.com.br/especiais/autopsias-animais/</a></p>
<p style="text-align:justify;">Aproveitem o show e pensem nos designs.</p>
<p style="text-align:justify;">Abraço e Deus abençoe,</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/considereapossibilidade.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/considereapossibilidade.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/considereapossibilidade.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/considereapossibilidade.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/considereapossibilidade.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/considereapossibilidade.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/considereapossibilidade.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/considereapossibilidade.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/considereapossibilidade.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/considereapossibilidade.wordpress.com/496/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=496&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Daniel</media:title>
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			<media:title type="html">Programa &#34;Autópsia Animal&#34;, episódio &#34;Girafa&#34;, do National Geographic Channel.</media:title>
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	</item>
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		<title>BANG! A flor-trebuchet</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/05/15/bang-a-flor-trebuchet/</link>
		<comments>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/05/15/bang-a-flor-trebuchet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 15:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[angiospermas]]></category>
		<category><![CDATA[c. canadensis]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 31(2):32-34, mar-mai 2009. Título original: “Bunchberry BANG!”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
por David Catchpoole
 Passeando por uma daquelas imensas florestas de coníferas da América do Norte, em um ensolarado dia de verão, você pode até pensar que, naquele mundo verde ao seu redor, nada demais pode acontecer.
Porém, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=323&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font size="1"><em>Artigo traduzido de: Creation <b>31</b>(2):32-34, mar-mai 2009. Título original: “Bunchberry BANG!”. Copyright</em> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</font></p>
<p align="justify"><i>por</i> <b><i>David Catchpoole</i></b></p>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image3.png"><img style="display:block;float:none;margin:0 auto 5px;" title="Foto de Joan Edwards." alt="Foto de Joan Edwards." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb3.png?w=466&#038;h=353" width="466" height="353" /></a> Passeando por uma daquelas imensas florestas de coníferas da América do Norte, em um ensolarado dia de verão, você pode até pensar que, naquele mundo verde ao seu redor, nada demais pode acontecer.</p>
<p align="justify">Porém, pesquisadores descobriram que a planta <i>Cornus canadensis</i>, uma flor típica da taiga norte-americana (1), que cobre o chão dessas florestas, não perde tempo na hora de desabrochar.</p>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image4.png"><img style="display:inline;margin:5px 10px 0 0;" title="Foto de Joan Edwards. Repare nas pequenas inflorescências - são elas que &quot;explodem&quot;." alt="Foto de Joan Edwards. Repare nas pequenas inflorescências - são elas que &quot;explodem&quot;." align="left" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb4.png?w=331&#038;h=280" width="331" height="280" /></a> Usando uma câmera de alta velocidade, os pesquisadores mostraram que a <i>C. canadensis</i> pode abrir suas pétalas, catapultando o pólen ao ar, em <i>menos de 0,4 milissegundos</i>! (2,3) Isso é mais rápido que o salto das cigarrinhas (cercopídeos – 0,5-1,0 milissegundo), (4,5) o ataque de uma espécie de lagosta-boxeadora (2,7 milissegundos) (6,7), a abertura explosiva dos frutos de <i>Impatiens </i>(2,8-5,8 milissegundos) (1,3), o ataque da língua de um camaleão (50 milissegundos) (8,9), e o fechamento da planta carnívora <i>Dionaea muscipula</i> (100 milissegundos) (10,11).</p>
<p align="justify">“Muitas pessoas pensam nas plantas como estáticas e sedentárias”, disse Joan Edwards, um dos pesquisadores. “Nós ficamos surpresos com a rapidez com que essa flor se abre.” (12) E têm mesmo razão para ficar. Os pesquisadores começaram usando uma câmera de alta velocidade que tira <i>1000 fotos por segundo –</i> mas as imagens ficaram borradas, indicando que a câmera era <i>lenta demais</i>! Somente quando usaram uma câmera superveloz, que tira <i>10.000 fotos por segundo</i>, eles conseguiram capturar no filme exatamente o que acontece quando a <i>C. canadensis</i> “explode” (13).</p>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image5.png"><img style="display:block;float:none;margin:0 auto 10px;" title="Foto por A. Acosta, J. Edwards, M. Laskowski e D. Whitaker, veja a ref. 2." alt="Foto por A. Acosta, J. Edwards, M. Laskowski e D. Whitaker, veja a ref. 2." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb5.png?w=398&#038;h=393" width="398" height="393" /></a> Quando as flores se abrem, em uma explosão, as pétalas se separam rapidamente (dentro dos primeiros 0,2 milissegundos) e lançam-se para trás, fora do caminho dos estames, que carregam o pólen. Esses estames então se abrem e aceleram-se a cerca de 2400 vezes a força da gravidade – aproximadamente 800 vezes a força que os astronautas experimentam durante um lançamento (14) – catapultando os grãos de pólen ao ar “a uma altura impressionante de 2,5 cm”. Embora a primeira vista isso não pareça muito, as flores têm apenas poucos milímetros de altura [menos de 1/10 de uma polegada (2,54cm)]. Por isso, deve-se dizer, essa é uma façanha equivalente a nós lançarmos uma rocha ao topo de um edifício de seis andares (12)!</p>
<p align="justify">Na verdade, as pessoas aprenderam a realizar tais façanhas – através do uso de aparelhos como o <i>trebuchet</i> (Figura 1), um lançador de projéteis especializado, usado nas guerras medievais (15). O <i>trebuchet</i> foi engenhosamente projetado, usando princípios da física (alavancas) para impulsionar objetos (e, às vezes, pelo que se diz, um infeliz negociador&#8230; (16)) muito mais longe e muito mais rápido que uma simples catapulta.</p>
<p align="justify">É intrigante que as anteras da <i>C. canadensis</i> assemelham-se, e funcionam como,<img style="display:inline;margin:0 0 0 15px;" title="Nos tempos medievais, o trebuchet era usado nas guerras. A força e poder fornecidos por um grande trebuchet seriam suficientes para lançar objetos muito pesados nas posições inimigas - pesados o suficiente para inflingir danos em paredes fortificadas, por exemplo. Algumas ilustrações de trebuchets medievais até retratam um infeliz negociador sendo lançado além das paredes do castelo por onde ele havia entrado! Fala-se que os trebuchets eram usados para catapultar pessoas mortas e animais em castelos e fortalezas, com o intuito de espalhar doenças. Foto istockphoto." alt="Nos tempos medievais, o trebuchet era usado nas guerras. A força e poder fornecidos por um grande trebuchet seriam suficientes para lançar objetos muito pesados nas posições inimigas - pesados o suficiente para inflingir danos em paredes fortificadas, por exemplo. Algumas ilustrações de trebuchets medievais até retratam um infeliz negociador sendo lançado além das paredes do castelo por onde ele havia entrado! Fala-se que os trebuchets eram usados para catapultar pessoas mortas e animais em castelos e fortalezas, com o intuito de espalhar doenças. Foto istockphoto." align="right" src="http://creation.com/images/fp_articles/2007/5081trebuchet.jpg" /> <i>trebuchets</i> em miniatura. A carga (o pólen na antera) é atada ao braço lançador (filete) por uma “dobradiça” flexível, que conecta a antera ao topo do filamento. Depois que as pétalas se abrem, a tensão dos filamentos se desfaz, liberando energia elástica, a rotação da antera sobre o topo do filamento acelera o pólen a sua máxima velocidade vertical e o lança, arremessando o pólen para cima (3).</p>
<p align="justify">É claro&#8230; Sabendo que o <i>trebuchet</i> medieval foi inteligentemente <i>projetado</i>, poderíamos dizer que a <i>C. canadensis</i> também foi? (E o Designer da <i>C. canadensis</i> teve a ideia primeiro!) De fato, o artigo dos pesquisadores no periódico <i>Nature</i> aparentemente não pôde deixar de usar essa linguagem: “Os estames da <i>C. canadensis</i> são <b>projetados</b> como <i>trebuchets</i> medievais em miniatura&#8230;” (3, grifo nosso).</p>
<p align="justify">Evidentemente é muito difícil imaginar como cada um dos componentes florais poderia ter surgido, em perfeita sincronia, por um possível processo de evolução gradual. “As pétalas abrem-se <b>independentemente</b> da atividade do estame” (17), disseram os pesquisadores – mas por que haveria necessidade de uma rápida abertura das pétalas se o estame-trebuchet, completamente funcional, não estivesse pronto desde o início? De forma inversa, um rápido lançador de pólen seria inútil se as pétalas não desabrochassem a tempo (18).</p>
<p align="justify">Tudo isso aponta (Romanos 1:20) para a conclusão lógica que a explosão da <i>C. canadensis</i> não surgiu por nenhum acidente.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Referências</em></font></h3>
<p align="justify">(1) Veja a ref. GARCIA, Marcelo. Rápida no gatilho. <b>Ciência Hoje On-line</b>, 06 jun 2005. Disponível em: &lt;<a href="http://cienciahoje.uol.com.br/3387">http://cienciahoje.uol.com.br/3387</a>&gt;. Acesso em: 14 mai 2009. Nota do Tradutor: Essa referência não consta no texto original.</p>
<p align="justify">(2) Angell, S., Professors record the world´s fastest plant, Oberlin College News &amp; Features, &lt;<a href="http://www.oberlin.edu/news-info/05may/expflower.html">www.oberlin.edu/news-info/05may/expflower.html</a>&gt;, 12 mai 2005.</p>
<p align="justify">(3) Edwards, J., Whitaker, D., Klionsky, S., Laskowski, M., A record-breaking pollen catapult, <i>Nature</i> <b>435</b>(7039):164,2005.</p>
<p align="justify">(4) Burrows, M., Froghopper insects leap to new heights, <i>Nature</i><b> 424</b>(6948):509, 2003.</p>
<p align="justify">(5) Veja também Catchpoole, D., In leaps and bounds – the amazing jumpings prowess of frogs and froghoppers, <i>Creation</i> <b>30</b>(4):40-41, 2008; &lt;www.creation.com/leaps).</p>
<p align="justify">(6) Patek, S., Korff, W. E Caldwell, R., Deadly strike mechanism of a mantis shrimp, <i>Nature</i><b> 428</b>(6985):819-820, 2004.</p>
<p align="justify">(7) Veja também Sarfati, J., Shrimpy superboxer, <i>Creation</i> <b>30</b>(2):12-13, 2008; (www.creation.com/shrimpy&gt;.</p>
<p align="justify">(8) Snelderwaard, P., de Groot, J. E Deban, S., Digital video combined with conventional radiography creates an excellent high-speed X-ray video system, <i>Journal of Biomechanics</i><b> 35</b>:1007-1009, 2002.</p>
<p align="justify">(9) Sarfati, J., A coat of many colours – captivating chameleons, <i>Creation</i><b> 26</b>(4):28-33, 2004; &lt;www.creation.com/chameleon&gt;.</p>
<p align="justify">(10) Forterre, Y., Skotheim, J., Dumais, J. e Mahadevan, L., How the Venus flytrap snaps, <i>Nature</i><b> 433</b>(7024):421-425, 2005.</p>
<p align="justify">(11) Veja também Sarfati, J., Venus flytrap – ingenious mechanism still baffles Darwinists, <i>Cration</i><b> 29</b>(4):36-37, 2007; &lt;www.creation.com/flytrap&gt;.</p>
<p align="justify">(12) Schirber, M., World´s fatest plant: New speed record set, <i>Live Science</i>, &lt;<a href="http://www.livescience.com/othernews/05012_exploding_pollen.html">www.livescience.com/othernews/05012_exploding_pollen.html</a>&gt;, 12 mai 2005.</p>
<p align="justify">(13) Sohn, E., Fastest plant on Earth, <i>Science News for Kids</i>, &lt;<a href="http://www.sciencenewsforkids.org/articles/20050615/Note3.asp">www.sciencenewsforkids.org/articles/20050615/Note3.asp</a>&gt;, 24 ago 2006.</p>
<p align="justify">(14) N.T.: “O filete é liberado rapidamente, adquirindo uma aceleração de até 24.000 m/s<sup>2</sup> (800 vezes maior do que a necessária para colocar uma nave em órbita).” GARCIA, Marcelo, op. cit., ref. 1.</p>
<p align="justify">(15) Trebuchet.com – the atomic bomb of the Middle Ages, &lt;<a href="http://www.trebuchet.com/">www.trebuchet.com</a>&gt;, 1 dez 2006.</p>
<p align="justify">(16) All about catapults, <a href="http://www.catapults.info/">www.catapults.info</a>, 1 dez 2006.</p>
<p align="justify">(17) Novamente, o grifo é nosso. Ref. 2.</p>
<p align="justify">(18) Os mecanismos de catapulta da língua dos camaleões e das pernas dos cavalos são, da mesma forma, <i>irredutivelmente complexos</i>. Isto é, ambos os sistemas de “abertura” e “lançamento” devem estar completos desde o início para que a “catapulta” funcione – os supostos pequenos passos intermediários da evolução não teriam nenhuma vantagem por si mesmos, porque a seleção natural não os favoreceria.</p>
<p align="justify">Veja a ref. 8 e Sarfati, J., Horse legs: the special catapult mechanism, <i>Creation</i> 25(4):36, 2003; <a href="http://www.creation.com/horselegs">www.creation.com/horselegs</a>.</p>
<p align="justify">N.T. Achei alguns vídeos no site na Nature, sobre a explosão da <em>C. canadensis</em>. Os vídeos estão em câmera lenta. Não consegui publicá-los, então, segue o link para download: <a title="http://www.nature.com/nature/journal/v435/n7039/suppinfo/435164a.html" href="http://www.nature.com/nature/journal/v435/n7039/suppinfo/435164a.html">http://www.nature.com/nature/journal/v435/n7039/suppinfo/435164a.html</a>. Acesso em 15 mai 2009. Abaixo, um vídeo do You tube.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<div style="width:425px;display:block;float:none;margin:0 auto;padding:0;" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7f9f122a-1a20-445a-aeb6-b318f3abe728" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/05/15/bang-a-flor-trebuchet/"><img src="http://img.youtube.com/vi/HrOoV__r-Do/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
<div style="clear:both;font-size:.8em;">Mecanismo de Poliniza&ccedil;&atilde;o da C. canadensis.</div>
</div>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/considereapossibilidade.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/considereapossibilidade.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/considereapossibilidade.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/considereapossibilidade.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/considereapossibilidade.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/considereapossibilidade.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/considereapossibilidade.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/considereapossibilidade.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/considereapossibilidade.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/considereapossibilidade.wordpress.com/323/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=323&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Foto de Joan Edwards.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb4.png" medium="image">
			<media:title type="html">Foto de Joan Edwards. Repare nas pequenas inflorescências - são elas que &#34;explodem&#34;.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb5.png" medium="image">
			<media:title type="html">Foto por A. Acosta, J. Edwards, M. Laskowski e D. Whitaker, veja a ref. 2.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://creation.com/images/fp_articles/2007/5081trebuchet.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Nos tempos medievais, o trebuchet era usado nas guerras. A força e poder fornecidos por um grande trebuchet seriam suficientes para lançar objetos muito pesados nas posições inimigas - pesados o suficiente para inflingir danos em paredes fortificadas, por exemplo. Algumas ilustrações de trebuchets medievais até retratam um infeliz negociador sendo lançado além das paredes do castelo por onde ele havia entrado! Fala-se que os trebuchets eram usados para catapultar pessoas mortas e animais em castelos e fortalezas, com o intuito de espalhar doenças. Foto istockphoto.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/HrOoV__r-Do/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Press&#225;gio&#8221; e a certeza do Fim</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 02:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última vez que peguei um cinema, se me lembro bem, foi para ver Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal – ou seja, há um bom tempo. Motivado pela história, fui ao cinema ver este novo filme, Presságio, estrelado por Nicolas Cage e dirigido por Alex Proyas. E que agradável surpresa! O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=302&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">A última vez que peguei um cinema, se me lembro bem, foi para ver Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal – ou seja, há um bom tempo. Motivado pela história, fui ao cinema ver este novo filme, <em>Presságio</em>, estrelado por Nicolas <a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image.png"><img style="margin:10px 10px 5px 0;" title="Pôster do filme &quot;Presságio&quot;." border="0" alt="Pôster do filme &quot;Presságio&quot;." align="left" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb.png?w=253&#038;h=367" width="253" height="367" /></a>Cage e dirigido por Alex Proyas. E que agradável surpresa! O filme é excelente, os efeitos especiais são perfeitos, o filme é cativante, a trama bem conduzida… e tem a ver com a questão das origens (e fins) e propósito da existência! Logo, mesmo que eu quisesse, não poderia deixar de lado um material tão bom assim. Se você ainda não viu, saiba que, por aí afora, na Internet, o estão comparando ao ótimo <em>Sinais</em>, com Mel Gibson (mas, em minha opinião, é melhor); saiba também que eu vou contar muita coisa do filme. Se Paulo Villaça, ótimo crítico de cinema do site <a target="_blank" href="http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7440&amp;id_filme=1431&amp;aba=critica">Cinema em cena.com</a> – que leio sempre e gosto muito –, não conseguiu analisar o filme sem revelar alguns pontos, quem dirá eu! Mas vou tentar esconder o máximo que puder (1).</p>
<p align="justify">O enredo é bem interessante. Em 1959, em uma escola prestes a ser inaugurada, os alunos fazem desenhos sobre como acham que será o futuro. Entre foguetes, robôs e coisas do tipo, uma das folhas é totalmente preenchida, frente e verso, com números. Todos os trabalhos são lacrados e inseridos em uma “cápsula do tempo”, um conteiner que será aberto 50 anos depois. Isto é, hoje.</p>
<p align="justify">Nicolas Cage interpreta John Koestler, professor de astrofísica do MIT e filho de um pastor protestante. Mas Koestler perdeu sua fé depois de perder a esposa, em um acidente de carro, e cria o filho sozinho. Filho que, aliás, estuda naquela escola…</p>
<p align="justify">No dia da abertura da cápsula o tempo, o envelope com aqueles números cai nas mãos do filho de Koestler, que o entrega ao pai. Primeiro, ele não dá a mínima. Depois, é atraído por uma sequência particular: 0911012996. Ele percebe que é uma data: 11 de setembro de 2001. Dia do atentado terrorista no <em>World Trade Center</em>, que somou 2996 vítimas. Exatamente o número escrito! Olhando para o tela do Google, Koestler exclama algo como: “Você só pode estar brincando!” Ele continua a verificar as sequências e percebe que elas são as datas de tragédias e números de mortos que ocorreriam nos próximos 50 anos. E, dos números, o último é o mais intrigante: fala a data e o número de mortos da última tragédia prestes a acontecer: “EE&quot; – <em>everyone else</em>, “todo mundo”. E isso está além da intervenção humana.</p>
<p align="justify">Koestler tem sua fé no Acaso não só desafiada, como demolida. Como é de se esperar, ficou atônito quando descobriu que seu deus não existia, e que seu pai estava certo. E esse vai ser o centro do meu post. Porque o “ateísmo indica força de espírito, mas até certo grau somente.” (2) É preciso coragem para deixar de crer em Deus, mas teimosia para continuar descrendo. Os sinais de Sua existência são abundantes e variados.</p>
<h3><strong><em><font color="#0080ff">A origem e o fim</font></em></strong></h3>
<p align="justify">A questão do fim está intimamente relacionada à das origens, porque as coisas só terminam porque têm um começo. Mas não começam porque têm um fim. Isso é m<a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image1.png"><img style="display:inline;margin:5px 0 0 10px;" title="Tudo tem um começo... Foto stock.xchng." alt="Tudo tem um começo... Foto stock.xchng." align="right" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb1.png?w=240&#038;h=160" width="240" height="160" /></a>uito importante. </p>
<p align="justify">No filme Koestler pergunta aos seus alunos no que eles creem: em um propósito por trás de tudo – em um <em>Designer Inteligente –</em>, ou que as coisas simplesmente acontecem – por acaso. Ele mesmo é do segundo grupo. Mas é incoerente em seu próprio discurso. Há muitas evidências a favor do <em>Designer. </em>Engana-se quem acha que os crentes creem só porque crer é bonito e agradável, e fornece uma esperança. Embora haja pessoas assim, cremos porque é óbvio. Não se pode negar o óbvio. Ninguém nega a existência de átomos ou de elétrons. Não é preciso vê-los para saber que existem.</p>
<p align="justify">Logo, se há um Designer, um Projetista, quer dizer que Ele nos projetou e criou, direta ou indiretamente. Se for só um projetista tudo bem. O problema é se Ele for um Ser moral, com o conceito modelar de justiça e retidão, e exigir isso de suas criaturas, de seus projetos executados. Se Ele for assim, precisamos corresponder ao seu padrão, e isso pode ser assustador, não? Mais assustador ainda é perceber que nosso conceito de moralidade e justiça precisam ter vindo de alguém que tenha produzido esses conceitos originais: o próprio Designer. Por isso evitamos tanto falar do fim do mundo, pois isso significa, em última instância, olhar para o Designer e ser cobrado por Ele. Mas não podemos fugir para sempre do debate.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Famigerado fim do mundo</em></font></h3>
<p align="justify">“É possível que nenhum outro século tenha sido tão obcecado pelo apocalipse quanto este nosso”, diz o teólogo Luiz Felipe Pondé (3). E ele tem razão absoluta. Nunca a humanidade falou tanto em seu fim <strong>fora das igrejas</strong>. Aquecimento global, inverno nuclear, desestabilidade social, guerra mundial… Além, é claro, dos cataclismas: meteoros que podem colidir em nosso planeta, a morte do sol (daqui há bilhões de anos), a extinção da espécie humana. Nossa sociedade é uma sociedade que frequentemente pensa em termos de fim. O alto interesse da NASA em explorar Marte é justamente um investimento no longo prazo. As campanhas de preservação do meio ambiente também. Afinal, todos sabemos que a Terra não vai aguentar o homem aqui pra sempre.<a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image2.png"><img style="display:inline;margin:5px 0 5px 5px;" title="Todos sabemos que existe fim da linha... Só não queremos pensar nele. Foto stck.xchng" alt="Todos sabemos que existe fim da linha... Só não queremos pensar nele. Foto stck.xchng" align="right" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb2.png?w=240&#038;h=160" width="240" height="160" /></a> </p>
<p align="justify">Ou seja, querido leitor, cientifi-camente, socialmente ou biblica-mente, o mundo vai acabar. A questão é <em>quando</em>.</p>
<p align="justify">Se você tem fé cega no <em>uniformitarismo</em>, que as forças naturais sempre foram e sempre serão constantes, não precisa se desesperar porque vai demorar uns bilhões de anos até isso acontecer. A menos que o <em>catastrofismo</em> (que fala de eventos <em>imprevisíveis – </em>e grife bem essa palavra – ocorrendo de vez em quando, como os <em>tsunamis</em> de 2004) esteja certo. Se bem que nosso amanhã é tão imprevisível que não sei se este é o meu último post. Todos podemos morrer hoje. Então, a data do fim do mundo não importa tanto assim, já que, para o indivíduo, cada dia pode ser o último. Isso te faz pensar um bocado… Se você parar para pensar.</p>
<h3><strong><em><font color="#0080ff">Quando é o fim do mundo?</font></em></strong></h3>
<p align="justify">No filme, Koestler descobre a data do fim do mundo, mas nós nunca saberemos qual é o dia. A Bíblia é bem coerente quando diz que “quanto ao dia e à hora ninguém sabe” (Mateus 24:36). E, bem da verdade, Jesus nem julgou necessário que soubéssemos isso. Porque o que importa é estar preparado para o imprevisível. A pergunta “quando é o fim” tem a seguinte resposta. “Depende. O seu fim, ou o fim do mundo? Os dois são imprevisíveis!”</p>
<p align="justify">Mas o cerne do ensino de Jesus é que o fim do mundo é decidido no presente (4). Como aparece no finzinho do filme, a salvação só está disponível para os “eleitos”, para aqueles que “ouviram o Chamado”. E mesmo os eleitos precisam decidir se vão obedecer o chamado ou ficar parados, olhando. Veja o que Jesus disse sobre isso:</p>
<blockquote><p align="justify">Quando o Filho do Homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.</p>
<p align="justify">Então dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai!Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram.’</p>
<p align="justify">Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’</p>
<p align="justify">O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.’” (Mateus 25:31-40)</p>
</blockquote>
<p align="justify">Na sequência, o Rei Jesus faz o inverso com os que estão à sua esquerda, porque não fizeram essas coisas. É claro que essa ilustração não fala que você será salvo pelas suas boas obras (afinal, os que são recompensados sequer sabiam porque estavam sendo recompensados. Agiram sem pensar em benefício próprio), porque a base da salvação é a fé em Jesus. Essa parábola ensina que a atitude que temos hoje determina como será o fim do mundo para nós.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Conclusão</em></font></h3>
<p align="justify">Presságios não são necessários para saber que o mundo e a civilização estão indo rumo ao seu fim. Basta olhar para ele e perceber isso. Além disso, a Bíblia se ocupa em nos preparar para o filme. No filme, há várias referências a ela, há vários conceitos que a ilustram, e até podem ajudar a compreendê-la. Embora o filme não seja bíblico, é bem subjetivo, e encaixa-se perfeitamente em algumas partes da Bíblia, mas o fim do mundo, como retratado no cinema, é assombrosamente similar, em formato, à Palavra de Deus (5).</p>
<p align="justify">Independente disso, a vida de cada um de nós é imprevisível. Hoje pode ser o último dia. Por isso, o fim do mundo é decidido no presente, e a única decisão que pode nos salvar da Desgraça Final, do Juízo Eterno daquele Designer que nos criou e perante o qual nos apresentaremos no fim do mundo ou no nosso fim, é nos submeter a Jesus Cristo. Crer nele e no que Ele fez por nós e a única forma de sermos salvos.</p>
<blockquote><p align="justify"><font color="#333333">‘Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.</font></p>
<p align="justify"><font color="#333333">‘Felizes os que lavam as suas vestes, e assim têm o direito à árvore da vida e podem entrar na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira.</font></p>
<p align="justify"><font color="#333333">‘Eu, Jesus, enviei o meu anjo para dar a vocês este testemunho concernente às igrejas. Eu sou a Raiz e o Descendente de Davi, e a resplandecente Estrela da Manhã.’</font></p>
<p align="justify"><font color="#333333">O Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E todo aquele que ouvir diga: ‘Vem!’ Quem tiver sede, venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida.” (Apocalipse 22:12-17)</font></p>
</blockquote>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image3.png"><img style="display:inline;margin:5px 0;" title="Jesus vem! Imagem stock.xchng." alt="Jesus vem! Imagem stock.xchng." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb3.png?w=470&#038;h=377" width="470" height="377" /></a> </p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Referências</em></font></h3>
<p align="justify">(1) Outras análises do filme podem ser encontradas nos seguintes links:</p>
<ul>
<li><a href="http://veja.abril.com.br/150409/p_102.shtml">http://veja.abril.com.br/150409/p_102.shtml</a></li>
<li><a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/04/pressagio-reflexoes-existenciais-e.html">http://tempora-mores.blogspot.com/2009/04/pressagio-reflexoes-existenciais-e.html</a></li>
<li><a href="http://www.christianitytoday.com/movies/reviews/2009/knowing.html?start=2">http://www.christianitytoday.com/movies/reviews/2009/knowing.html?start=2</a></li>
<li><a href="http://reformedmusings.wordpress.com/2009/03/29/knowing/">http://reformedmusings.wordpress.com/2009/03/29/knowing/</a></li>
<li><a href="http://nerd-protestante.blogspot.com/2009/04/pressagio.html">http://nerd-protestante.blogspot.com/2009/04/pressagio.html</a>      <br /><a href="http://www.knowing-themovie.com/">http://www.knowing-themovie.com/</a></li>
<li><a href="http://www.pluggedinonline.com/movies/movies/a0004546.cfm">http://www.pluggedinonline.com/movies/movies/a0004546.cfm</a></li>
<li><a href="http://ptpopcorn.com/index.php/2009/knowing/">http://ptpopcorn.com/index.php/2009/knowing/</a></li>
<li><a href="http://www.catholicnews.com/data/movies/09mv032.htm">http://www.catholicnews.com/data/movies/09mv032.htm</a></li>
<li><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7440&amp;id_filme=1431&amp;aba=critica">http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7440&amp;id_filme=1431&amp;aba=critica</a></li>
</ul>
<p align="justify">(2) PASCAL, Blaise. <strong>Pensamentos</strong>. São Paulo: Escala, [s.d.]. p. 104. (Grandes Obras do Pensamento Universal, v. 61.)</p>
<p align="justify">(3) Citado por BOSCOV, Isabela.<strong> </strong>Loucos pelo apocalipse. <strong>Veja.com</strong>. Disponível em: &lt;<a title="http://veja.abril.com.br/150409/p_102.shtml" href="http://veja.abril.com.br/150409/p_102.shtml">http://veja.abril.com.br/150409/p_102.shtml</a>&gt;. Acesso em: 23 abr 2009.</p>
<p align="justify">(4) Essa tese e desenvolvimento é do excelente CONYERS, A.J. <strong>O fim do mundo: </strong>o que Jesus realmente disse sobre sua segunda vinda. São Paulo: Mundo Cristão, 1997.</p>
<p align="justify">(5) PORTELA, Solano. Presságio: reflexões escatológicas e existenciais, a partir do filme. Blog <strong>O tempora, o mores! </strong>12 abr 2009. Disponível em: &lt;<a title="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/04/pressagio-reflexoes-existenciais-e.html" href="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/04/pressagio-reflexoes-existenciais-e.html">http://tempora-mores.blogspot.com/2009/04/pressagio-reflexoes-existenciais-e.html</a>&gt;. Acesso em: 23 abr 2009.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" /></a>    <br />Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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