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	<title>Considere a possibilidade &#187; datação</title>
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		<title>Considere a possibilidade &#187; datação</title>
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		<title>Como funcionam os m&#233;todos de data&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 23:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 30(2):28-29, junho-agosto 2008. Título original: “How dating methods work”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
por Tas Walker
Certa&#160; vez, em uma aula, usei uma proveta graduada para ilustrar aos meus alunos como funcionam os métodos de datação científica. Meu esquema mostrava uma torneira que pingava diretamente na proveta. Estava [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=305&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em><font size="1">Artigo traduzido de: Creation <strong>30</strong>(2):28-29, junho-agosto 2008. Título original: “How dating methods work”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</font></em></p>
<p><em>por <strong>Tas Walker</strong></em></p>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image4.png"><img style="margin:5px 15px 0 0;" title="Imagem stock.xchng" alt="Imagem stock.xchng" align="left" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb4.png?w=257&#038;h=326" width="257" height="326" /></a>Certa&#160; vez, em uma aula, usei uma proveta graduada para ilustrar aos meus alunos como funcionam os métodos de datação científica. Meu esquema mostrava uma torneira que pingava diretamente na proveta. Estava bem marcada, por isso meu público podia ver que a proveta tinha exatamente 300 ml de água. O diagrama também mostrava que a água pingava a uma taxa de 50 ml por hora. Perguntei: </p>
<p align="justify"><i>– Há quanto tempo a água está pingando na proveta?</i></p>
<p align="justify"><i>– Seis horas – responderam imediatamente alguns deles.</i></p>
<p align="justify"><i>– Muito bom. Como vocês descobriram?</i></p>
<p align="justify"><i>– Dividindo a quantidade de água na proveta (300 ml) pela taxa (50 ml/h).</i></p>
<p align="justify"><i>– Excelente! – disse eu. Vocês veem como é fácil calcular cientificamente a idade de alguma coisa? Todos os métodos de datação que os cientistas usam funcionam exatamente do mesmo modo. Consistem em medir algum fator que está mudando com o passar do tempo.</i></p>
<p align="justify">Os alunos começaram a relaxar quando entenderam que a datação científica não é tão difícil. Então eu os surpreendi: </p>
<p align="justify"><i>– O problema é que seis horas é a resposta errada.</i></p>
<p align="justify">Eles me olharam perplexos e desconfiados.</p>
<p align="justify"><i>– Eu montei esse experimento e posso lhes dizer que a água está pingando há<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Measuring_cylinder_hg.jpg"><img style="display:inline;margin:5px 0 0 15px;" title="Foto Wikipedia.org" alt="Foto Wikipedia.org" align="right" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ab/Measuring_cylinder_hg.jpg/150px-Measuring_cylinder_hg.jpg" width="150" height="351" /></a> apenas <b>uma hora</b>. Vocês podem me dizer o que aconteceu?</i></p>
<p align="justify">Depois de se recuperarem do choque, alguém perguntou: </p>
<p align="justify"><i>– A torneira estava gotejando mais rápido antes?</i></p>
<p align="justify"><i>– Pode ser – respondi.</i></p>
<p align="justify"><i>– A proveta estava quase cheia quando você começou o experimento?</i></p>
<p align="justify"><i>– Talvez. Mas vocês percebem o que estão fazendo? – perguntei – A fim de calcular uma idade vocês fizeram suposições sobre o passado. Vocês assumiram que a taxa sempre foi 50 ml/h e que a proveta estava vazia quando o experimento começou. Baseados nessas suposições vocês calcularam o tempo de 6 horas.</i></p>
<p align="justify">(Balançaram as cabeças afirmativamente.)</p>
<p align="justify"><i>– Vocês ficaram perfeitamente satisfeitos com aquela resposta. Ninguém a desafiou.</i></p>
<p align="justify">(E eles concordaram.)</p>
<p align="justify"><i>– Então, quando eu lhes contei a resposta certa, perceberam o que fizeram? Vocês rapidamente mudaram suas suposições sobre o passado a fim de que concordassem com a idade que eu disse a vocês.</i></p>
<p align="justify">Cada cientista deve primeiro fazer suposições sobre o passado antes que possa calcular uma idade. Se o resultado parece concordar com as suposições, ele o aceita alegremente. Mas se não concordar com outra informação, ele mudará suas suposições para que sua resposta seja coerente.</p>
<p align="justify">Não importa se a idade calculada é muito velha ou muito jovem. Sempre há muitas suposições que um cientista pode fazer para obter uma resposta consistente.</p>
<p align="justify">Subitamente, luzes se acenderam sobre a cabeça de meus ouvintes. Meu público viu, em poucas palavras, como funcionam os métodos de datação (1). A datação científica não é uma forma de medir, mas uma forma de pensar.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<div align="justify">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="471">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="469">
<p><b><font color="#0080ff" size="2"><em>Como os métodos funcionam na prática</em></font></b></p>
<p><font size="1"><em>Uma camada de cinzas vulcânicas na África Oriental, chamada de tufo KBS, ficou famosa por causa dos fósseis humanos encontrados nas suas proximidades (1).</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Usando o método potássio-argônio (K-Ar), Fitch e Miller foram os primeiros a medir a idade do tufo. Mas seu resultado, de 212-230 milhões de anos, não concordou com a idade dos fósseis (elefante, porco, símios e ferramentas), por isso rejeitaram a data. Disseram que a amostra fora contaminada com argônio em excesso (2).</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Usando novas amostras de feldspato e pedra-pomes eles dataram “com segurança” o tufo em 2,61 milhões de anos – o que resolveu maravilhosamente bem o problema.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Mais tarde, essa data foi confirmada por outros dois métodos [paleomagnetismo e traços de fissão (<b>fission-track</b>)], e foi amplamente aceito.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Então Richard Leakey encontrou um crânio (chamado KNM-ER 1470) <b>abaixo</b> do tufo KBS, um crânio que pareceu muitíssimo moderno para ter 3 milhões de anos de idade.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Assim, Curtis e outros re-dataram o tufo KBS usando amostras selecionadas de pedras-pomes e feldspato, e obtiveram uma idade de 1,82 milhões de anos. Essa nova data estava de acordo com a aparência do novo crânio (3).</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Testes de outros cientistas que usaram paleomagnetismo e <b>fission-tracks</b> confirmaram a idade menor.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Então, nos anos 80, apareceu uma nova data, em notável acordo com o tufo KBS, e esta se tornou a mais amplamente aceita.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>Tudo isso ilustra que, contrariamente ao senso comum, os métodos de datação não são o meio principal de se determinar as idades. Os métodos de datação não são precedentes<strong>;</strong> são consequentes. Seus resultados são sempre “interpretados” para concordar com outros fatores, tais como a interpretação evolucionista da geologia e fósseis.</em></font></p>
<p><font size="1"><em><strong>Referências e notas</strong></em></font></p>
<p><font size="1"><em>(1) Para mais informações veja Lubenow, M.L., The pigs took it all, Creation <b>17</b>(3):36-38, 1995; &lt;creationontheweb.com/pigstook&gt;.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>(2) Fitch, F.J. e Miller, J.A., Radioisotopic age determiniations of Lake Rudolf artifact site, Nature <b>226</b>(5242):226-228, 1970.</em></font></p>
<p><font size="1"><em>(3) Curtis, G.H., <b>et al</b>., Age of KBS Tuff in Koobi Fora Formation, East Rudolf, Kenya, Nature<b> 258:</b>395-398, 4 Dezembro 1975.</em></font></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<h3><font color="#0080ff"><em>Referências</em></font></h3>
<p align="justify">(1) Para mais informações, veja: Sarfati, J., Diamonds: a creationist´s Best friend, <i>Creation</i> <b>28</b>(4):26-27, 2006 e Walker, T., The way it really is: little-known facts about radiometric dating, <i>Creation</i> <b>24</b>(4):20-23, 2002.</p>
<p align="justify">Nota do tradutor: Mudei um pouco o estilo do artigo. Ele não parece tanto um conto, mas, em português, o resultado fica melhor assim.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O colapso do &#8220;tempo geol&#243;gico&#8221;</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/03/27/o-colapso-do-tempo-geolgico/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 15:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 23(4):30-34, set 2001. Título original: “The collapse of ‘geologic time’ ”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
Minúsculos halos em madeira carbonificada contam uma história que destrói o conceito de “longas eras”
por Steve Taylor, Andy McIntosh e Tas Walker 
A idade das coisas é crucial no debate concernente à [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=285&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><span style="font-size:xx-small;"><em>Artigo traduzido de: </em><em><em>Creation </em><strong>23</strong>(4):30-34, set 2001</em><em>. </em><em>Título original: “The collapse of ‘geologic time’ </em><em>”. Copyright</em> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</span></p>
<p align="center"><strong><span style="color:#0080ff;"><em>Minúsculos halos em madeira carbonificada contam uma história que destrói o conceito de “longas eras”</em></span></strong></p>
<p align="justify"><em>por<strong> Steve Taylor, Andy McIntosh e Tas Walker </strong></em></p>
<p align="justify">A idade das coisas é crucial no debate concernente à autoridade da Bíblia.</p>
<p align="justify">Muitos dos métodos usados para calcular a idade da Terra, mesmo se nos basearmos nas improváveis afirmações do uniformitarismo (1), estabelecem para as datas limites superiores muito menores que os bilhões de anos necessários para a evolução (2). Os evolucionistas usam bastante a datação radioisotópica (ou radiométrica) das rochas para defender o “tempo geológico” aceito – 4,6 bilhões de anos. Embora a incerteza e a imprecisão, demonstradas nas técnicas de datação radiométrica (veja quadro no fim do artigo, “<em>A Datação radiométrica depende de hipóteses</em>”), sejam inerentes a esses métodos, as idades das formações rochosas, na ordem de milhões ou bilhões de anos, são apresentadas como fato nas escolas, universidades, e pela mídia.</p>
<p align="justify">Todavia, há uma evidência espetacular, mas pouco conhecida, da completa inconsistência da escala de tempo evolucionista, embora, por outro lado, seja inteiramente consistente com o registro bíblico de uma Terra jovem e de um Dilúvio global catastrófico.</p>
<p align="justify">Essa evidência é proveniente dos <strong>radiohalos presentes em madeira carbonificada</strong>. Foi publicada em alguns dos melhores periódicos científicos <em>peer-reviewed </em>(avaliados por especialistas na área, n.t.), e é fortíssima contra os milhões de anos dados pela teoria da evolução, além de nunca ter sido refutada pela comunidade evolucionista.</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">O que são radiohalos?</span></em></h3>
<p align="justify">Radiohalos são descolorações microscópicas, de formato esférico, frequentes em cristais. São abundantemente encontrados em certas rochas terrestres, especialmente na mica presente nos granitos. Em corte transversal, aparecem ao microscópio como uma série de minúsculos anéis concêntricos, geralmente contornando um núcleo central (Figura 1) (3).</p>
<p align="justify">Esse núcleo central é (pelo menos inicialmente) radioativo. Partículas alfa, com alta energia, emitidas do núcleo durante o decaimento radioativo, danificam o mineral, descolorindo-o, com muitos dos danos ocorrendo onde as partículas pararam seu movimento. A distância que viajam depende da energia que carregam. Visto que todas as partículas alfa, em um tipo particular de reação de decaimento, têm a mesma energia, sendo disparadas em todas as direções, forma-se uma concha esférica de descoloração, parecendo circular em corte transversal.</p>
<p align="justify">Imagine que você dispara um projétil em uma imensa placa de cortiça, de grande massa. Em certo momento, a bala vai parar, deixando atrás de si um “rastro” de danos, com o comprimento variando em função da velocidade da bala. Diversas substâncias radioativas disparam partículas alfa (“balas”) a diferentes (porém específicas) velocidades; por isso podemos identificar a substância a partir do diâmetro da “esfera de danos”. Quanto maior a energia do decaimento, maior a velocidade da “bala” (4).</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Radiohalos de urânio</span></em></h3>
<p align="justify">O urânio radioativo produz um bonito halo, multi-anelado, por causa de seu decaimento, em uma série de etapas (Figura 1). Dos 15 isótopos (ou variedades de elementos) dessa “cadeia de decaimento”, oito emitem partículas alfa quando decaem, formando oito anéis (5). É como uma seqüência de armas, cada uma com poder de fogo diferente das outras, disparando uma saraivada de oito tiros. Quando essa saraivada, ou cadeia de decaimento, é disparada milhões de vezes em todas as direções, as balas oriundas das diferentes armas formam oito círculos concêntricos.</p>
<p align="justify">Se, ao contrário do urânio radioativo, o núcleo for composto de um isótopo adiante na cadeia, haverá poucos círculos. Omitir os primeiros e poucos isótopos da série de decaimento seria como remover as primeiras armas de nossa “saraivada”. Assim, é muito simples trabalhar com o isótopo originalmente presente no núcleo, bastando contar os círculos. O Polônio-218 forma três anéis, o polônio-214, dois, e o polônio-210 forma apenas um.</p>
<p align="justify"><img style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;" title="Figura 1. Um radiohalo de urânio totalmente desenvolvido em biotita (mica negra). O campo de visão é de cerca de 80 µm  (0,08mm). Um halo de urânio produz oito anéis, mas alguns anéis são de tamanhos similares e não podem ser facilmente identificados." src="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radioone.jpg" border="1" alt="Figura 1. Um radiohalo de urânio totalmente desenvolvido em biotita (mica negra). O campo de visão é de cerca de 80 µm  (0,08mm). Um halo de urânio produz oito anéis, mas alguns anéis são de tamanhos similares e não podem ser facilmente identificados." width="230" height="292" align="left" /><img style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;" title="Figura 2. Halos elípticos de polônio-210 em madeira carbonificada comprimida. O comprimento da elipse é em torno de 50 µm (0,05 mm)." src="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radiotwo.jpg" border="1" alt="Figura 2. Halos elípticos de polônio-210 em madeira carbonificada comprimida. O comprimento da elipse é em torno de 50 µm (0,05 mm)." width="223" height="292" /></p>
<h3><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;" title="Figura 3. Halos circulares e elípticos combinados indicam que o polônio-210 continuou a decair depois da madeira ter sido comprimida. O diâmetro do halo é de cerca de 50 µm." src="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radiothree.jpg" border="1" alt="Figura 3. Halos circulares e elípticos combinados indicam que o polônio-210 continuou a decair depois da madeira ter sido comprimida. O diâmetro do halo é de cerca de 50 µm." width="264" height="198" /></h3>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Radiohalos em madeira carbonificada</span></em></h3>
<p align="justify">Radiohalos são encontrados em toras de madeira recuperadas das minas de urânio do Platô do Colorado, oeste dos EUA. As toras, parcialmente convertidas em carbono, foram encontradas em rochas sedimentares ricas em urânio, provenientes de três formações geológicas diferentes.</p>
<p align="justify">Algumas dessas formações tiveram suas “idades” previamente identificadas radiometricamente, variando de 55 a 80 milhões de anos (6). Os cientistas Jedwab (7) e Breger (8) descreveram esses halos, e o Dr. Robert Gentry, uma autoridade mundial em radiohalos, revisitou seu trabalho. Fazendo extensa investigação, Gentry publicou seus resultados no prestigioso periódico <em>Science</em> (9), em um livro (10) e em um vídeo (11).</p>
<p align="justify">Muitos dos halos encontrados nessas toras tinham apenas um anel, indicando que o núcleo radioativo contivera polônio-210 – o último isótopo radioativo na cadeia de decaimento do urânio-238. Evidentemente, a madeira estava saturada de soluções ricas em urânio, e certos locais atraíram os átomos de polônio (também presentes nessas soluções), permitindo a formação de pequenos núcleos de polônio-210. Conforme decaíam, esses núcleos deixavam o halo característico do polônio-210.</p>
<p align="justify">Mas as soluções devem ter penetrado as toras relativamente rápido, certamente dentro de um ano ou menos. Como sabemos isso? Porque a meia-vida do polônio-210 é de somente 138 dias. Ou seja, em no máximo 138 dias, metade do polônio-210 presente na amostra decairá para o próximo isótopo “filho” (produto de decaimento) da cadeia. Em outras palavras, a solução teria saturado a madeira dentro de duas ou três meias-vidas, cerca de um ano. Isso não poderia demorar muito, porque em 10 meias-vidas (menos de quatro anos), virtualmente todo o polônio-210 teria desaparecido.</p>
<p align="justify">Somente um dos três isótopos radioativos de polônio foi depositado nas minúsculas manchas radioativas nas toras. Sabemos isso porque apenas um círculo se formou. Os outros isótopos da cadeia de decaimento (polônio-214 e polônio-218) se perderam. Por quê? Porque eles já haviam decaído. Suas meias-vidas são muito curtas (164 milionésimos de segundo e três minutos, respectivamente). Assim, todo o polônio-214 teria desaparecido dentro de um milionésimo de segundo, e todo o polônio-218 teria se dissipado em uma hora – muito antes que aquelas soluções ricas em urânio pudessem saturar as madeiras.</p>
<p align="justify">É significativo que os halos fossem, em sua maioria, <em>elípticos</em>, não circulares (Figura 2). Obviamente, depois que os halos se formaram, as toras de madeira foram comprimidas, esmagando os halos originalmente circulares, transformando-os em elipses.</p>
<p align="justify">Às vezes, um halo circular pode ser visto junto com um halo elíptico (Figura 3). Isso indica que o polônio-210 radioativo continuou a decair do mesmo núcleo, depois que a madeira foi comprimida. Além disso, por causa da meia-vida de 138 dias do polônio-210, discutida acima, menos de quatro anos se passam entre a infiltração da primeira solução na madeira e a sua compressão. (A presença do segundo halo no mesmo lugar mostra que muito menos de quatro anos se passaram antes do evento da compressão, e ainda haveria tempo para produzir <em>outro</em> halo posteriormente.)(12)</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Um evento incrível</span></em></h3>
<p align="justify">A madeira na qual esses pequenos halos elípticos foram encontrados fala da história de um dilúvio devastador que arrancou e esmagou grandes árvores, depositando os escombros juntamente com um enorme volume de sedimentos, por uma área muito extensa. Os halos contam, por si mesmos, a história de um evento geológico incomum. Falam de soluções ricas em urânio saturando toras de madeira em menos de ou um ano, formando minúsculas manchas de polônio, cujo decaimento produz radiohalos <em>circulares</em>, os quais, em um intervalo de tempo muito menor que quatro anos, foram comprimidos e deformados.</p>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image0022.jpg"><img style="display:inline;margin:5px 0;" title="Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image002-thumb2.jpg?w=465&#038;h=433" alt="Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238." width="465" height="433" /></a></p>
<p align="justify"><img style="display:inline;margin:0 10px 0 0;" title="Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238." src="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p34_radiohalo.jpg" border="1" alt="Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238." width="230" height="300" align="left" />Essa história descreve condições geológicas excepcionais – uma sequência de eventos altamente incomum. Em primeiro lugar, em condições normais, “lentas e graduais”, seria preciso muito mais tempo para que sedimentos suficientes se acumulassem sobre a madeira, a fim de deformá-la desse jeito. O que é realmente incrível e importante, porém, é o fato de que esses halos elípticos foram encontrados em <strong>três</strong> formações geológicas diferentes, na mesma região. Os evolucionistas dizem que essas formações representam três diferentes períodos geológicos, de 35 a 245 milhões de anos (13). Mas, para acreditar nessa escala de tempo de milhões de anos, nós precisaríamos acreditar também que essa incrível seqüência de eventos (com todo o seu sincronismo) ocorreu em três épocas diferentes, separadas por intervalos maiores que 200 milhões de anos. É claro que esta é uma situação incrivelmente improvável. Faz muito mais sentido crer que tudo isso ocorreu uma única vez e que todas as formações sedimentares foram depositadas na mesma catástrofe, seguida pelos mesmos movimentos terrestres que causam deformação. Esses halos de polônio colapsam as “longas eras” da geologia, e apontam para o singular Dilúvio catastrófico, registrado na Bíblia. E, pela mesma razão, esses halos também deixam pouco espaço para a crença de numerosos estratos de sedimentação pós-diluviana, como sugerem alguns autores (14).</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Mais evidências favoráveis</span></em></h3>
<p align="justify">Temos a confirmação deste espetacular colapso do tempo geológico analisando, cuidadosamente, os minúsculos núcleos de alguns halos de urânio encontrados nas mesmas amostras de madeira (15). É-nos revelada uma larga quantidade de urânio-238, mas quase nenhum urânio-206 (16). Se os halos tivessem milhões de anos de idade, muito mais “filhos” (produtos de decaimento) deveriam estar presentes. A escassez do elemento filho, usando as mesmas hipóteses sobre as quais a datação radiométrica é baseada, indicaria que os halos têm apenas vários milhares de anos de idade, não milhões. Resultados similares foram obtidos com halos provenientes de todas as três formações geológicas, indicando que todas têm, aproximadamente, a mesma idade. Mais uma vez, os supostos milhões de anos da escala de tempo geológico entram em colapso, dando lugar a apenas uns poucos milhares (17).</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Pegadas de dinossauros</span></em></h3>
<p align="justify">Pegadas fossilizadas de dinossauros são encontradas nessas minas do Colorado. Na <em>Cyprus Plateau Mine</em> (Utah), uma pegada fossilizada de dinossauro foi encontrada na camada de carvão próxima a uma das muitas madeiras carbonificadas do platô. Em <em>Kenilworth Mine</em>, oito diferentes tipos de pegadas de dinossauros foram encontrados.<img style="display:inline;margin:10px 0 5px 10px;" title="Figura 5. Muitas pegadas fossilizadas de dinossauros revelam padrões, que sugerem que as criaturas que as fizeram estavam fugindo de algo; em muitos casos de um provável predador. É improvável que uma superfície macia capaz de receber pegadas retivesse essas impressões, a menos que fosse coberta, de forma relativamente rápida, por sedimentos, como em um dilúvio catastrófico." src="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p33_rundino.jpg" border="1" alt="Figura 5. Muitas pegadas fossilizadas de dinossauros revelam padrões, que sugerem que as criaturas que as fizeram estavam fugindo de algo; em muitos casos de um provável predador. É improvável que uma superfície macia capaz de receber pegadas retivesse essas impressões, a menos que fosse coberta, de forma relativamente rápida, por sedimentos, como em um dilúvio catastrófico." width="281" height="190" align="right" /></p>
<p align="justify">O padrão das pegadas sugere que os animais estavam fugindo de uma catástrofe iminente. Perto dali, um grande cemitério de dinossauros foi encontrado, no <em>Dinosaur National Monument</em> (<em>Vernal, Utah</em>), em sedimentos jurássicos.</p>
<p align="justify">Obviamente, os dinossauros que deixaram essas pegadas não escaparam. A catástrofe os atingiu. O colapso do tempo geológico e a idade recente para as formações rochosas confirmam que esses dinossauros viveram na Terra na mesma época que o homem, há apenas alguns milhares de anos atrás.</p>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Conclusão</span></em></h3>
<p align="justify">Tal evidência científica, publicada em reconhecidos periódicos, é um grande problema para a idéia de “milhões de anos”. Entretanto, é consistente com os vários depósitos fósseis de rochas sedimentares do Platô Colorado, e foi rapidamente assentada pelo catastrófico Dilúvio global descrito na Bíblia, a cerca de 4300 anos atrás. Os dinossauros que deixaram as pegadas no platô, e foram então sepultados e fossilizados nas rochas vizinhas, viveram na mesma época – na mesma época que o homem.</p>
<p align="justify"> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="468">
<tbody>
<tr>
<td width="466" valign="top">
<h6><em><span style="font-size:xx-small;">Séries de decaimento radioativo </span></em></h6>
<p align="justify"><em><span style="font-size:xx-small;">Isótopos radiativos têm uma estrutura atômica intrinsecamente instável, que os faz desintegrar, e por isso as partículas se esvaem. Uma forma de um átomo radioativo pai decair para um átomo filho (ou, produto de decaimento) é através da ejeção de uma partícula alfa do seu núcleo. Às vezes o produto de decaimento também é instável e subsequentemente também decai para outro isótopo instável, e assim por diante, em uma série de etapas – uma “cadeia” de decaimento.</span><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image0011.jpg"><span style="color:#333333;font-size:xx-small;"><img style="margin:5px 0 0 10px;" title="Diagrama 1. A série de decaimento do urânio-238. Oito dos quinze isótopos emitem uma partícula alfa quando decaem. As letras significam o nome do elemento (por exemplo, U para urânio e Po para polônio) e os números indicam a massa dos átomos (por exemplo, 238 unidades de massa atômica)." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image001-thumb1.jpg?w=240&#038;h=189" alt="Diagrama 1. A série de decaimento do urânio-238. Oito dos quinze isótopos emitem uma partícula alfa quando decaem. As letras significam o nome do elemento (por exemplo, U para urânio e Po para polônio) e os números indicam a massa dos átomos (por exemplo, 238 unidades de massa atômica)." width="240" height="189" align="right" /></span></a></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:xx-small;">O isótopo uranio-238 inicia uma cadeia de decaimento que o desintegra passo-a-passo, até chegar a uma forma estável de chumbo. Isso envolve quinze isótopos e quatorze passos (veja o diagrama 1). Isótopos diferentes do mesmo elemento (por exemplo, urânio-238 e urânio-235) têm massa diferente, mas comportamento químico quase idêntico. Uma partícula alfa é um núcleo de hélio com massa de 4 unidades de massa atômicas. Além disso, o decaimento radioativo por emissão de partícula alfa (por exemplo, urânio-238) produz um produto de decaimento (tório-234) que é 4 unidades de massa atômica mais leve.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:xx-small;">A meia-vida de um isótopo radioativo é o tempo necessário para que metade de seus átomos decaia. Isótopos diferentes têm meias-vidas diferentes (por exemplo, a meia-vida do urânio-238 é 4,5 bilhões de anos e a do polônio-218 é de 3 minutos).</span></em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><em></em></h3>
<h3><em><span style="color:#0080ff;">Referências e notas</span></em></h3>
<p align="justify">(1) Bem como a hipótese de constantes taxas de mudança.</p>
<p align="justify">(2) Por exemplo, a quantidade de hélio na atmosfera, o decaimento e rápidas reversões do campo magnético terrestre, a salinidade dos oceanos, a falta de erosão continental e estatísticas populacionais. Um bom resumo é dado por Morris, J.D., <em>The Young Earth</em>, Master Books, Arizona, 1994.</p>
<p align="justify">(3) Radiohalos primários de polônio-218 exigem atenção porque fornecem um registro da radioatividade extinta em minerais constituintes das mais antigas rochas da Terra. Veja Gentry, R.V., <em>Creation’s Tiny Mystery </em>(3 ed.), Earth Science Associates, Tennessee, 1992.</p>
<p align="justify">(4) Obviamente não é uma analogia perfeita, apesar de muito útil – a bala na cortiça deixa danos equivalentes por todo o seu trajeto, diferentemente das partículas alfa, que não causam dano no final, como declarado.</p>
<p align="justify">(5) Os outros decaem por decaimento beta (b), não alfa (a). Note que devido à sobreposição, apenas cinco dos oito anéis de um halo de <sup>238</sup>U são normalmente visíveis.</p>
<p align="justify">(6) Steiff, L.R. <em>et al</em>., A preliminary determination of the age of some uranium ores of the Colorado Plateau by the lead-uranium method, <em>US Geological Survey Circular </em><strong>271</strong>, 1953.</p>
<p align="justify">(7) Jedwab, J., in: Given, P. (Ed.), <em>Coal Science</em>, American Chemical Society, Washington D.C., 1966.</p>
<p align="justify">(8) Breger, I., in: <em>Formation of Uranium Ore Deposits</em>, Proceedings of Symposium in Athens 6–10 May 1974, pp. 99–124, International Atomic Energy Authority, Vienna, 1974.</p>
<p align="justify">(9) Gentry, R.V., <em>Et al.</em>, Radiohalos and coalified wood: new evidence relating to the time of uranium introduction and coalification, <em>Science </em><strong>194:</strong>315–318, 1976.</p>
<p align="justify">(10) Ref. 3, pp. 51–62.</p>
<p align="justify">(11) Gentry, R.V., <em>The Young Age of the Earth</em>, Earth Science Associates LLC, Alpha Productions, 1996.</p>
<p align="justify">(12) Gentry mostra que o segundo halo poderia ter-se formado a partir do decaimento de um isótopo duas etapas anteriores na “cadeia”. Sendo que os isótopos intermediários passam por decaimento beta, e não alfa, as duas possibilidades não podem ser apreendidas a partir do halo. Mas isto apenas esticaria as datas, de um máximo em torno de 4 anos para algo em torno de 22 anos – algo trivial.</p>
<p align="justify">(13) O Eoceno (supostamente 35-55 milhões de anos atrás), o Jurássico (140-205 milhões de anos atrás) e o Triássico (205-245 milhões de anos). Veja refs. 3, p. 56.</p>
<p align="justify">(14) Veja refs. em McIntosh, A.C., Edmondson, T. and Taylor, S., Genesis and catastrophe: the Flood as the major Biblical cataclysm, <em>Journal of Creation</em><strong>14</strong>(1):101–109, 2000.</p>
<p align="justify">(15) Usando fluoresência de raio X (EXMRF) e a mais sensitiva análise de massa com microssonda iônica (IMMA).</p>
<p align="justify">(16) As taxas, de urânio a chumbo, chegam a 64000, indicando que os halos têm apenas milhares de anos de idade. Halos de milhões de anos teriam uma taxa muito menor do urânio ao chumbo. Para detalhes, ver ref 3, pp. 61–62; e ref. 9.</p>
<p align="justify">(17) É quimicamente improvável crer que o chumbo poderia ser lixiviado, deixando o urânio – o contrário é muito mais provável.</p>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="468">
<tbody>
<tr>
<td width="466" valign="top">
<h4><span style="font-size:xx-small;"><em>A datação radiométrica depende de hipóteses </em></span></h4>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>A datação radiométrica depende de três improváveis hipóteses acerca do passado: </em></span></p>
<ol>
<li><span style="font-size:xx-small;"><em>A quantidade do produto de decaimento (isótopo filho) na rocha inicial é conhecida. </em></span></li>
<li><span style="font-size:xx-small;"><em>Não há perda de “pais” ou ganho de “filhos” a partir do momento de formação da rocha (condições de sistema fechado).</em></span></li>
<li><span style="font-size:xx-small;"><em>Taxa de decaimento de “pais” para “filhos” é constante.</em></span></li>
</ol>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>Se essas condições pudessem ser garantidas, o método de datação radiométrica estaria correto. Porém, a menos que uma testemunha ocular tivesse observado a rocha no momento de sua formação, e a tivesse checado constantemente a partir de então, é impossível garantir que essas hipóteses estão corretas. De fato, há <strong>muitos</strong> casos na literatura científica onde as hipóteses um e dois, ainda que feitas de boa fé, têm se mostrado inconfiáveis.</em></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>A constância da taxa de decaimento (suponhamos, três) implica em um parâmetro constante por supostos milhões de anos da história da Terra, embora os cientistas façam medições há apenas um século. Isto é, evidentemente, não apenas destituído de provas, mas também improvável. As taxas de decaimento (que podem variar grandemente hoje sob condições especiais) podem ter sido muito mais rápidas no passado; evidências sugerindo isso estão sendo agora analisadas por um grupo criacionista (1). Um bom exemplo das inconsistências documentadas e inexatidões da datação radiométrica é dada por Woodmorappe. (2).</em></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>(1) Vardiman, L., Snelling, A.A. and Chaffin, E.F. (Eds.), </em><em>Radioisotopes and the Age of the Earth: A Young-Earth Creationist Research Initiative</em><em>, Institute for Creation Research, California, and Creation Research Society, St. Joseph, Mississippi, 2000. </em></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>(2) Woodmorappe, J., </em><em>The Mythology of Modern Dating Methods</em><em>, Institute for Creation Research, California, 1999.</em></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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			<media:title type="html">Daniel</media:title>
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		<media:content url="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radioone.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 1. Um radiohalo de urânio totalmente desenvolvido em biotita (mica negra). O campo de visão é de cerca de 80 µm  (0,08mm). Um halo de urânio produz oito anéis, mas alguns anéis são de tamanhos similares e não podem ser facilmente identificados.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radiotwo.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 2. Halos elípticos de polônio-210 em madeira carbonificada comprimida. O comprimento da elipse é em torno de 50 µm (0,05 mm).</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p32_radiothree.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 3. Halos circulares e elípticos combinados indicam que o polônio-210 continuou a decair depois da madeira ter sido comprimida. O diâmetro do halo é de cerca de 50 µm.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image002-thumb2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p34_radiohalo.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 4. Radiohalos diferentes têm quantidade distinta de anéis, ou círculos. O diâmetro do anel maior é de cerca de 70 µm (0,07 mm) na biotita. Todos os quatro isótopos são da cadeia de decaimento do urânio-238.</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://creation.com/images/creation_mag/vol23/p33_rundino.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Figura 5. Muitas pegadas fossilizadas de dinossauros revelam padrões, que sugerem que as criaturas que as fizeram estavam fugindo de algo; em muitos casos de um provável predador. É improvável que uma superfície macia capaz de receber pegadas retivesse essas impressões, a menos que fosse coberta, de forma relativamente rápida, por sedimentos, como em um dilúvio catastrófico.</media:title>
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		<media:content url="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image001-thumb1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Diagrama 1. A série de decaimento do urânio-238. Oito dos quinze isótopos emitem uma partícula alfa quando decaem. As letras significam o nome do elemento (por exemplo, U para urânio e Po para polônio) e os números indicam a massa dos átomos (por exemplo, 238 unidades de massa atômica).</media:title>
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