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	<title>Considere a possibilidade &#187; criação</title>
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		<title>Considere a possibilidade &#187; criação</title>
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		<title>A Gen&#233;tica n&#227;o &#233; amiga da evolu&#231;&#227;o!</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 12:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 30(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: “Genetics: no friend of evolution”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
Uma bióloga altamente renomada nos conta como as coisas realmente são
por Lane Lester
A genética e a evolução têm sido inimigas desde o início de ambos os conceitos. Gregor Mendel, o pai da genética, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=280&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font size="1"><em>Artigo traduzido de: </em><em><em>Creation </em><strong>30</strong>(3):12–15, jun–ago 2008</em><em>. </em><em>Título original: “Genetics: no friend of evolution</em><em>”. Copyright</em> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</font></p>
<h4 align="center"><b><em><font color="#0080ff">Uma bióloga altamente renomada nos conta como as coisas realmente são</font></em></b></h4>
<p><em>por<strong> Lane Lester</strong></em></p>
<p align="justify">A genética e a evolução têm sido inimigas desde o início de ambos os conceitos. Gregor Mendel, o pai da genética, e Charles Darwin, pai da moderna teoria da evolução, foram contemporâneos. Ao mesmo tempo em que Darwin afirmava que os seres vivos podiam se transformar em outros seres vivos, Mendel mostrava que até mesmo as características individuais permanecem constantes. Enquanto as idéias de Darwin eram baseadas em idéias errôneas e não-testadas a respeito da hereditariedade, as conclusões de Mendel baseavam-se em cuidadosa experimentação. Somente se ignorarmos todas as implicações da genética moderna será possível manter a crença em uma evolução fictícia.</p>
<p align="justify">Para nos ajudar a desenvolver uma nova biologia, baseada na criação, não na evolução, permita-nos fornecer algumas evidências provenientes da genética, baseadas em quatro fontes de variação: o ambiente, a recombinação, a mutação e a criação.</p>
<h3><em><font color="#0080ff">Meio-ambiente</font></em></h3>
<p align="justify">Quando falamos em ambiente, referimo-nos a todos os fatores externos que influenciam um ser vivo durante sua vida. Por exemplo, uma pessoa pode ter pele mais escura que outra simplesmente por estar mais exposta ao sol. Ou outra pessoa pode ter músculos mais desenvolvidos porque se exercita mais. Essas variações causadas pelo ambiente geralmente não têm importância na história da vida, porque elas deixam de existir quando seus portadores morrem; não passam adiante. Em meados do século XIX, alguns cientistas acreditavam que as variações causadas pelo <i>ambiente</i> poderiam ser herdadas. Charles Darwin aceitou essa falácia, e isso sem dúvida facilitou sua crença de que uma criatura pudesse se transformar em outra. Ele também explicou, em parte, a origem do longo pescoço da girafa por causa dos “efeitos herdados pela intensificação do uso das partes”. (1) Em estações de pouco suprimento alimentar, Darwin pensou, as girafas esticariam seu pescoço para alcançar as folhas mais altas, o que supostamente resultou em pescoços mais longos, sendo transmitidos para sua prole.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Recombinação</em></font></h3>
<p align="justify">A recombinação consiste na mistura dos genes, e a razão de as crianças se parecerem tanto com seus pais, mas não serem exatamente como eles. A descoberta dos princípios de recombinação foi a maior contribuição de Gregor Mendel para a ciência da genética. Mendel mostrou que, embora os traços possam ficar escondidos por uma geração, eles não necessariamente foram perdidos, e quando novos traços aparecem é porque os fatores genéticos sempre estiveram lá. A recombinação torna possível haver uma limitada variação dentro das espécies. Mas ela é limitada porque, virtualmente, todas as variações são produzidas por uma mistura, uma recombinação, dos genes que já estão presentes.</p>
<p align="justify">Por exemplo, desde 1800, agricultores buscam incrementar o dulçor do açúcar de beterraba. E eles tiveram muito sucesso. Em cerca de 75 anos de reprodução seletiva foi possível aumentar o dulçor de 6% para 17%. Porém, o aumento parou, e mesmo com a continuidade da seleção não houve mais aumento do dulçor. Por quê? Porque todos os genes para a produção de açúcar foram reunidos em uma única variedade, e assim, não era mais possível haver nenhum acréscimo.</p>
<p align="justify">Entre as criaturas que Darwin observou nas ilhas Galápagos há um grupo de pássaros terrestres, os tentilhões. Neste grupo singular, podemos ver grande variação na aparência e no modo de vida. Darwin forneceu o que eu creio ser uma interpretação essencialmente correta de como os tentilhões ficaram do jeito que são hoje. Provavelmente, uns poucos indivíduos foram levados, pelo vento, para as ilhas, vindos do continente sul-americano, e os tentilhões de hoje são descendentes destes pioneiros. Porém, embora Darwin tenha visto os tentilhões como um exemplo da evolução, nós podemos reconhecê-los como mero resultado da recombinação dentro de uma simples espécie criada. Os tentilhões pioneiros trouxeram consigo suficiente variabilidade genética para se disseminarem nas variedades que vemos hoje (2).</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Mutação</em></font></h3>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image001.jpg"><img title="Figura 1. Em um mundo degenerado, predadores como este tigre, escolhendo os animais mais defeituosos, podem servir para diminuir a velocidade da deterioração pela triagem dos efeitos das mutações." style="display:inline;margin:0 5px 0 0;" height="109" alt="Figura 1. Em um mundo degenerado, predadores como este tigre, escolhendo os animais mais defeituosos, podem servir para diminuir a velocidade da deterioração pela triagem dos efeitos das mutações." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image001-thumb.jpg?w=240&#038;h=109" width="240" align="left" /></a>Agora, consideremos a terceira fonte da variação: as mutações. Mutações são erros no processo de cópia genética. Cada célula viva tem uma intrincada maquinaria molecular, projetada para copiar o DNA, a molécula genética, de forma precisa. Mas, como em outros processos de cópia, ocorrem erros, embora não muitos. De cada 10.000 a 100.000 cópias feitas, um gene terá um erro. A célula tem mecanismos para corrigir esses erros, mas algumas mutações acabam passando. Que tipos de mudanças serão produzidas pelas mutações? Algumas não têm qualquer efeito, ou produzem uma mudança tão pequena que não têm efeitos visíveis no organismo. Porém, muitas mutações têm efeitos significativos sobre seus detentores.</p>
<p align="justify">Baseados no modelo da criação, que tipo de efeito devemos esperar de mutações aleatórias, vindas dos erros genéticos? Devemos esperar virtualmente todas aquelas que fazem uma diferença no sentido prejudicial, fazendo com que os seres vivos portadores sejam menos bem-sucedidos que antes. E essa profecia é incrivelmente convincente. Alguns exemplos ajudarão a ilustrar isso.<a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image00110.jpg"><img title="Figura 2. A mutação do “galo depenado” - não há produção de penas. Esses defeitos mutacionais raramente podem ser benéficos (por exemplo, e se um criador escolhesse esse tipo para “pular” o processo da depenagem antes da assadura?), mas nunca adicionam nada de novo. Não há mutação que mostre como penas ou qualquer coisa similar surgem. Foto de Kem Ham." style="display:inline;margin:5px 0 5px 5px;" height="150" alt="Figura 2. A mutação do “galo depenado” - não há produção de penas. Esses defeitos mutacionais raramente podem ser benéficos (por exemplo, e se um criador escolhesse esse tipo para “pular” o processo da depenagem antes da assadura?), mas nunca adicionam nada de novo. Não há mutação que mostre como penas ou qualquer coisa similar surgem. Foto de Kem Ham." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/03/clip-image00110-thumb.jpg?w=107&#038;h=150" width="107" align="right" /></a></p>
<p align="justify">Os geneticistas começaram a reproduzir a mosca-das-frutas, <i>Drosophila melanogaster</i>, logo depois da virada do século, e desde 1910, quando a primeira mutação foi registrada, cerca de 3.000 mutações já foram identificadas (3). Todas as mutações são prejudiciais ou inofensivas; nenhuma delas produz uma mosca-das-frutas bem-sucedida – exatamente como predito pelo modelo criacionista.</p>
<p align="justify">Então, não há nenhum tipo de mutação benéfica? Sim, há. Uma mutação benéfica é simplesmente aquela que torna possível ao seu portador contribuir com mais descendentes para as futuras gerações que aqueles organismos que não têm mutações.</p>
<p align="justify">Darwin chamou a atenção para os <i>besouros sem asas </i>na Ilha de Madeira. Para um besouro que vive em uma ilha tempestuosa as asas podem ser, definitivamente, uma desvantagem, porque organismos em pleno vôo são mais suscetíveis a serem soprados para o mar. Mutações que produzam a perda de vôo poderiam ser úteis. Com o <i>peixe cego das cavernas </i>acontece algo semelhante. Olhos são muito vulneráveis a machucados, e uma criatura que vive em escuridão completa seria beneficiada com mutações que substituam os olhos por um tecido cicatricial, reduzindo essa vulnerabilidade. No mundo da luz, não ter olhos seria uma deficiência terrível, mas não é desvantagem em uma caverna escura. Embora essas mutações produzam mudanças drásticas e benéficas, é importante frisar que elas sempre envolvem <i>perda de informação</i>, nunca ganho. Nunca se observou a ocorrência do inverso, a saber, asas ou olhos sendo produzidos em seres que nunca tiveram a informação necessária para produzi-los.</p>
<p align="justify">A <i>seleção natural</i> é um fato óbvio. Ela demonstra que algumas variedades de seres vivos serão mais bem-sucedidas que outras, e, portanto, contribuirão com mais descendentes nas gerações futuras. Um exemplo clássico de seleção natural é a mariposa de Manchester, <i>Biston betularia</i>. Até onde todos sabem, essa mariposa sempre existiu em duas variedades básicas: a salpicada e a preta. Na Inglaterra pré-industrial, muitos dos troncos das árvores eram de cor clara. Isso provia uma camuflagem para a variedade salpicada, e os pássaros tendiam a predar mais frequentemente a variedade preta. Coleções de mariposas mostravam muito mais indivíduos salpicados que pretos. Quando a Era Industrial chegou à Inglaterra, a poluição escureceu os troncos das árvores, e a variedade preta pôde ficar camuflada, enquanto que a variedade salpicada ficou evidente. Logo havia muito mais mariposas pretas que salpicadas.</p>
<p align="justify">Quando as populações se deparam com mudanças ambientais, tais como a descrita acima, ou como resultado de migração para uma nova área, a seleção natural favorece a combinação de características que farão o organismo mais bem-sucedido neste novo ambiente. Isso deve ser considerado como uma regra positiva da seleção natural. A regra negativa da seleção natural é vista na eliminação ou na minimização de mutações prejudiciais quando elas ocorrem.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Criação</em></font></h3>
<p align="justify">As três primeiras fontes de variação são, infelizmente, inadequadas para explicar a diversidade de formas de vida que vemos na terra hoje. Uma característica essencial do modelo criacionista é a inserção inicial (desde o início) de considerável variação genética em cada espécie. Somente assim podemos explicar a possível origem de cavalos, burros e zebras de um mesmo ancestral; de leões, tigres e leopardos também de um mesmo ancestral comum aos três; de cerca de 118 variedades de cães domésticos, bem como chacais, lobos e coiotes, do mesmo ancestral comum. Conforme cada espécie obedecia à ordem do Criador para frutificar e multiplicar, o processo aleatório de recombinação, e o mais propositado processo da seleção natural, levaram cada espécie a se subdividir no vasto esquadrão que vemos hoje.</p>
<h3><font color="#0080ff"><em>Referências</em></font></h3>
<p align="justify"><a name="r1"></a>(1) Charles Darwin, <em>The Origin of Species</em>, 6ª Edição, John Murray, Londres 1902, p. 278. (N.T. Nossa tradução é livre). Darwin via a seleção natural atuando nesse e em outros casos de variação como um importante fator na evolução do pescoço da girafa, mas não muitos estão cônscios de sua crença na hereditariedade dos caracteres adquiridos.</p>
<p align="justify">(2) As diferentes espécies de tentilhões de Galápagos têm sido observadas entrecruzando às vezes, uma clara evidência que eles pertencem ao mesmo tipo original.</p>
<p align="justify">(3) Dan L. Lindsley and E.H. Grell, <em>Genetic Variations of </em>Drosophila melanogaster, Carnegie Institution of Washington, Publicação No. 627, 1967.</p>
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		<title>O Verdadeiro &#8220;Jurassic Park&#8221;?</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2008/10/09/o-verdadeiro-jurassic-park/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 05:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Shaun Doyle
Artigo traduzido de: Creation 30(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: &#8220;The real ´Jurasic Park?´. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creationontheweb.com&#62;. Usado com permissão.
Tradução de Daniel Ruy Pereira.

Sangue de dinossauros proveniente de mosquitos, de 65 milhões de anos, preservado em âmbar, e usado para clonar dinossauros vivos? Isso fica muito melhor em filmes de ficção científica, mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=97&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><em><strong>Shaun Doyle</strong></em></h3>
<p class="western"><em>Artigo traduzido de: <em>Creation </em><strong>30</strong>(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: &#8220;The real ´Jurasic Park?´. Copyright </em>Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creationontheweb.com&gt;. Usado com permissão.<br />
<em>Tradução de Daniel Ruy Pereira.</em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589jurasic_park.jpg"><img title="O verdadeiro jurassic park" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589jurasic_park.jpg" alt="Background images from stock.xchng, dinosaurs from stockxpert." width="441" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens de fundo do stock.xchng, dinossauros do stockxpert.</p></div>
<p class="western">
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Sangue de </strong>dinossauros proveniente de mosquitos, de 65 milhões de anos, preservado em âmbar, e usado para clonar dinossauros vivos? Isso fica muito melhor em filmes de ficção científica, mas afirmações do tipo <em>“Jurassic Park” </em>estão ficando cada vez mais comuns entre os cientistas. Não estamos falando da possibilidade de ressuscitar dinossauros a partir dos mosquitos. Porém, há abundantes afirmações de que tecido mole, DNA e até mesmo bactérias inteiras “ressuscitaram” de um estado dormente, após terem sobrevivido por milhões de anos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef1"></a><strong>Medula de dinossauros.</strong> Mary Schweitzer mostrou que ossos de <em>T. rex</em> “datados” em 68 milhões de anos apresentaram tecidos moles, incluindo a presença de células sanguíneas, veias e tecido ósseo (colágeno).<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef1"><sup>1</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef2"></a><strong>DNA de folha de Magnolia. </strong>Extraído de uma folha fóssil de Magnolia, datada em 17–20 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef2"><sup>2</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef3"></a><strong>Bactérias congeladas.</strong> Bactérias congeladas na Antártida, datadas em 8 milhões de anos, reviveram em laboratório.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef3"><sup>3</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef4"></a><strong>Bactérias em âmbar. </strong>Alguns afirmaram terem “ressuscitado” bactérias dormentes encontradas em âmbar, com supostos 120 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef4"><sup>4</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western"><a name="txtRef5"></a><strong>Micróbios salgados (halotolerantes). </strong>Um artigo publicado na <em>Nature</em>, em 2000, relatou ter revivido bactérias encontradas em cristais de sal, encontrados a 600m abaixo da superfície, em uma mina, no México, “datadas” em 250 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef5"><sup>5</sup></a></p>
</li>
</ul>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">Os problemas encontrados</h2>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589bones.jpg"><img class="alignleft" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589bones.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a></p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><strong>Muitos desses </strong>achados foram cercados de controvérsias, e atraíram muito ceticismo de outros evolucionistas. Isso porque moléculas biológicas, como o DNA e o colágeno, são muito complexas e conseqüentemente muito frágeis.³ Exigem constante manutenção para evitar sua quebra (ou desnaturação). Todavia, uma vez que o organismo esteja morto, ficam à mercê do ambiente, e normalmente decaem muito rapidamente. Se as moléculas estiverem em um ambiente isolado de outras formas de vida, água, oxigênio e calor excessivo, elas serão capazes de resistir mais, talvez por milhares de anos. Contudo, não podem durar para sempre, porque estão sujeitas à segunda lei da termodinâmica,<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef6"><sup>6</sup></a> que eventualmente separará as moléculas, através de movimentos puramente randômicos dos átomos e da radiação básica. As mais recentes estimativas estabelecem um <em>limite superior</em> de 125.000 anos para a resistência do DNA e 2,7 milhões de anos para o colágeno, a 0ºC.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef7"><sup>7</sup></a> (A apenas 10ºC, o limite superior é muito menor – 17.500 para o DNA, 180.000 para o colágeno.)</div>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef8"></a><strong>Isso é </strong>ainda mais sério com relação à maquinaria biológica em funcionamento que a moléculas isoladas, como o DNA. E preservar moléculas biológicas por milhões de anos já é forçar demais.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef8"><sup>8</sup></a> Porém, preservar a maquinaria da vida, que contém ligações intrínsecas muito mais interconectadas, por uma escala de tempo tão grande, como no caso dos micróbios halotolerantes que foram reanimados, é obviamente bizarro. Como os evolucionistas tentam contornar este enigma?</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">“Condições atualísticas”?</h2>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Buscando uma </strong>resposta, os evolucionistas mantém, é claro, o modelo de milhões-de-anos como sua “suposição inicial”. Mary Schweitzer demonstra isso com relação ao seu <em>T. rex </em>de 68 milhões de anos:</p>
<blockquote class="western"><p><a name="txtRef9"></a><em>‘A presença de componentes moleculares originais não é prevista para fósseis anteriores a um milhão de anos [refs. 1–7] e a descoberta de colágeno neste dinossauro bem preservado dá suporte ao uso das condições atualísticas para formular taxas e modelos de degradação molecular, o que é melhor que confiar em extrapolações teóricas ou experimentais derivadas de condições que não ocorrem na natureza<sup>.&#8217; </sup></em><a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef9"><sup>9</sup></a></p></blockquote>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Essa é </strong>a razão comum daqueles evolucionistas que promovem esses achados, então vamos digerir um pouco esse negócio. Primeiramente, note o que foi dito acima: baseando-se em teorias científicas e dados experimentais, não se espera que nenhum colágeno formado originalmente no osso do <em>T. rex</em> dure mais que um milhão de anos.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef10"></a><strong>Mas Schweitzer </strong>então afirma que essa predição deveria ser questionada porque nós encontramos justamente isso (colágeno formado originalmente no osso do <em>T. rex</em>) em um osso de <em>dinossauro</em>. Ela disse ainda, em outro lugar, acerca de seus primeiros achados de células sanguíneas em ossos de <em>T. rex</em>: “Eu simplesmente tive arrepios, pois <em>todo mundo sabe</em> que essas coisas não duram 65 milhões de anos” [ênfase nossa].<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef10"><sup>10</sup></a> Assume-se assim que os dinossauros têm, “obviamente” (de acordo com os evolucionistas), pelo menos 65 milhões de anos de idade, que é exatamete o que eles estão tentando provar! No entanto, sua hipótese (os dinossauros têm mais de 65 milhões de anos) é completamente estranha aos dados experimentais.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>É por </strong>isso que Schweitzer diz que nós deveríamos confiar nas “condições atualísticas” em detrimento das “extrapolações teóricas ou experimentais” para explicar como o colágeno pode durar tanto. Temos que repensar todo o nosso entendimento a respeito do modo como as biomoléculas complexas são degradadas – porquê? Porque os dinossauros têm, “obviamente”, milhões de anos de idade. A <em>crença</em> em “milhões de anos” triunfa sobre a ciência experimental!</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>E sobre</strong> a acusação de que as projeções experimentais e teóricas obtidas não são baseadas nas condições que ocorrem na natureza? O ponto chave dessas projeções é que elas servem não como uma média do tempo de degradação, mas como um <em>limite superior</em>.<sup>7</sup> Ou seja, os experimentos e teorias consideram <em>as melhores condições possíveis de preservação</em>. Conquanto essas condições sejam extremamente improváveis na natureza, este é um obstáculo às razões de Schweitzer porque as condições laboratoriais são projetadas para serem <em>melhores</em> (não piores) que as condições de preservação normalmente encontradas na natureza. Ela exige que o <em>exato oposto</em> seja verdadeiro para que sua argumentação seja válida.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Muitos evolucionistas </strong>enxergam o problema. Ser o vencedor no debate simplesmente não é opção; eles preferem confiar na ciência experimental. Assim, uma vez que eles são obedientes à evolução e aos milhões de anos, a idéia de que essas bactérias, DNA, etc. sobreviveram por milhões de anos é jogada fora. Tais coisas são consideradas contaminações de uma fonte moderna.</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">Onde o achado foi contaminado?</h2>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589termite.jpg"><img title="Cupins" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589termite.jpg" alt="O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo. Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo. Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM.</p></div>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef11"></a><strong>Entretanto, a </strong>idéia de contaminação geralmente falha em tratar dos detalhes de cada afirmação. Um exemplo é a descoberta de bactérias em cristais de sal “datados” em 250 milhões de anos. A cada crítica, os pesquisadores originais rechecavam seus métodos e modificavam-nos para levar as críticas em consideração, e continuavam obtendo os mesmos resultados.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef11"><sup>11</sup></a></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>A descoberta </strong>de Mary Schweitzer de vasos sanguíneos, células e colágeno ósseo em ossos de <em>T. rex</em> fornece outro exemplo. Quando foi primeiramente anunciada, causou enorme desconfiança entre os evolucionistas.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef12"><sup>12</sup></a> Em 2005, no meio de forte ceticismo acerca dos achados originais, novas imagens mostraram claramente que o tecido mole era tecido orgânico “fresco”.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef13"><sup>13</sup></a> Rigorosa pesquisa foi também conduzida (novamente cercada de ceticismo) que mostrou que a proteína colágeno, também uma complexa biomolécula, foi muito bem preservada nos ossos de <em>T. rex</em>.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef14"><sup>14</sup></a></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Contaminação sempre </strong>é uma opção, <em>em teoria</em>, mas quando aplicada pelo menos a algumas <em>dessas</em> situações em questão, ela não resiste a um exame minucioso. As implicações óbvias das atuais evidência em análise é a seguinte: esses achados têm apenas milhares de anos de idade, no máximo.</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">A Bíblia tem a resposta</h2>
<p class="western" style="text-align:justify;">Portanto, a Bíblia dá muito mais sentido a esses “fósseis <em>Jurassic Park</em>”. A preservação de tecidos orgânicos, mesmo por milhares de anos, carece de condições especiais. É surpreendente que sejam encontrados cerca de 4.500 anos depois de terem sido sepultados (mais provavelmente durante o Dilúvio). Mas isso faz muito mais sentido que acreditar que eles têm milhões de anos de idade, idéia que não resiste às evidências reais da física e da química.</p>
<h3 class="western" style="text-align:justify;">Referências</h3>
<ol style="text-align:justify;">
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:left;"><a name="endRef1"></a>Schweitzer, M.H., Suo, Z, Avci, R., Asara, J.M., Allen, M.A., Arce, F.T. E Horner, J.R., Analyses of soft tissue from <em>Tyrannosaurus rex</em> suggest the presence of protein, <em>Science</em> <strong>316 </strong>(5822):277–280, 2007.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef2"></a>Wieland, C. ‘Oldest’ DNA–an exciting find! <em>Creation</em> <strong>13</strong>(2):22–23, 1991; ,creationontheweb.com/oldestdna&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef3"></a>Catchpoole, D., ‘Sleeping Beauty’ bacteria, <em>Creation</em> <strong>28</strong>(1):23, 2005; &lt;creationontheweb.com/sleeping&gt;. Veja também Catchpoole, D., More ‘Sleeping Beaty’ bacteria, &lt;creationontheweb.com/moresleep&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef4"></a>Greenblatt, C.L., <em>et al.</em>, Diversity of microorganisms isolated from amber, <em>Microbial Ecology</em><strong> 38</strong>:58–68, 1999.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef5"></a>Vreeland, R.H., Rozensweig, W.D. e Powers, D.W. Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, <em>Nature</em> <strong>407</strong>(6806):897–900, 2000. Veja também Salty saga, <em>Creation</em> <strong>23</strong>(4):15, 2001; &lt;creationontheweb.com/saltysaga&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef6"></a>Veja Sarfati, J., Second law of thermodinamics: answers to critics, &lt;creationontheweb.com/thermo&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef7"></a>Nielsen-Marsch, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, <em>The Biochemist</em>, pp. 12–14, Junho 2002; &lt;www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef8"></a>Wieland, C., Ancient DNA and the young earth, <em>Journal of Creation</em> <strong>8</strong>(1):7–10, 1994.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef9"></a>Ref. 1, p. 280.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef10"></a>Yeoman, B., Schweitzer´s dangerous discovery, <em>Discover</em> <strong>27</strong>(4):37–41, 77, abril 2006.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef11"></a>Em 2001, os críticos disseram que as bactérias encontradas nos cristais de sal eram relacionadas muito proximamente às modernas bactérias e por isso deviam ser uma contaminação moderna e não ter 250 milhões de anos (Graur, D. e Pukpo, T., The Permian bacterium that isn´t, <em>Molecular Biology and Evolution</em> <strong>18</strong>(6):1143–1146, 2001).<br />
Porém, os defensores contaram que seus dados não significavam muito (Maughan, H., <em>et al.</em>, The paradox of the ‘ancient‘ bacterium which contains ‘modern‘ protein-coding genes, <em>Molecular Biology and Evolution</em> <strong>19</strong>(9):1637–1639, 2002). Eles também deram muitas evidências de que o sal em que a bactéria foi aprisionada formou-se em redor quando a camada rochosa foi formada, e não em inclusão posterior (Satterfield,C.L., et al., New evidence for 250 Ma age of halotolerant bacterium from a Permian salt crystal, <em>Geology</em> <strong>33</strong>(4):265–268, abril 2005.</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef12"></a>Wieland, C., Sensational dinosaur blood report! <em>Creation</em> <strong>19</strong>(4):42–43, 1997, &lt;creationontheweb.com/dino_blood&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef13"></a>Wieland, C., Still soft and stretchy, &lt;creationontheweb.com/stretchy&gt;., 25 março 2005.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="text-align:left;">Doyle, S., Squishosaur scepticism squashed, &lt;creationontheweb.co/collagen&gt;, 20 abril 2007; veja também &lt;creationontheweb.com/schweit&gt;.</p>
</li>
</ol>
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