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	<title>Considere a possibilidade &#187; células sanguíneas</title>
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		<title>Nova t&#233;cnica para obten&#231;&#227;o de c&#233;lulas-tronco pluripotentes surpreendem; ou, O prov&#225;vel fim da matan&#231;a dos inocentes</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 22:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<description><![CDATA[ Em março, Barack Obama suspendeu as restrições de financiamento federal às pesquisas de células-tronco embrionárias (1). Como sempre acontece nessas decisões, agradou e desagradou a muitos. E alguns dos defensores dessas pesquisas ufanaram-se com a vitória da deusa ciência sobre os cretinos dogmas religiosos. Aqui no Brasil não foi muito diferente…
Há um ano atrás [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=322&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image.png"><img style="display:inline;margin:5px 0 15px;" title="Foto stock.xchng" alt="Foto stock.xchng" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb.png?w=465&#038;h=321" width="465" height="321" /></a> Em março, Barack Obama suspendeu as restrições de financiamento federal às pesquisas de células-tronco embrionárias (1). Como sempre acontece nessas decisões, agradou e desagradou a muitos. E alguns dos defensores dessas pesquisas ufanaram-se com a vitória da deusa ciência sobre os cretinos dogmas religiosos. Aqui no Brasil não foi muito diferente…</p>
<p align="justify">Há um ano atrás escrevi sobre isso. Até hoje, aquele post (2) é o mais visitado deste blog, com 861 visualizações. Portanto, é lógico que o assunto desperta o interesse de muitos. Naquela ocasião, me manifestei contra as pesquisas – o que ainda faço, sem medo algum de estar errado, ou de ser acusado de viver no século XVI. Pois é melhor ser cuidadoso que afobado.</p>
<p align="justify">Para quem não lembra, as células-tronco embrionárias são pluripotentes, ou seja, podem se especializar em virtualmente qualquer célula do corpo humano. Obtê-las seria incrível, pois teríamos um tratamento tendendo à perfeição: células do próprio paciente (sem risco de rejeição), se desenvolvendo para reconstituir tecidos e orgãos danificados. Brilhante. O problema é como obtê-las: é preciso matar um embrião humano. Biologicamente, é indiscutível: o embrião é um ser humano. Não tem lógica dizer o contrário. É só deduzir…</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<div align="justify">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="465">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="463"><b><i>Todos os humanos têm 46 cromossomos.               <br /> </i></b><b><i>Embriões que crescem em úteros humanos têm 46 cromossomos.                <br /></i></b><b><i>Logo, embriões que crescem em úteros humanos são humanos. (3)</i></b></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p align="justify">Porém, é lógico que as pessoas não admitem isso porque, se admitirem, admitirão que estão matando pessoas ao procurarem obter as células-tronco embrionárias dessas pessoas. (Isso parece ter algo a ver com “cobiçar o que é do próximo”, algo assim…) Mas e quanto às pessoas que estão dependendo dessas pesquisas para voltarem a andar, falar, se locomover, etc &#8211; enfim, para serem curadas? Devem abandonar a esperança?</p>
<p align="justify">Graças a Deus, não. E já explico por quê.</p>
<h3 align="justify"><i><font color="#0080ff">“A vida de toda carne é o seu sangue”</font></i></h3>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image1.png"><img style="margin:5px 15px 0 0;" title="Imagem stock.xchng" alt="Imagem stock.xchng" align="left" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb1.png?w=281&#038;h=213" width="281" height="213" /></a>Isso está em Levítico 17:14 (a versão é a NVI). Embora não esteja se referindo às celulas-tronco embrionárias, pegamos emprestada a citação justamente porque vamos falar sobre o sangue. Ou melhor, do que se pode obter com o sangue.</p>
<p align="justify">Em março deste ano, cientistas conseguiram reprogramar células do sangue para agir como células-tronco embrionárias (4). Ou seja: serem <i>pluripotentes</i>.</p>
<blockquote><p align="justify">Para gerar células-tronco pluripotentes induzidas (apelidadas células iPS), coletou-se sangue de um doador masculino de 26 anos. Da amostra de sangue, os pesquisadores isolaram células CD34+, um tipo de célula-tronco que produz somente células sanguíneas, e cultivaram-nas com fatores de crescimento por seis dias, aumento-as em número.</p>
<p align="justify">&quot;Durante a cultura, os cientistas infectaram as células CD34+ com um vírus que carregava fatores de reprogramação, genes expressos normalmente em células-tronco embrionárias, que podem reiniciar as células sanguíneas a um estado embrionário. Colônias de células exibindo características físicas semelhantes às das células-tronco embrionárias (CTE) apareceram cerca de duas semanas após o procedimento. Para determinar se as células eram semelhantes também funcionalmente às CTEs, os cientistas analisaram as linhagens de células CD34+ iPS, para ver se haviam adquirido “marcadores” de células-tronco, a combinação singular de proteínas que cobrem a superfície das células e as distingue de outros tipos celulares. De fato, as linhagens de iPS expressaram os mesmos marcadores que as CTE e, além disso, também compartilharam a capacidade de se diferenciar em uma variedade de tipos celulares especializados.” (5)</p>
</blockquote>
<p align="justify">A importância disso é óbvia: com investimento nesse tipo de pesquisa, daqui a algum tempo <b>talvez</b> <b>não seja mais necessário matar embriões para obter células-tronco pluripotentes</b>. E nesse caso, que se façam mais e mais pesquisas, que se invista dinheiro e que se trate pessoas que só podem ser tratadas com células-tronco. Afinal, mais ninguém vai ter que morrer por isso.</p>
<h3 align="justify"><font color="#0080ff"><em>A importância de dar tempo ao tempo</em></font></h3>
<p align="justify">Recebi essa notícia com muita alegria, mas só a recebi <i>agora</i>. Veja que a publicação é de 20 de abril, 18 dias atrás. Procurei nos principais jornais online do Brasil, mas não achei nenhuma notícia sobre isso. Por quê?</p>
<p align="justify">Por que houve tamanho frenesi quando as pesquisas de células-tronco embrionárias (aquelas que matam pessoas) foram liberadas no Brasil; as notícias eram rapidíssimas; havia <i>flashs </i>a toda hora na TV; especialistas nas rádios; e essa pesquisa, tão maravilhosamente esperançosa, parece não ser do conhecimento de ninguém? Por quê?</p>
<p align="justify">Certamente, alguém está pensando, como sempre fazem, que eu não preciso do tratamento, por isso o critico. Mas a questão não é essa. Eu precisar ou não, não muda um fato: matar pessoas para o meu benefício é errado. Contudo, o tratamento talvez possa ser obtido dessas novas técnicas.</p>
<blockquote><p align="justify">A obtenção de células-tronco pluripotentes do sangue, que é um dos tecidos mais fáceis de se obter, provê uma estratégia simples para a geração de células-tronco específicas do paciente, que são valiosas ferramentas de pesquisa e podem, um dia, ser usadas para tratar várias doenças&quot;. (8)</p>
</blockquote>
<blockquote><p align="justify">Uma vez que células-tronco estiverem disponíveis a partir do sangue do paciente, deverá haver bem pouco, senão nenhum, interesse em células-tronco embrionárias como fonte de reposição de células para tecidos doentes. Embriões ainda não produziram tratamentos até hoje, enquanto que fontes não-embrionárias originaram mais de 70 tratamentos efetivos (6). Se não há necessidade médica para a destruição sistemática de embriões humanos, porque há tantos pesquisadores que ainda promovem, insistentemente, essa prática?&quot; (7)</p>
</blockquote>
<p align="justify"><a href="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image2.png"><img style="display:inline;margin:5px 0 0 15px;" title="image" alt="image" align="right" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/05/image_thumb2.png?w=240&#038;h=180" width="240" height="180" /></a> Se essa pesquisa se confirmar em tratamento, as coisas mudam completamente.&#160; Fico me perguntando se, daqui a 60, 80, 100 anos, 200 anos, quando os universitários, mestres e doutores daquele tempo souberem que matamos embriões para fazer pesquisa, vão olhar para nós como assassinos de inocentes. Será que vão nos comparar a Herodes &#8211; matando crianças para manter a si mesmo? Ou como o Faraó contemporâneo de Moisés &#8211; matando crianças para manter sua nação?</p>
<h3 align="justify"><font color="#0080ff"><em>Conclusão</em></font></h3>
<p align="justify">O problema todo é sua cosmovisão, querido leitor. Se a vida humana não passa de um acidente natural (de muita sorte), porque ela deve ser considerada de valor? Por que preservá-la? Contudo, se ela foi criada com um propósito, por um Deus eterno que a ama, por que deveria ser assassinada?</p>
<p align="justify">Não sou moralista. Mas fatos são fatos. Há alternativas às células-tronco embrionárias. Por que não investir nelas? Por que houve tanta pressa em pressionar pesquisas que envolvem um problema ético tão complexo, se há outras possibilidades não-agressivas à Ética?</p>
<p align="justify">A resposta é <strong>ansiedade</strong>. A ansiedade faz os pesquisadores julgarem o problema ético não tão importante (ou uma frescura). Faz as vítimas das doenças acreditarem que, sem aquele tratamento, não haveria outra chance de serem curados. Faz as autoridades não enxergarem linhas de pesquisa alternativas. Faz a humanidade pensar só no presente. Faz o homem não pensar no próximo.</p>
<blockquote><p align="justify"><font color="#333333">Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido. Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” (1 Pedro 5:6-7, NVI)</font></p>
</blockquote>
<h3 align="justify"><font color="#0080ff"><em>Referências</em></font></h3>
<p align="left">(1) OBAMA SUSPENDE RESTRIÇÕES DE FINANCIAMENTO FEDERAL A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO. <b>Abril.com. </b>Disponível em: &lt;<a href="http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/obama-suspende-restricoes-financiamento-federal-pesquisa-celulas-tronco-426391.shtml">http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/obama-suspende-restricoes-financiamento-federal-pesquisa-celulas-tronco-426391.shtml</a>&gt;. Acesso em 8 mai 2009.</p>
<p align="left">(2) PEREIRA, Daniel Ruy. Células-tronco: por que não? Blog <b>Considere a possibilidade. </b>Postado em<b> </b>7 abr 2008. Disponível <a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2008/04/07/celulas-tronco-por-que-nao/">aqui</a>, evidentemente!</p>
<p align="justify">(3) Propositadamente, não considerei outros fatores como o raciocínio lógico, as artes, a linguagem, o comportamento, a filosofia e outros fatores que fazem de um ser com 46 cromossomos um humano. Contudo, não se conhece outra espécie que tenha 46 cromossomos. Essa é uma característica exclusiva do <i>Homo sapiens sapiens.</i></p>
<p align="justify">(4) LOH, Yuin-Han et al. Generation of induced pluripotent stem cells from human blood. <b>Blood</b>. Pré-publicado online em 18 mar 2009. Disponível em: &lt;<a href="http://bloodjournal.hematologylibrary.org/cgi/content/abstract/blood-2009-02-204800v1?maxtoshow=&amp;HITS=10&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;fulltext=Generation+of+induced+pluripotent+stem+cells+from+human+blood.+Blood&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;sortspec=relevance&amp;resourcetype=HWCIT">bloodjournal.hematologylibrary.org</a>&gt;. Acesso em: 8 mai 2009.</p>
<p align="justify">(5) STUDY FINDS BLOOD CELLS CAN BE REPROGRAMMED TO ACT AS EMBRYONIC STEM CELLS. <b>American Society of Hematoloqy</b><i>.</i> Publicado em 20 abr 2009. Disponível em: &lt;<a href="http://www.hematology.org/media/04202009.cfm">http://www.hematology.org/media/04202009.cfm</a>&gt;. Acesso em: 08 mai 2009. Tradução nossa.</p>
<p align="justify">(6) THOMAS, B. Understanding the Stem Cell Debate. <b>ICR News</b>. Postado em <a href="http://www.icr.org">&lt;www.icr.org</a>&gt; em 10 jul 2008. Acesso em: 21 abr 2009.</p>
<p align="justify">(7) THOMAS, Brian. Stem cells from blood render embryonic sources obsolete. <b>ICR News</b>. Postado em 6 mai 2009. Disponível em: &lt;<a href="http://www.icr.org/article/4613/">http://www.icr.org/rticle/4613/</a>&gt;. Acesso em 8 mai 2009. Tradução nossa.</p>
<p align="justify">(8) Ver ref 5.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" /></a>    <br />Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O Verdadeiro &#8220;Jurassic Park&#8221;?</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2008/10/09/o-verdadeiro-jurassic-park/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 05:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Shaun Doyle
Artigo traduzido de: Creation 30(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: &#8220;The real ´Jurasic Park?´. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creationontheweb.com&#62;. Usado com permissão.
Tradução de Daniel Ruy Pereira.

Sangue de dinossauros proveniente de mosquitos, de 65 milhões de anos, preservado em âmbar, e usado para clonar dinossauros vivos? Isso fica muito melhor em filmes de ficção científica, mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=97&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><em><strong>Shaun Doyle</strong></em></h3>
<p class="western"><em>Artigo traduzido de: <em>Creation </em><strong>30</strong>(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: &#8220;The real ´Jurasic Park?´. Copyright </em>Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creationontheweb.com&gt;. Usado com permissão.<br />
<em>Tradução de Daniel Ruy Pereira.</em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589jurasic_park.jpg"><img title="O verdadeiro jurassic park" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589jurasic_park.jpg" alt="Background images from stock.xchng, dinosaurs from stockxpert." width="441" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens de fundo do stock.xchng, dinossauros do stockxpert.</p></div>
<p class="western">
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Sangue de </strong>dinossauros proveniente de mosquitos, de 65 milhões de anos, preservado em âmbar, e usado para clonar dinossauros vivos? Isso fica muito melhor em filmes de ficção científica, mas afirmações do tipo <em>“Jurassic Park” </em>estão ficando cada vez mais comuns entre os cientistas. Não estamos falando da possibilidade de ressuscitar dinossauros a partir dos mosquitos. Porém, há abundantes afirmações de que tecido mole, DNA e até mesmo bactérias inteiras “ressuscitaram” de um estado dormente, após terem sobrevivido por milhões de anos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef1"></a><strong>Medula de dinossauros.</strong> Mary Schweitzer mostrou que ossos de <em>T. rex</em> “datados” em 68 milhões de anos apresentaram tecidos moles, incluindo a presença de células sanguíneas, veias e tecido ósseo (colágeno).<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef1"><sup>1</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef2"></a><strong>DNA de folha de Magnolia. </strong>Extraído de uma folha fóssil de Magnolia, datada em 17–20 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef2"><sup>2</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef3"></a><strong>Bactérias congeladas.</strong> Bactérias congeladas na Antártida, datadas em 8 milhões de anos, reviveram em laboratório.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef3"><sup>3</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="txtRef4"></a><strong>Bactérias em âmbar. </strong>Alguns afirmaram terem “ressuscitado” bactérias dormentes encontradas em âmbar, com supostos 120 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef4"><sup>4</sup></a></p>
</li>
<li>
<p class="western"><a name="txtRef5"></a><strong>Micróbios salgados (halotolerantes). </strong>Um artigo publicado na <em>Nature</em>, em 2000, relatou ter revivido bactérias encontradas em cristais de sal, encontrados a 600m abaixo da superfície, em uma mina, no México, “datadas” em 250 milhões de anos.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef5"><sup>5</sup></a></p>
</li>
</ul>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">Os problemas encontrados</h2>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589bones.jpg"><img class="alignleft" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589bones.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a></p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><strong>Muitos desses </strong>achados foram cercados de controvérsias, e atraíram muito ceticismo de outros evolucionistas. Isso porque moléculas biológicas, como o DNA e o colágeno, são muito complexas e conseqüentemente muito frágeis.³ Exigem constante manutenção para evitar sua quebra (ou desnaturação). Todavia, uma vez que o organismo esteja morto, ficam à mercê do ambiente, e normalmente decaem muito rapidamente. Se as moléculas estiverem em um ambiente isolado de outras formas de vida, água, oxigênio e calor excessivo, elas serão capazes de resistir mais, talvez por milhares de anos. Contudo, não podem durar para sempre, porque estão sujeitas à segunda lei da termodinâmica,<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef6"><sup>6</sup></a> que eventualmente separará as moléculas, através de movimentos puramente randômicos dos átomos e da radiação básica. As mais recentes estimativas estabelecem um <em>limite superior</em> de 125.000 anos para a resistência do DNA e 2,7 milhões de anos para o colágeno, a 0ºC.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef7"><sup>7</sup></a> (A apenas 10ºC, o limite superior é muito menor – 17.500 para o DNA, 180.000 para o colágeno.)</div>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef8"></a><strong>Isso é </strong>ainda mais sério com relação à maquinaria biológica em funcionamento que a moléculas isoladas, como o DNA. E preservar moléculas biológicas por milhões de anos já é forçar demais.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef8"><sup>8</sup></a> Porém, preservar a maquinaria da vida, que contém ligações intrínsecas muito mais interconectadas, por uma escala de tempo tão grande, como no caso dos micróbios halotolerantes que foram reanimados, é obviamente bizarro. Como os evolucionistas tentam contornar este enigma?</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">“Condições atualísticas”?</h2>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Buscando uma </strong>resposta, os evolucionistas mantém, é claro, o modelo de milhões-de-anos como sua “suposição inicial”. Mary Schweitzer demonstra isso com relação ao seu <em>T. rex </em>de 68 milhões de anos:</p>
<blockquote class="western"><p><a name="txtRef9"></a><em>‘A presença de componentes moleculares originais não é prevista para fósseis anteriores a um milhão de anos [refs. 1–7] e a descoberta de colágeno neste dinossauro bem preservado dá suporte ao uso das condições atualísticas para formular taxas e modelos de degradação molecular, o que é melhor que confiar em extrapolações teóricas ou experimentais derivadas de condições que não ocorrem na natureza<sup>.&#8217; </sup></em><a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef9"><sup>9</sup></a></p></blockquote>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Essa é </strong>a razão comum daqueles evolucionistas que promovem esses achados, então vamos digerir um pouco esse negócio. Primeiramente, note o que foi dito acima: baseando-se em teorias científicas e dados experimentais, não se espera que nenhum colágeno formado originalmente no osso do <em>T. rex</em> dure mais que um milhão de anos.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef10"></a><strong>Mas Schweitzer </strong>então afirma que essa predição deveria ser questionada porque nós encontramos justamente isso (colágeno formado originalmente no osso do <em>T. rex</em>) em um osso de <em>dinossauro</em>. Ela disse ainda, em outro lugar, acerca de seus primeiros achados de células sanguíneas em ossos de <em>T. rex</em>: “Eu simplesmente tive arrepios, pois <em>todo mundo sabe</em> que essas coisas não duram 65 milhões de anos” [ênfase nossa].<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef10"><sup>10</sup></a> Assume-se assim que os dinossauros têm, “obviamente” (de acordo com os evolucionistas), pelo menos 65 milhões de anos de idade, que é exatamete o que eles estão tentando provar! No entanto, sua hipótese (os dinossauros têm mais de 65 milhões de anos) é completamente estranha aos dados experimentais.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>É por </strong>isso que Schweitzer diz que nós deveríamos confiar nas “condições atualísticas” em detrimento das “extrapolações teóricas ou experimentais” para explicar como o colágeno pode durar tanto. Temos que repensar todo o nosso entendimento a respeito do modo como as biomoléculas complexas são degradadas – porquê? Porque os dinossauros têm, “obviamente”, milhões de anos de idade. A <em>crença</em> em “milhões de anos” triunfa sobre a ciência experimental!</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>E sobre</strong> a acusação de que as projeções experimentais e teóricas obtidas não são baseadas nas condições que ocorrem na natureza? O ponto chave dessas projeções é que elas servem não como uma média do tempo de degradação, mas como um <em>limite superior</em>.<sup>7</sup> Ou seja, os experimentos e teorias consideram <em>as melhores condições possíveis de preservação</em>. Conquanto essas condições sejam extremamente improváveis na natureza, este é um obstáculo às razões de Schweitzer porque as condições laboratoriais são projetadas para serem <em>melhores</em> (não piores) que as condições de preservação normalmente encontradas na natureza. Ela exige que o <em>exato oposto</em> seja verdadeiro para que sua argumentação seja válida.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Muitos evolucionistas </strong>enxergam o problema. Ser o vencedor no debate simplesmente não é opção; eles preferem confiar na ciência experimental. Assim, uma vez que eles são obedientes à evolução e aos milhões de anos, a idéia de que essas bactérias, DNA, etc. sobreviveram por milhões de anos é jogada fora. Tais coisas são consideradas contaminações de uma fonte moderna.</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">Onde o achado foi contaminado?</h2>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589termite.jpg"><img title="Cupins" src="http://creationontheweb.com/images/lote/portuguese/1589termite.jpg" alt="O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo. Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo. Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM.</p></div>
<p class="western" style="text-align:justify;"><a name="txtRef11"></a><strong>Entretanto, a </strong>idéia de contaminação geralmente falha em tratar dos detalhes de cada afirmação. Um exemplo é a descoberta de bactérias em cristais de sal “datados” em 250 milhões de anos. A cada crítica, os pesquisadores originais rechecavam seus métodos e modificavam-nos para levar as críticas em consideração, e continuavam obtendo os mesmos resultados.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef11"><sup>11</sup></a></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>A descoberta </strong>de Mary Schweitzer de vasos sanguíneos, células e colágeno ósseo em ossos de <em>T. rex</em> fornece outro exemplo. Quando foi primeiramente anunciada, causou enorme desconfiança entre os evolucionistas.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef12"><sup>12</sup></a> Em 2005, no meio de forte ceticismo acerca dos achados originais, novas imagens mostraram claramente que o tecido mole era tecido orgânico “fresco”.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef13"><sup>13</sup></a> Rigorosa pesquisa foi também conduzida (novamente cercada de ceticismo) que mostrou que a proteína colágeno, também uma complexa biomolécula, foi muito bem preservada nos ossos de <em>T. rex</em>.<a href="http://creationontheweb.com/content/view/1589/109/#endRef14"><sup>14</sup></a></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Contaminação sempre </strong>é uma opção, <em>em teoria</em>, mas quando aplicada pelo menos a algumas <em>dessas</em> situações em questão, ela não resiste a um exame minucioso. As implicações óbvias das atuais evidência em análise é a seguinte: esses achados têm apenas milhares de anos de idade, no máximo.</p>
<h2 class="western" style="text-align:justify;">A Bíblia tem a resposta</h2>
<p class="western" style="text-align:justify;">Portanto, a Bíblia dá muito mais sentido a esses “fósseis <em>Jurassic Park</em>”. A preservação de tecidos orgânicos, mesmo por milhares de anos, carece de condições especiais. É surpreendente que sejam encontrados cerca de 4.500 anos depois de terem sido sepultados (mais provavelmente durante o Dilúvio). Mas isso faz muito mais sentido que acreditar que eles têm milhões de anos de idade, idéia que não resiste às evidências reais da física e da química.</p>
<h3 class="western" style="text-align:justify;">Referências</h3>
<ol style="text-align:justify;">
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:left;"><a name="endRef1"></a>Schweitzer, M.H., Suo, Z, Avci, R., Asara, J.M., Allen, M.A., Arce, F.T. E Horner, J.R., Analyses of soft tissue from <em>Tyrannosaurus rex</em> suggest the presence of protein, <em>Science</em> <strong>316 </strong>(5822):277–280, 2007.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef2"></a>Wieland, C. ‘Oldest’ DNA–an exciting find! <em>Creation</em> <strong>13</strong>(2):22–23, 1991; ,creationontheweb.com/oldestdna&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef3"></a>Catchpoole, D., ‘Sleeping Beauty’ bacteria, <em>Creation</em> <strong>28</strong>(1):23, 2005; &lt;creationontheweb.com/sleeping&gt;. Veja também Catchpoole, D., More ‘Sleeping Beaty’ bacteria, &lt;creationontheweb.com/moresleep&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef4"></a>Greenblatt, C.L., <em>et al.</em>, Diversity of microorganisms isolated from amber, <em>Microbial Ecology</em><strong> 38</strong>:58–68, 1999.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef5"></a>Vreeland, R.H., Rozensweig, W.D. e Powers, D.W. Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, <em>Nature</em> <strong>407</strong>(6806):897–900, 2000. Veja também Salty saga, <em>Creation</em> <strong>23</strong>(4):15, 2001; &lt;creationontheweb.com/saltysaga&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef6"></a>Veja Sarfati, J., Second law of thermodinamics: answers to critics, &lt;creationontheweb.com/thermo&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef7"></a>Nielsen-Marsch, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, <em>The Biochemist</em>, pp. 12–14, Junho 2002; &lt;www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef8"></a>Wieland, C., Ancient DNA and the young earth, <em>Journal of Creation</em> <strong>8</strong>(1):7–10, 1994.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef9"></a>Ref. 1, p. 280.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef10"></a>Yeoman, B., Schweitzer´s dangerous discovery, <em>Discover</em> <strong>27</strong>(4):37–41, 77, abril 2006.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef11"></a>Em 2001, os críticos disseram que as bactérias encontradas nos cristais de sal eram relacionadas muito proximamente às modernas bactérias e por isso deviam ser uma contaminação moderna e não ter 250 milhões de anos (Graur, D. e Pukpo, T., The Permian bacterium that isn´t, <em>Molecular Biology and Evolution</em> <strong>18</strong>(6):1143–1146, 2001).<br />
Porém, os defensores contaram que seus dados não significavam muito (Maughan, H., <em>et al.</em>, The paradox of the ‘ancient‘ bacterium which contains ‘modern‘ protein-coding genes, <em>Molecular Biology and Evolution</em> <strong>19</strong>(9):1637–1639, 2002). Eles também deram muitas evidências de que o sal em que a bactéria foi aprisionada formou-se em redor quando a camada rochosa foi formada, e não em inclusão posterior (Satterfield,C.L., et al., New evidence for 250 Ma age of halotolerant bacterium from a Permian salt crystal, <em>Geology</em> <strong>33</strong>(4):265–268, abril 2005.</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef12"></a>Wieland, C., Sensational dinosaur blood report! <em>Creation</em> <strong>19</strong>(4):42–43, 1997, &lt;creationontheweb.com/dino_blood&gt;.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a name="endRef13"></a>Wieland, C., Still soft and stretchy, &lt;creationontheweb.com/stretchy&gt;., 25 março 2005.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="text-align:left;">Doyle, S., Squishosaur scepticism squashed, &lt;creationontheweb.co/collagen&gt;, 20 abril 2007; veja também &lt;creationontheweb.com/schweit&gt;.</p>
</li>
</ol>
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