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	<title>Considere a possibilidade</title>
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	<description>Por que você está vivo?</description>
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		<title>Considere a possibilidade</title>
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		<title>Ensinar ciências sem acreditar em Darwin: é possível?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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O jornal Estado de S. Paulo publicou, nesta segunda-feira, 2 de novembro, uma interessante notícia. O doutorando Luis Fernando Marques Dorvillé, ao procurar responder à pergunta que dá título a este artigo, passou 8 anos entrevistando alunos para sua tese de doutorado, pela Universidade Federal Fluminense. Afinal, ele não consegue entender como alguém pode ensinar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=472&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-475" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/11/06/ensinar-ciencias-sem-acreditar-em-darwin-e-possivel/teacher/"><img class="aligncenter size-large wp-image-475" title="teacher" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/11/teacher.jpg?w=393&#038;h=343" alt="teacher" width="393" height="343" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O jornal Estado de S. Paulo publicou, nesta segunda-feira, 2 de novembro, uma interessante notícia. O doutorando Luis Fernando Marques Dorvillé, ao procurar responder à pergunta que dá título a este artigo, passou 8 anos entrevistando alunos para sua tese de doutorado, pela Universidade Federal Fluminense. Afinal, ele não consegue entender como alguém pode ensinar ciências sem acreditar na teoria de Darwin.</p>
<blockquote><p>Ele distribuiu questionários entre os alunos de todas as religiões. Diante de questões como: &#8220;Comente a frase: alguns seres vivos têm parentesco maior entre si do que com outros&#8221; descobriu que a desconfiança sobre teoria da evolução chega a 70% entre os protestantes, 30% dos católicos e 20% dos espíritas e umbandistas (1).</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">A reportagem fala da indignação do pesquisador ante o embate dos alunos, e da acomodação e conciliação dos estudantes frente ao que aprendem. É possível ensinar ciências sem acreditar em Darwin?</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns relatos são impressionantes. Um dos alunos, no calor da discussão, disse: &#8220;Minha avó não é macaca. Então foi Deus quem criou o homem.&#8221; Dói só de ouvir. Outro, mais perturbador ainda, disse: &#8220;Eu sei de tudo isso que você está me falando, mas prefiro não pensar muito.&#8221; Ainda há o relato de Aline Malafaia, que, para a surpresa de qualquer um que leia a Bíblia e estude Biologia, diz que os 7 dias da criação podem ter sido 7 milhões de anos, nos quais a evolução ocorreu. Absurdo evolucionista, porque a evolução da vida teria levado bilhões (não milhões de anos); absurdo criacionista, porque um Deus que faz milagres diz que criou em sete dias literais, mas ela diz que não; absurdo hermenêutico, porque o que ela disse arruína a interpretação sadia do Livro, e desestabiliza (talvez causando desmoronamento) as bases da fé cristã. Será que ela ensinaria isso na Escola Dominical, já que é sua fé?</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;"><strong>Se Darwin não quis conciliar as coisas, por que eu vou querer?</strong></span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">O próprio Darwin não aceitava a conciliação entre o Gênesis e a sua teoria. Para ele, não era possível que um Deus de amor criasse um mecanismo cruel como a seleção natural. Ele evitou o quanto pode que as pessoas conciliassem a teoria da evolução e o livro de Gênesis. E estava certo. Não dá mesmo. Ou se crê na teoria da evolução, ou se crê no relato de Gênesis. Veja bem, estou usando o conceito de fé para ambos os casos, porque é disso que se trata a coisa toda.</p>
<p style="text-align:justify;">Se é assim, o que nós, professores dedicados de ciência, deveríamos fazer? Como um criacionista pode ensinar evolução?</p>
<p style="text-align:justify;">Passei grande parte de minha graduação fugindo dessa pergunta. Até que entendi que a evolução é <em>a teoria mais aceita entre os cientistas, hoje. </em>Bem, pode ser a mais aceita, mas não é unânime, e nem é a única. Ela tem verdadeiros rombos inexplicáveis, e faltam-lhe muitos pedações e pedacinhos. Mas é importante considerar o que deve ser ensinado independente de ensinar transformismo de táxons.</p>
<p style="text-align:justify;">Deve-se ensinar seleção natural. É comprovada. Deve-se ensinar especiação. Deve-se ensinar isolamentos geográficos, reprodutivos. Deve-se ensinar mutações e DNA. Deve-se ensinar taxonomia. Deve-se ensinar geologia. Isso não é teoria da evolução. Isso é Biologia.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Um glossário básico</span><br />
</em></h3>
<p style="text-align:justify;">Teoria da Evolução é o nome que damos à<strong> fé</strong> que liga todos esses fatos da biologia à <strong>crença</strong> de que todos os animais têm um ancestral comum, em uma célula &#8220;simples&#8221; que surgiu a uns 3 bilhões de anos atrás, fruto do acaso cego que gerou a vida, que se desenvolveu e aumentou em complexidade por ação das mutações e seleção natural, entre outros processos. É o paradigma dominante hoje, e fazem pesquisas com ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, Teoria do Design Inteligente (TDI) é o nome que damos à <strong>fé</strong> que liga todos esses fatos da biologia à <strong>crença</strong> de que todo o universo apresenta evidências sólidas de projeto, e que, portanto, tem um Designer Inteligente desconhecido que o projetou. É um paradigma emergente hoje, e fazem pesquisas com ele.</p>
<p style="text-align:justify;">E Criacionismo é o nome que damos à <strong>fé</strong> que liga esses fatos da biologia à crença de que tudo isso tem um Designer Inteligente, que pode ser conhecido, e revela-se na Bíblia, sendo o Deus judaico-cristão que chamamos de &#8220;Pai nosso que está nos céus&#8221;. É um paradigma resistente até hoje, e fazem pesquisas com ele.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><strong><span style="color:#3366ff;">Minha revolta é a seguinte&#8230; </span></strong></em></h3>
<p style="text-align:justify;">A sociedade recusa-se a aceitar que a teoria da evolução é sobretudo questão de fé. Portanto, não deve ser ensinada como fato científico. Contudo, para eles, devemos ensinar aos alunos que os peixes evoluíram para anfíbios. Legal. Mas o que faremos quando os alunos perguntarem: &#8220;Professor, como eu posso ter certeza que as coisas aconteceram desse jeito?&#8221; Ah, já sei! Vamos responder assim, né? &#8220;Essa é a posição dominante entre os cientistas.&#8221; Em outras palavras: &#8220;Você tem que acreditar no que a maioria das pessoas acredita, mesmo sem evidências sólidas, ou explicações adequadas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Mas abram-se os livros didáticos, e ver-se-á que a evolução está lá sendo ensinada como fato absoluto. As evidências são arrumadas e organizadas para apoiarem esse paradigma. Não há nem uma palavra sobre a TDI, nem uma explicação sobre o que é criacionismo, senão escárneo. Desse jeito, é melhor chamarmos nossas aulas de ciências de catecismo ao ateísmo. Combina mais com fé que com ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">E os estudantes (universitários) cristãos, que poderiam se atualizar, estudar mais e tentar propor uma mudança (que é possível), acomodam-se e deixam-se calar, negando sua fé, moldando-a aos ensinos mutáveis da pseudociência, com o intuito de ter sucesso profissional (leia-se, no caso de alguns, vender-se por dinheiro). Que vergonha para aqueles que se dizem  cristãos e protestantes, pois negam a própria essência do protestantismo e do cristianismo: ter a Bíblia como Palavra de Deus, infalível e inerrante. Preferem acreditar no que as últimas pesquisas dizem, e reinterpretar a Bíblia ao seu gosto, que acreditar no que Deus já disse há tento tempo atrás.</p>
<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-476" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/11/06/ensinar-ciencias-sem-acreditar-em-darwin-e-possivel/silence/"><img class="aligncenter size-large wp-image-476" title="silence" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/11/silence.jpg?w=430&#038;h=246" alt="silence" width="430" height="246" /></a></p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Respondendo a questão</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">É perfeitamente possível ser professor de Ciências sem acreditar em tudo o que Charles Darwin disse. Isso porque o que o professor de ciências precisa ensinar é Ciências Naturais &#8211; Física, Química, Biologia. Mas também deveria poder ensinar evidências que os criacionistas e <em>designers</em> descobrem e propõem, não só as que os evolucionistas propõem (muitas delas desatualizadas e já respondidas, embora as respostas não estejam lá no livro).</p>
<p style="text-align:justify;">Mas podem acreditar no que quiserem. O que não é possível é um cristão sem o Gênesis, sem a Bíblia. Esse tipo de cristão ainda não evoluiu, nem pode evoluir.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong><em><span style="color:#3366ff;">Referências</span></em></strong></h3>
<p style="text-align:justify;">(1) VIEIRA, Márcia. Pesquisa mostra conflito de biólogos evangélicos. <strong>O Estado de S. Paulo</strong>, p. A14, 2 nov 2009. Disponível em : &lt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091102/not_imp459863,0.php&gt;. Acesso em 06 nov 2009.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma grande realização para nós: Legendamos um filme (e não é do Youtube!)!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 21:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queridos leitores e visitantes!
Com muita alegria quero anunciar o lançamento do documentário australiano A Viagem que Chocou o Mundo, uma parceria entre Fathom Media e Creation Ministries International. O que isso tem a ver com a gente? Bem&#8230; Fizemos as legendas em português para o filme! É um documentário fantástico, que analisa as influências de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=468&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Queridos leitores e visitantes!</p>
<p style="text-align:justify;">Com muita alegria quero anunciar o lançamento do documentário australiano <em><strong>A Viagem que Chocou o Mundo</strong></em>, uma parceria<img class="alignright" title="Darwin" src="http://creation.com/images/fp_articles/2009/6254darwin-and-eyeglass.jpg" alt="" width="350" height="197" /> entre Fathom Media e Creation Ministries International. O que isso tem a ver com a gente? Bem&#8230; Fizemos as legendas em português para o filme! É um documentário fantástico, que analisa as influências de Darwin na formulação de sua teoria da evolução, enquanto viajava a bordo do HMS Beagle, ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Fiquei muito feliz com a oportunidade única, pois é uma chance de multiplicar o nosso trabalho, extendendo-o para além do mundo virtual.</p>
<p style="text-align:justify;">Por enquanto, está sendo vendido apenas no site do <a href="https://store.creation.com/intl/product_info.php?sku=30-9-543" target="_blank">Creation Ministries International</a>, no valor de AU$ 27,23 (cerca de uns R$ 43,00), e eles estão dando de brinde o DVD &#8220;Refuting evolution&#8221; (Refutando a Evolução). Já estou procurando um distribuidor brasileiro para ver se consigo trazê-lo integralmente para cá.</p>
<p style="text-align:justify;">Nestes 200 anos de Darwin, o filme é uma excelente fonte de instrução. Conta com entrevistas de especialistas e dramatizações. É muitíssimo bem feito.</p>
<blockquote><p>Este documentário fascinante não é uma trabalho belicoso ou um tipo barato de propaganda. Na verdade, deixa que Darwin fale por si mesmo e apresenta sua história através dos olhos de professores e outros que admiram o homem. Nesse processo, porém, emergem suas falhas, confusão e teorias falsas&#8230; um dos melhores documentários já produzidos. (Dr Ted Baehr, Movieguide, 1)</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Se você acha que Darwin era qualquer coisa menos que genial, precisa ver este filme. E se você acha que ele era qualquer coisa mais que um humano com defeitos, também precisa ver este filme.</p>
<blockquote><p>Em 1831, um jovem cientista amador, Charles Darwin, embarcou no HMS Beagle em uma viagem de cinco anos de descobertas.</p>
<p>2009 marca o 200º aniversário do nascimento de Darwin e o 150º aniversário da publicação de seu livro, &#8220;A Origem das Espécies&#8221;. <strong>A Viagem que Chocou o Mundo</strong> revive a jornada de Darwin, explorando os lugares e descobertas cruciais à formulação de sua Teoria da Evolução.</p>
<p>Filmado na América do Sul, Reino Unido, América do Norte, Austrália e Europa, <strong>A Viagem</strong> apresenta dramatizações e impressionantes cenas naturais, juntamente com entrevistas com especialistas, que dividem suas perspectivas sobre o homem e a controvérsia.</p>
<p>Uma oportunidade fascinante e provocadora para adquirir novos <em>insights</em> na <strong>Viagem que Chocou o Mundo</strong>.&#8221; (2)</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quero agradecer publicamente a Deus, pela rica oportunidade de fazer Seu trabalho, e agradecer aos leitores e visitantes deste blog, que só o têm feito crescer. A todos vocês meu sincero &#8220;obrigado&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O trailer pode ser visto <a href="http://www.thevoyage.tv/trailer.aspx" target="_blank">neste link</a> (3). Para mais informações sobre o filme, veja as referências.</p>
<p style="text-align:justify;">Abraço e Deus abençoe,</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Referências</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">(1) Review Ted Baehr. Disponível em: &lt;http://www.movieguide.org/articles/1/316&gt;. Acesso em 27 out 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">(2) Sinopse do filme. Traduzido diretamente de &lt;https://store.creation.com/intl/product_info.php?sku=30-9-543&gt;. Acesso em 27 out 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">(3) Trailer oficial do site &lt;www.thevoyage.tv&gt;. Acesso em 27 out 2009.</p>
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			<media:title type="html">Daniel</media:title>
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			<media:title type="html">Darwin</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Aranhas são carnívoras?</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/10/22/aranhas-sao-carnivoras/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 03:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São? Qual não foi minha surpresa ao ler o jornal A Folha de S. Paulo de 13 de outubro de 2009 (1), e ver uma matéria incrível. Pensei que não fosse possível uma aranha que não fosse carnívora. Mas é aquela coisa, né? Vida é vida. Por mais que classifiquemos os seres vivos, sempre aparece [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=453&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">São? Qual não foi minha surpresa ao ler o jornal A Folha de S. Paulo de 13 de outubro de 2009 (1), e ver uma matéria incrível. Pensei que não fosse possível uma aranha que não fosse carnívora. Mas é aquela coisa, né? Vida é vida. Por mais que classifiquemos os seres vivos, sempre aparece um que nos surpreende mais do que estamos preparados. E, no meio de 40 mil espécies de aranhas conhecidas, aparece uma que é vegetariana.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 259px"><a href="http://www.sciencenews.org/view/access/id/35122/name/sm_spider_web.jpg"><img title="Bagheera kiplingi comendo uma ponta de folha." src="http://www.sciencenews.org/view/download/id/35122/name/LUNCH%2C_SANS_WEB" alt="Bagheera kiplingi comendo uma ponta de folha." width="249" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Bagheera kiplingi comendo uma ponta de folha.</p></div>
<p style="text-align:justify;">No México e na Costa Rica, vive a aranha <em>Bagheera kiplingi</em> (Bagueera é o nome da pantera-vilã em “Mogli, o Menino Lobo”). Ela se alimenta de folhas de acácia. Acontece o seguinte: as acácias têm uma boa relação ecológica com as formigas: a formiga patrulha a árvore, eliminando outros insetos herbívoros, e a acácia faz o pagamento em pontinhas suculentas das folhas, muito nutritivas para as formigas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas você sabe como são as aranhas… A <em>B. kiplingi</em>, como diz o repórter da Folha, “tira uma casquinha desse bom relacionamento”, comendo as folhas destinadas às formigas. Os cientistas não sabem dizer se isso é parasitismo ou não, pois as relações ecológicas são bastante complexas. Com essa dieta, a <em>B. kiplingi</em> parece ter superado um problema das aranhas: não precisa lançar sobre a presa seus sucos gástricos, para poder sugar o material digerido. Ela “mastiga” e chupa o material vegetal com as quelíceras. Como ela digere as folhas?</p>
<p style="text-align:justify;">Precisamos ir com calma. Se você quer emagrecer, e é convidado a ir a um rodízio, você vai comer salada, mas uma carninha tem que ter! Pois é, a<em> B. kiplingi</em> pensa mais ou menos do mesmo jeito. De vez em quando, ela come as larvas da formiga, só que não é para dar uma colorida no prato, e sim porque provavelmente competem pelo mesmo alimento. Pode ser que essas poucas larvas tragam bactérias da flora intestinal das formigas, responsáveis por digerir as pontas das folhas.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">O predatismo</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Há algum tempo, publiquei aqui no blog um artigo que apresentou Lea, uma leoa que comia espaguete (2). É um tanto díspare pensarmos em um animal assim. Leões são carnívoros, mas é possível que um deles, saudável, coma material vegetal, cresça forte e com saúde.</p>
<p style="text-align:justify;">Leões e aranhas são animais que chamamos de consumidores nas relações ecológicas. Sempre acima daqueles que comem as plantas – os herbívoros. Uma planta produz, o herbívoro consome a planta e o carnívoro consome o herbívoro. E ainda há carnívoros que consomem esses carnívoros. Passando por tudo isso, estão os decompositores, que consomem todos eles quando morrem.</p>
<p style="text-align:justify;">O que permite essa teia trófica é aquilo que chamamos de predatismo. Nessa relação ecológica, organismos caçam organismos em busca da sobrevivência. Como resultado temos a transferência da energia produzida pelas plantas, na forma de alimento. As relações de predatismo e transferência de energia permitem que a vida seja hoje tão variada e rica como vemos em documentários da <em>Discovery</em> e <em>National Geographic</em>. É uma importante ferramenta para que atue a seleção natural.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Como um Deus de amor tem coragem de idealizar o predatismo?</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Uma das coisas que colocou pulgas atrás das orelhas de Darwin foi justamente essa questão. Para ele, era impossível conciliar a doutrina cristã de um Deus de amor com o caso da vespa que bota seus ovos sobre uma aranha; ovos que, quando eclodem liberam larvas esfomeadas que comem a aranha – viva. Como Deus poderia idealizar um negócio tão macabro?</p>
<p style="text-align:justify;">Eu entendo o que Darwin sentia nesse aspecto. É difícil mesmo conciliar. Ainda mais quando se considera o relato de Gênesis uma bobagem inventada, sem qualquer veracidade. Quando pensamos assim, tendemos a não prestar atenção à leitura, e barramos nossa compreensão.</p>
<p style="text-align:justify;">Vou responder a essa questão assim: Deus não quis o predatismo, mas já sabia que acabaria sendo necessário.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Voltando ao Princípio</span></em></h3>
<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-456" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/10/22/aranhas-sao-carnivoras/vegetais-2/"></a><a rel="attachment wp-att-456" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/10/22/aranhas-sao-carnivoras/vegetais-2/"><img class="aligncenter size-large wp-image-456" title="vegetais" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/10/vegetais1.jpg?w=442&#038;h=332" alt="vegetais" width="442" height="332" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">No princípio, criou Deus os céus e a terra. Então, por meio de Sua Palavra foi criando as coisas. Criou as plantas e os animais. E o homem. Como esses organismos manteriam suas vidas, através da alimentação saudável?</p>
<blockquote><p>Disse Deus: “Eis que lhes dou todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês. E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si o fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão. (Gênesis 1:29-30, NVI)</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Aí está: Deus os criou vegetarianos, todos, inclusive leões e aranhas. Alguém pode perguntar: mas a humanidade viveria só a salada e frutas? Ora, basta olharmos para nossas cozinhas, para um belo prato de arroz, feijão, batata e salada. Todos alimentos vegetais, gostosos, saudáveis e fáceis de preparar. Porém, com a Queda e maldade crescente do ser humano, Ele resolveu destruir a tudo com um dilúvio avassalador. Depois desse dilúvio, como havia escassez de provisões, Deus liberou ao homem uma dieta carnívora.</p>
<blockquote><p>Tudo o que vive e se move servirá de alimento para vocês. Assim como lhes dei os vegetais, agora lhes dou todas as coisas.(Gênesis 9:3, NVI)</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Deus previu tudo o que aconteceria. Por isso, programou geneticamente a todos os predadores para desenvolverem o predatismo nesse caso. E programou todas as presas com meios de se defenderem. A seleção natural e a especiação<br />
encarregaram-se do resto.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Conclusão</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">As crueldades do mundo natural não são responsabilidade de seu Criador, mas do homem, que resolveu desobedecer e condenar o universo a degenerar consigo. Ao olharmos para animais como a <em>B.kiplingi</em>, somos lembrados daquilo que era perfeito, mas que foi amaldiçoado (e continua sendo) por nossa causa. Todavia, a promessa de Deus é que tudo será novo um dia. Novos céus e nova terra , sem predatismo, aquecimento global e crueldades. Isso tudo de graça para quem quiser acreditar no Seu Filho, Jesus Cristo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Referências</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">(1) ARANHA DO MÉXICO É VEGETARIANA, afirma grupo de cientistas. <strong>Folha de S. Paulo</strong>, 13out 2009, p. A16.</p>
<p style="text-align:justify;">(2) CATCHPOOLE, David. Lea: a leoa que come espaguete. <strong>Considere a Possibilidade</strong>, 13 ago 2009. Disponível em: &lt;http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/08/13/lea-a-leoa-que-come-espaguete/&gt;. Acesso em 22 out 2009.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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		<title>Justificando a falta</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/10/16/justificando-a-falta/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 09:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoal!
Estou escrevendo para explicar minha ausência na semana passada. Não publiquei nada porque peguei uma gripe avassaladora, e não tive condições de trabalhar&#8230; Aí, vocês sabem, o trabalho acumulou para essa semana e também não produzi nada a tempo (comecei, mas não consegui terminar um artigo).
Peço desculpas, e até semana que vem (se Deus [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=451&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Olá, pessoal!</p>
<p>Estou escrevendo para explicar minha ausência na semana passada. Não publiquei nada porque peguei uma gripe avassaladora, e não tive condições de trabalhar&#8230; Aí, vocês sabem, o trabalho acumulou para essa semana e também não produzi nada a tempo (comecei, mas não consegui terminar um artigo).</p>
<p>Peço desculpas, e até semana que vem (se Deus quiser e eu conseguir tempo), quando vou publicar um novo artigo.</p>
<p>Abraço e Deus os abençoe,</p>
<p>Daniel.</p>
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			<media:title type="html">Daniel</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Deus, você está suspenso!&#8221;</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/10/01/deus-voce-esta-suspenso/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 04:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[design inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[sala de aula]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Por que os alunos agem assim?&#8221;
Essa pergunta é feita por cada professor brasileiro, nesse enorme Brasil, com enormes problemas escolares. Pela palavra &#8220;assim&#8221;, entende-se &#8220;desrespeitosamente&#8221;, &#8220;irresponsavelmente&#8221;, &#8220;desonestamente&#8221;, &#8220;maliciosamente&#8221; e por aí vai. Quando somos estudantes dedicados nas carteiras de nossas faculdades, prestando atenção às aulas de Psicologia da Educação, Prática de Ensino e Didática, não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=437&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Leitura" src="http://www.sxc.hu/pic/l/l/lu/lusi/1102366_83364667.jpg" alt="" width="454" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Por que os alunos agem assim?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Essa pergunta é feita por cada professor brasileiro, nesse enorme Brasil, com enormes problemas escolares. Pela palavra &#8220;assim&#8221;, entende-se &#8220;desrespeitosamente&#8221;, &#8220;irresponsavelmente&#8221;, &#8220;desonestamente&#8221;, &#8220;maliciosamente&#8221; e por aí vai. Quando somos estudantes dedicados nas carteiras de nossas faculdades, prestando atenção às aulas de Psicologia da Educação, Prática de Ensino e Didática, não percebemos que aqueles problemas discutidos sairão do limbo teórico e invadirão nossas realidades pacatas. Quando finalmente resolvem sair, muitas vezes não sabemos o que fazer, especialmente se somos parte do famigerado grupo de profissionais multi-uso, conhecidos pelo codinome &#8220;eventuais&#8221;, do qual faço parte.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora as respostas a esses problemas sejam sondadas e testadas o tempo todo, e muitas pessoas (incomparavelmente mais competentes que eu) proponham respostas e soluções a eles, a cosmovisão que os alunos têm sobre a realidade é fundamental, e não pode ficar de fora dessa análise. Por isso, apresento-lhes um &#8220;estudo de caso&#8221;, e proponho uma reflexão acerca do que temos visto.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">A invasão do problema</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Na última terça-feira, dia 28 de setembro, vivenciei um desses problemas. Ao substituir a professora de inglês, pensei em uma aula sobre meio-ambiente e sustentabilidade, já que minha gramática em inglês flutua entre o básico e o intuitivo. Armado com caixa de giz, diário escolar e canetas, entrei na sala de aula. Primeiro ano do Ensino Médio. &#8220;Bom dia&#8221;, desejei aos alunos. &#8220;Bom dia o #$%!&amp;* !&#8221;, ouvi como resposta. Ignorei (em termos) e comecei a redigir o texto, que serviria de base para a discussão e atividade para nota, na lousa. Tentei muitas vezes explicar para poucos alunos, chamando à atenção os inconstantes, mas sendo completamente ignorado.</p>
<p style="text-align:justify;">Minutos derradeiros da primeira aula, véspera do Intervalo. Saí caçando os cadernos que conteriam os preciosos textos, vistando aqueles que fizeram a atividade. Aos alunos que não fizeram, questionava o motivo e o número de chamada. Seriam punidos com &#8220;ponto negativo&#8221; no diário. Minha mão esquerda ficou cheia de números, de tal forma, que eu parecia ser obcecado por algarismos arábicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eis o problema: dois alunos, que não fizeram absolutamente nada, ao serem questionados sobre seus números, deram-me número de outra aluna (sim, de sexo oposto) e nome de aluno inexistente. Não perceberam que consequências teriam suas ações? Ao pedir a atenção do Professor Coordenador para o caso, ele prontamente atendeu e foi à sala em que eu estava, já depois do Intervalo. Ao ser confrontado com seu crime, um dos dois alunos, então, desafiou-me e, em gesto de intimidação, exigiu que eu anotasse seu número na lista. Foi suspenso por &#8220;desrespeito a funcionário público&#8221;. O outro aluno foi transferido da escola, pois não foi a primeira vez que desrespeitava um professor, e a escola vinha tentando novas abordagens com ele há tempos, sem sucesso.</p>
<p style="text-align:justify;">O que leva os alunos a tomarem esse tipo de atitude?</p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;"><em><strong>A exploração do problema</strong></em></span></h3>
<p style="text-align:justify;">É evidente que esses alunos queriam se safar de encrencas, com a escola, com os pais e com os amigos. Para isso recorreram a essas atitudes anti-éticas, sem se preocupar absolutamente com suas causas, efeitos, e validade (além da eficácia). Não podemos esquecer que esses alunos estão em formação &#8211; são adolescentes, e estão se descobrindo. Mas já têm noções de ética, e sabem muito bem distinguir certo e errado não-relativos. Sabem muito bem que dar o número de outro aluno ao professor vai &#8220;ferrar&#8221; o outro, e isso é errado em qualquer perspectiva, mas mesmo assim o fazem. Por quê?</p>
<p style="text-align:justify;">Em uma conversa com a professora de Filosofia da escola, observamos que os alunos, hoje, não tem nenhuma preocupação com o futuro, salvo exceções; nem se preocupam com o peso da responsabilidade de suas atitudes (não sentem medo do que virá). Como explicar que, na mesma classe, uma garota diga que quer estudar Física, e outro aluno diga que quer &#8220;pegar mulheres&#8221;? É interessante perceber isso, como é interessante perceber que os heróis de nossos alunos não são mais o Capitão Marvel, nem o Capitão América, mas o Capitão Nascimento, armado até os dentes, que tortura criminosos. Isso quando os heróis são policiais!</p>
<p style="text-align:justify;">Façamos mais um por quê. Por quê eles perderam esse senso de futuro e de justiça? Dizer que herdam isso dos telejornais, que mostram a impunidade gritante do país e as atitudes esdrúxulas do Senado Federal responde um bocado, mas é pouco.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;"><em><strong>Botando Deus pra fora da sala</strong></em></span></h3>
<p style="text-align:justify;">Quando começaram a tirar Deus de cena, o trem descarrilhou. Defendo a laicidade do Estado e da escola, mas deixar de aguçar a curiosidade sobre a existência de Deus é uma atitude tanto extremista como irresponsável. A dúvida gera cuidado. Quem duvida anda na ponta dos pés. Porém, sob a bênção da laicidade, o ateísmo quer nos convencer que Deus tem que ficar longe da sala.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois é, olha só no que dá.</p>
<p style="text-align:justify;">É mais do que óbvio que há uma lei moral no Universo. É quase palpável, e está ilustrada na capacidade que temos de saber o que é certo e errado, em termos não-relativos. Algumas coisas são certas para determinadas culturas, mas erradas para outras. Determinadas coisas, porém, são erradas em todas as culturas. Por que esse fato não pode ser discutido em sala de aula? Só porque tem implicações metafísicas? Da mesma forma, por que não discutir as intrigantes impressões de que há uma Inteligência por trás do Projeto do Universo? Por que também há implicações metafísicas? Ora, é óbvio que há. Mas o que se pode fazer? Se a afirmação tem implicações metafísicas, a negação também tem as mesmas implicações. Ou não é metafísico, em uma aula sobre origem da vida, dizer a um aluno que ele é um acidente cósmico sem explicação ou propósito? Não se pode fugir dessas implicações, embora se possa muito bem (como temos feito até hoje) fechar os olhos e assobiar, esperando que ninguém pergunte nada constrangedor na sala de aula, e que levem suas vidas religiosas dissociadas de sua vida escolar, acadêmica, secular.</p>
<p style="text-align:justify;">Professores &#8211; educadores &#8211; são responsáveis pela formação de seus alunos. Isso inclui principalmente a capacidade de questionar o mundo, as religiões, os fenômenos que nos cercam. A melhor ciência e os melhores cientistas são feitos assim. Escola não é lugar de evangelismo, tudo bem. Mas é lugar de perguntar sobre tudo, e sair de lá com pulgas atrás das orelhas sobre <em>possibilidades</em>. E, por que não, a possibilidade de um Criador, perante o qual deveremos prestar contas de nossos atos?</p>
<p style="text-align:justify;">Isso poderia mudar um bocado nossa vida dentro das salas de aula&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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			<media:title type="html">Leitura</media:title>
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			<media:title type="html">Creative Commons License</media:title>
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		<title>Escalando o Monte Improvável</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 04:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[biologia evolutiva do desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 31(4):42-45, set-nov 2009. Título original: “Climbing Mount Improbable”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
por David White
O herói evolucionista Richard Dawkins faz uma interessante analogia sobre o modo como os processos evolutivos funcionam – ele os compara a escalar uma montanha: o Monte Improvável (1). Muitas estruturas nos seres [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=414&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:xx-small;"><em>Artigo traduzido de: Creation <strong>31</strong>(4):42-45, set-nov 2009. Título original: “Climbing Mount Improbable”. Copyright</em> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>por <strong>David White</strong></em></p>
<div id="attachment_417" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a rel="attachment wp-att-417" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/25/escalando-o-monte-improvavel/creation-31-figura-2/"><img class="size-full wp-image-417" title="creation 31 figura 2" src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/creation-31-figura-2.jpeg?w=468&#038;h=321" alt="&quot;A própria biologia evolutiva está evoluindo&quot;" width="468" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;A própria biologia evolutiva está evoluindo.&quot;</p></div>
<p style="text-align:justify;">O herói evolucionista Richard Dawkins faz uma interessante analogia sobre o modo como os processos evolutivos funcionam – ele os compara a escalar uma montanha: o Monte Improvável (1). Muitas estruturas nos seres vivos são tão complexas, ele admite, que a probabilidade de elas poderem surgir por acaso é absurda (como escalar uma montanha em um único salto) (2). Mas, de acordo com Dawkins, se escalarmos a montanha em passos progressivos (de mutações genéticas filtradas pela seleção natural), poderemos alcançar o topo sem qualquer necessidade de invocar um criador. Esse mecanismo evolutivo é conhecido como neodarwinismo. E mesmo tendo sido entusiasticamente ensinado por muitos anos, numerosos biólogos evolucionistas agora reconhecem que o neodarwinismo <em>não é suficiente</em> para escalar o Monte Improvável. Isso não significa que estão reconhecendo sua derrota. Como veremos, a própria biologia evolutiva está evoluindo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;"><em>Um novo paradigma em biologia evolutiva: “evo-devo”</em></span></h3>
<p style="text-align:justify;">Cerca de três décadas atrás eu era apenas uma simples célula (um óvulo fecundado), mas agora sou uma “galáxia” de células (mais de 100 trilhões) digitando este artigo. Conforme eu me desenvolvia <em>no útero</em>, diferentes células ganharam diferentes funções. Algumas iniciaram a formação dos olhos, outras se tornaram músculos cardíacos, e assim por diante. Mas como células diferentes “sabem” como levar adiante essa tarefa tão bem orquestrada? Esse mistério do desenvolvimento embrionário dá dores de cabeça aos cientistas há décadas. Porém, em 1983, os biólogos descobriram um conjunto de genes de desenvolvimento (conhecidos como genes Hox), e a caixa preta do desenvolvimento embrionário começou a ser finalmente desvendada.</p>
<p style="text-align:justify;">Os genes Hox são genes de desenvolvimento que modelam toda a arquitetura do corpo. Uma mutação simples em um gene Hox pode mudar dramaticamente um organismo. Por exemplo, considere uma mosca-das-frutas mutante que tenha pernas no lugar das antenas!</p>
<p style="text-align:justify;">Embora essa condição obviamente traga desvantagens à mosca, tais mudanças deixaram muitos evolucionistas excitados, porque eles acham que, com isso, podem ter pistas de como corpos radicalmente novos poderiam evoluir.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme mais e mais genes de desenvolvimento são descobertos, um campo totalmente novo de pesquisa tem se desenvolvido; e tenta fundir a biologia do desenvolvimento com a biologia evolutiva. O resultado é a Biologia Evolutiva do Desenvolvimento (“evo-devo”). O princípio básico que dirige a evo-devo é: se o desenvolvimento embrionário for “reprogramado”, estruturas “improváveis” como membros, asas e novos <em>designs</em> corporais devem surgir.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Organismos diferentes, genes parecidos</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Os genes Hox são parte de um vasto grupo de genes de desenvolvimento que têm várias funções. Alguns deles delimitam a geografia do corpo do embrião. Outros desempenham papéis-chave no desenvolvimento de estruturas como membros, olhos e coração. Contudo, a coisa mais surpreendente sobre os Hox e outros genes de desenvolvimento é que eles são compartilhados por todo o reino animal. Organismos tão diferentes como sanguessugas e advogados são “construídos” usando os mesmos genes de desenvolvimento! Essa descoberta foi um choque tão grande que um dos mais eminentes biólogos do mundo, Sean Carroll (3), confessou: “até hoje, nenhum biólogo teve a mais vaga noção de que tais similaridades pudessem existir entre genes de animais tão diferentes” (4).</p>
<p style="text-align:justify;">Por que os evolucionistas ficaram tão surpresos? Bem, só porque criaturas que supostamente divergiram há milhões de anos atrás não deveriam compartilhar essa surpreendente similaridade nos genes de desenvolvimento. Mas compartilham. Por exemplo, os evolucionistas alegam que os humanos já dividiram um ancestral comum com a mosca-das-frutas. Porém, desde que nos separamos, há muito tempo atrás, quaisquer genes similares que compartilhávamos deveriam ter se misturado além da identificação, por incontáveis gerações de mutações. É por isso que Ernst Mayr, um homem descrito certa vez como “o maior evolucionista vivo no mundo” declarou, “a busca por genes homólogos [similares] é um tanto fútil, exceto em parentes muito próximos” (5). Mas isso está errado. Não apenas compartilhamos genes de desenvolvimento similares com as moscas-das-frutas, como também com praticamente todas as outras criaturas do planeta!</p>
<p style="text-align:justify;">Então, como isso mudou a forma como os evolucionistas veem a evolução? Bem, desde que animais muito diferentes são gerados pelo uso de genes similares, os proponentes da evo-devo discutem que a força motriz da evolução não são as mudanças em genes (codificadores de proteínas), mas as mudanças no DNA regulador (interruptores genéticos), que controlam os genes (6). Em outras palavras, “&#8230; a evolução da forma é nem tanto sobre quais genes você tem, mas sobre como você os utiliza” (7). Isso também contradiz o que os neodarwinistas nos disseram há muito tempo – “De acordo com a teoria moderna (chamada neodarwinismo), mudanças ocorrem nos organismos por <em>mutações de genes</em>” (8, ênfase minha).</p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;"><em>Construindo um “bebê”</em></span></h3>
<p style="text-align:justify;">Muitos dos genes de desenvolvimento são parte de interruptores genéticos que regulam outros genes (9). Durante o desenvolvimento embrionário esses interruptores iniciam a cascata de expressão genética que constrói várias estruturas. Por exemplo, o gene de desenvolvimento <em>Pax-6</em> é parte de um interruptor genético que induz o desenvolvimento do olho. Quando o <em>Pax-6</em> de um camundongo foi inserido no genoma de uma mosca-das-frutas, as estruturas do olhos da moscas-das-frutas formaram-se normalmente. O gene do camundongo era tão similar ao seu equivalente na mosca (mesmo que essas criaturas tenham supostamente divergido há mais de 500 milhões de anos atrás), que induziu o programa para desenvolvimento do olho na mosca! Da mesma forma, o gene <em>Distal-less</em> faz parte de um interruptor-mestre para desenvolvimento dos membros e o gene <em>Tinman</em> (chamado assim por causa do Homem de Lata em “<em>O Mágico de Oz</em>”) é parte de um interruptor-mestre para o desenvolvimento do coração. Portanto o desenvolvimento embrionário envolve uma ampla gama de interruptores genéticos mestres, que ligam o programa certo no lugar certo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Evolução dos interruptores genéticos?</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Como as mudanças nos interruptores genéticos estão sendo agora exaltadas como a chave da evolução, os proponentes da evo-devo têm se interessado em entender as adaptações causadas por tais mudanças. Provavelmente o exemplo mais citado seja o do peixe esgana-gatas. Normalmente, esse peixe têm longos espinhos projetados de seu corpo. No fundo do lago isso é uma desvantagem, porque a larva da libélula agarra-se a ele. Porém, algumas variedades adaptaram-se ao ambiente. Devido a interruptores genéticos mutados, eles não desenvolvem espinhos pélvicos, e por isso são muito melhores em fugir do alcance de predadores (10). No entanto, esse tipo de mudanças é, na verdade, <strong>de</strong>volução, não <strong>e</strong>volução, pois um interruptor genético foi corrompido, impedindo a expressão de um gene-chave para a formação dos espinhos (<em>Pixtl</em>) na região pélvica. Este exemplo-chefe de “evolução por meio de interruptores genéticos” não inspirou nenhum evolucionista proeminente, como Jerry Coyne (Universidade de Chicago). “Esses exemplos representam a perda de traços, mais que a origem de novidades evolutivas” (11,12), disse ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, Jerry Coyne permanece cético de que mudanças nos interruptores genéticos sejam a chave da evolução: “a evidência para esta hipótese crítica, porém, baseia-se mais na inferência que na observação ou experimentação” (11). Mas apesar de seu ceticismo com a evo-devo, a crença do Dr. Coyne na evolução não mostra sinais de hesitação.</p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-432" href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/25/escalando-o-monte-improvavel/creation-31_fig-1-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="[Esquerda superior] - Forma normal: longos espinhos protegem contra predadores. [Esquerda inferior] - Forma que vive no fundo: Ausência de espinhos pélvicos diminui a predação da larva de libélula. [Direita inferior] - Devolução: O espana-gatas (embaixo) tem um interruptor genético corrompido que pára a expressão do gene Pitx1 na região pélvica, impedindo a formação do espinho naquela área. Isso ajuda a escapar da predação da larva de libélula, pois a larva se agarra aos espinhos, mas é o tipo de mudança errada necessária para escalar o Monte Improvável. Imagens escaneadas do artigo original." src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/creation-31_fig-12.jpeg?w=468&#038;h=234" alt="[Esquerda superior] - Forma normal: longos espinhos protegem contra predadores. [Esquerda inferior] - Forma que vive no fundo: Ausência de espinhos pélvicos diminui a predação da larva de libélula. [Direita inferior] - Devolução: O espana-gatas (embaixo) tem um interruptor genético corrompido que pára a expressão do gene Pitx1 na região pélvica, impedindo a formação do espinho naquela área. Isso ajuda a escapar da predação da larva de libélula, pois a larva se agarra aos espinhos, mas é o tipo de mudança errada necessária para escalar o Monte Improvável. Imagens escaneadas do artigo original." width="468" height="234" /></a></p>
<h3><em><span style="color:#3366ff;">“Urbilateria” – seu parente mais distante?</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">Uma vez que genes de desenvolvimento comuns são compartilhados em todo o reino animal, os evolucionistas acham que eles devem ter se originado antes dos diferentes grupos animais trilharem seus distintos caminhos evolutivos. Assim, o último ancestral comum de pessoas e caracóis deve tê-los possuído. Essa <em>criatura hipotética</em>, que os evolucionistas nos dizem ter vivido mais de meio bilhão de anos atrás, foi apelidada de “Urbilateria” (isto é, o ancestral de todos os animais com simetria bilateral) (13).</p>
<p style="text-align:justify;">A Urbilateria estava certamente “à frente de seu tempo”. Ela teria possuído muitos genes-chave de desenvolvimento para estruturas complexas e “improváveis” como membros, olhos e coração – mas ela teria vivido muito antes da evolução ter “inventado” os membros, os olhos e o coração! Não é de admirar que Sean Carroll reflita: “é intrigante ponderar quantos genes havia na Urbilateria” (14). É notável que esses evolucionistas agora insistam que muito do programa genético para fazer animais complexos já existia muito tempo antes dos próprios animais! “O potencial genético já estava pronto há pelo menos 50 milhões de anos, e provavelmente muito antes de formas grandes e complexas emergirem” (15). Declarações como esta inadvertidamente dão a impressão que a evolução faz previsões! Mas o próprio Dawkins insiste que a “natureza, diferentemente de humanos com cérebros, não faz previsões” (16). E, se os genomas são supostamente “formados” pela demanda de seu ambiente em função do tempo, porque a “natureza” deveria escrever um programa genético complexo 50 milhões de anos antes que fosse ele necessário?</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a descoberta de que o reino animal é construído usando os mesmos genes de desenvolvimento não apóia a ideia de toda a vida descender de um ancestral comum (embora seja comumente descrita assim) (17). Ironicamente, porém, os dados encaixam-se perfeitamente na proposta de um <em>único</em> Criador ter usado um “projeto” comum para “construir” o reino animal, ao invés de haver muitos criadores. De fato, em muitas culturas, um <em>designer </em>que usa o mesmo <em>design</em> básico em uma variedade de aplicações é grandemente honrado, pois mostra domínio sobre seus projetos (18).</p>
<p style="text-align:justify;">Um recente artigo da <em>New Scientist</em> alerta seus leitores: “Se você quiser saber como todos os seres vivos estão relacionados, não perca tempo olhando para qualquer livro texto que tenha mais de uns poucos anos de idade. As chances são de que a árvore da vida que você encontrará lá estará errada” (19). Como vimos, parece não importar que tipo de problemas os dados levantam para os evolucionistas (ou o quanto isso ofende as previsões passadas); a ideia de que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral <strong>não </strong>é negociável. Até mesmo o questionar essa ideia é reconhecido como heresia científica (20).</p>
<h3 style="text-align:justify;"><em><span style="color:#3366ff;">Referências e notas</span></em></h3>
<p style="text-align:justify;">(1) Dawkins, R., Climbing Mount Improbable, W.W. Norton &amp; Company, Nova Iorque, 1996. Veja resenha por Sarfati, J., Journal of Creation 12(1):29-34, 1998; &lt;creation.com/dawkins&gt;.</p>
<p style="text-align:justify;">(2) Dawkins fica frustrado quando dizem que os evolucionistas creem que os seres vivos evoluem por acaso. Embora ele admita que as mutações possam ser vistas como processos randômicos/aleatórios por muitas pessoas, ele insiste que a seleção cumulativa (natural) não é, definitivamente, aleatória. Assim, de acordo com Dawkins, é incorreto chamar a evolução de processo “aleatório”. Mas, se a seleção natural não pode ocorrer antes de haver entidades auto reprodutoras, a origem da primeira vida deve ser somente por acaso.</p>
<p style="text-align:justify;">(3) De acordo com o filósofo da ciência evolucionista Michael Ruse, “De todos os cientistas no mundo hoje, não há ninguém com quem Charles Darwin pudesse passar uma tarde, a não ser com Sean Carroll.”</p>
<p style="text-align:justify;">(4) Carroll, S.B., Endless forms most beautiful: the new science of evo devo, W.W. Norton &amp; Company, Nova Iorque, p.64, 2005. Veja resenha por Williams, A., Journal of Creation 19(3):40-44, 2005; &lt;creation.com/carroll&gt;.</p>
<p style="text-align:justify;">(5) Ref 4, pp. 71-72,</p>
<p style="text-align:justify;">(6) Os proponentes da evo-devo consideram mudanças no DNA regulador (isto é, interruptores genéticos) como a chave da evolução da anatomia, mas ainda reconhecem que a evolução dos processos fisiológicos depende fortemente da evolução dos próprios genes (veja Carroll,S.B., Evolution at two levels: on genes and form, PloS Biology 3(7):1159-1166, 2005).</p>
<p style="text-align:justify;">(7) Ref. 4, p. 153.</p>
<p style="text-align:justify;">(8) Heffernan, D. e Miller, R., The australian biology dictionary (2ª ed.), Longman, Melbourne, Austrália, p.86, 1997.</p>
<p style="text-align:justify;">(9) Uma vasta porção dos genes na caixa de ferramentas codifica fatores de transcrição. Estes ligam-se às sequências do DNA regulador (muitas vezes chamados acentuadores) para “ligar” outros genes. É assim que os interruptores genéticos funcionam. (Veja Carroll, S.B., Prud’home, B., Gompel, N., Regulating evolution, Scientific American 296(5):38-45, 2008.)</p>
<p style="text-align:justify;">(10) Exemplos similares deste tipo de seleção natural são abundantes – mesmo antes de Darwin, criacionistas reconheceram prontamente a seleção natural como um fato observável. Note, porém, que a seleção natural não é evolução porque nenhuma nova informação é gerada; a seleção natural meramente seleciona informação já existente. Veja Wieland, C., The evolution train’s a-coming’ (Sorry, a’goin’ – in the wrong direction), Creation 24(2):16-19, 2002; &lt;creation.com/train&gt; .</p>
<p style="text-align:justify;">(11) Coyne, J.A., Switching on evolution – how does evo-devo explain the huge diversity of life on Earth? Nature 435(7045):1029-1030, 2005.</p>
<p style="text-align:justify;">(12) Os proponentes da evo-devo também afirmam que novos interruptores evoluem. Porém, muitas evidências para novos interruptores veem da “genômica comparativa”, pela qual você compara os genomas dos organismos considerados parentes evolutivos e (na base da suposição) conclui que os interruptores devem ter evoluído em um, mas não no outro.</p>
<p style="text-align:justify;">(13) Do alemão ur, ancestral; e do latim bi-, bis-, dois, dobro e laterālis, relativo ao lado. Veja também Lamb, A., Corals and sponges and ur-complexity, contradictions and imaginative scenarios pepper evolutionary dogma, &lt;creation.com/ur&gt;, 27 out 2007.</p>
<p style="text-align:justify;">(14) Ref. 4, p144.</p>
<p style="text-align:justify;">(15) Ref. 4, p.139.</p>
<p style="text-align:justify;">(16) Ref. 1, pp.318-319.</p>
<p style="text-align:justify;">(17) Os evolucionistas pensam que a “caixa de ferramentas genética” se expandiu e mudou ao longo do tempo. Por exemplo, moscas-das-frutas têm 8 genes Hox enquanto que os mamíferos têm 39 espalhados em quatro grupos. Todavia, eles ainda admitem que a caixa de ferramentas da Urbilateria era notavelmente complexa (7-9 genes Hox juntamente com umas poucas centenas mais de genes formadores do corpo, somáticos). Veja Garcia-Fernandez, J., The Genesis and evolution of homeobox gene clusters, Nature Reviews/Genetics 6:881-892, dez 2005 e ref. 4, p.143.</p>
<p style="text-align:justify;">(18) Holding, J.P., “Not to be used again”: homologous structures and the presumption of originality as a critical value, Journal of Creation 21(1):13-14, 2007; &lt;creation.com/homologous&gt; .</p>
<p style="text-align:justify;">(19) Spinney, L., Back to their roots, New Scientist 194(2608):48-51, 2007.</p>
<p style="text-align:justify;">(20) Como documentado no filme Expelled, de Ben Stein.</p>
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			<media:title type="html">[Esquerda superior] - Forma normal: longos espinhos protegem contra predadores. [Esquerda inferior] - Forma que vive no fundo: Ausência de espinhos pélvicos diminui a predação da larva de libélula. [Direita inferior] - Devolução: O espana-gatas (embaixo) tem um interruptor genético corrompido que pára a expressão do gene Pitx1 na região pélvica, impedindo a formação do espinho naquela área. Isso ajuda a escapar da predação da larva de libélula, pois a larva se agarra aos espinhos, mas é o tipo de mudança errada necessária para escalar o Monte Improvável. Imagens escaneadas do artigo original.</media:title>
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		<title>A ATP sintase</title>
		<link>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/bioquimica/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 04:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 31(4):21-23, set-nov 2009. Título original: “ATP synthase”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
por Bryan Thomas

A vida depende de uma incrível enzima chamada ATP sintase, o menor motor giratório do mundo (1). Este pequeno complexo de proteínas produz um composto rico em energia, o ATP (adenosina trifosfato). Cada uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=401&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:xx-small;"><i>Artigo traduzido de: Creation <b>31</b>(4):21-23, set-nov 2009. Título original: “ATP synthase”. Copyright</i> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><i>por<b> Bryan Thomas</b></i></p>
<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.sxc.hu/pic/l/b/br/brianc/27283_9737.jpg" title="Pilhas" class="aligncenter" width="374" height="230" /></p>
<p style="text-align:justify;">A vida depende de uma incrível enzima chamada ATP sintase, o menor motor giratório do mundo (1). Este pequeno complexo de proteínas produz um composto rico em energia, o ATP (adenosina trifosfato). Cada uma das 14 trilhões de células do corpo humano conduz esta reação cerca de um milhão de vezes por minuto. Mais da metade do peso corporal do ATP é feito e consumido no mesmo dia!</p>
<p style="text-align:justify;">Todos os seres vivos precisam produzir ATP, muitas vezes chamada de “moeda energética da vida”. É uma molécula pequena, mas tem um grande trabalho: prover energia imediatamente disponível para a maquinaria celular. As maquinarias protéicas abastecidas por ATP energizam quase tudo o que está dentro de uma célula viva, incluindo a fabricação de DNA, RNA e proteínas, a limpeza do lixo, e o transporte de produtos químicos para dentro, para fora e no interior das células. Outras fontes de combustível não fornecem energia a estas maquinas protéicas celulares, do mesmo jeito que o diesel, a energia eólica ou a solar não fornecem energia a uma motor à gasolina.</p>
<p style="text-align:justify;">O pensamento lógico a respeito do motor automobilístico leva-nos a pensar que somente uma pessoa inteligente (com mente e vontade) poderia criar uma máquina que converte energia de uma forma a outra com o propósito de mover um carro (2). A máquina demonstra ordem, proporções não-randômicas e uso inteligente de partes independentes, que são do tamanho, forma e força exatos para trabalhar juntas em um propósito absoluto. Essa inferência que fazemos, da máquina ao criador, é válida para as máquinas encontradas na “natureza” até o seu Criador (3). Todos sabem que uma pintura é feita por um pintor, porque a pintura mostra uma complexidade especificada, ou um padrão complexo e reconhecível, que não é próprio da pintura. Isto é, as moléculas da pintura não se organizam espontaneamente para formar um retrato da Mona Lisa, por exemplo (4).</p>
<div style="text-align:justify;" class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/a-atp-sintase/atp_synthesis1/" rel="attachment wp-att-393"><img src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/atp_synthesis1.jpg?w=440&#038;h=280" alt="Figura 1. Toda a maquinaria da ATP sintase com subunidades protéicas, feitas individualmente, estão nomeadas com letras gregas. Íons de H+ (prótons) fluem através de um túnel especial na ATP sintase, identificado na figura como “canal de prótons”. Isso induz o movimento mecânico, forçando o eixo e a base a girarem juntos, como uma turbina. Aproximadamente 100% do momento giratório é convertido em energia química na formação das moléculas de ATP! A cada 10 prótons, três ATPs são produzidos. Figura de . Acesso em 18 set 2009." title="ATP_synthesis1" class="size-full wp-image-393" width="440" height="280" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Figura 1. Toda a maquinaria da ATP sintase com subunidades protéicas, feitas individualmente, estão nomeadas com letras gregas. Íons de H+ (prótons) fluem através de um túnel especial na ATP sintase, identificado na figura como “canal de prótons”. Isso induz o movimento mecânico, forçando o eixo e a base a girarem juntos, como uma turbina. Aproximadamente 100% do momento giratório é convertido em energia química na formação das moléculas de ATP! A cada 10 prótons, três ATPs são produzidos. Figura de &lt;http://www.atpsynthase.info/images/ATP_synthesis1.jpg&gt;. Acesso em 18 set 2009.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Podemos encontrar a ATP sintase na parte interna das membranas das células bacterianas, e no espaço intermembranoso das mitocôndrias e coloroplastos, que são organelas membranosas dentro das células animais e vegetais (figura 1).</p>
<p style="text-align:justify;">A ATP sintase produz o ATP a partir de dois produtos químicos menores, o ADP e o fosfato. Essa enzima é tão pequena que é capaz de manipular essas pequenas moléculas, uma de cada vez. Ela precisa converter algumas outras formas de energia em novos ATPs. Energia esta que aparece na forma de um gradiente de íon de hidrogênio (H+), que é gerado por um sistema protéico inteiramente diferente da ATP sintase (5). Íons de hidrogênio passam através da ATP sintase como o vento por um moinho. Isso compreende uma corrente elétrica de carga positiva, diferente dos nossos motores elétricos, que usam uma corrente negativa de elétrons.</p>
<p style="text-align:justify;">Um motor complexo como a ATP sintase precisa de figuras para podermos descrevê-lo. Cientistas usam técnicas engenhosas para descobrir as exatas localizações de cada um dos muitos milhares de átomos que constituem grandes moléculas como a ATP sintase (6).</p>
<p style="text-align:justify;">Esse complexo protéico contém pelo menos 29 subunidades, produzidas separadamente, que encaixam-se em duas grandes porções: a cabeça (Figura 2) e a base (Figura 3) (7). A base é ancorada em uma membrana plana (Figura 1), como o botão em uma camisa (exceto que os botões são fixados em um único lugar, e a ATP sintase pode migrar para qualquer lugar no plano de sua membrana). A cabeça da ATP sintase forma um tubo (Figura 2). Compreende seis unidades, em três pares. Estes formam três conjuntos de estações de encaixe, cada qual com a capacidade de reter um ADP e um fosfato. A ATP sintase inclui um estator (parte estacionária), que curva-se sobre o exterior da estrutura a fim de ajudar a ancorar a cabeça à base (Figura 1).</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/a-atp-sintase/atpsint_fig1/" rel="attachment wp-att-394"><img src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/atpsint_fig1.jpg?w=226&#038;h=236" alt="Figura 2. Esquema de corte transversal da cabeça da ATP sintase, chamada “F1 -ATPase”. Ela tem seis unidades protéicas, e consiste em três sítios ativos, onde três moléculas de ATP são formadas a cada rotação completa do eixo. O final do eixo é visível, inclinando-se sobre o canto superior direito dentro da parede de F1. A maquinaria celular constrói a cabeça, que depois é agregada à base. Figura de &lt;www.rcsb.org/pdb/explore/images.do?structureld=2F43&gt;. Escaneada do artigo original." title="atpsint_fig1" class="size-full wp-image-394" width="226" height="236" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Figura 2. Esquema de corte transversal da cabeça da ATP sintase, chamada “F1 -ATPase”. Ela tem seis unidades protéicas, e consiste em três sítios ativos, onde três moléculas de ATP são formadas a cada rotação completa do eixo. O final do eixo é visível, inclinando-se sobre o canto superior direito dentro da parede de F1. A maquinaria celular constrói a cabeça, que depois é agregada à base. Figura de &lt;www.rcsb.org/pdb/explore/images.do?structureld=2F43&gt;. Escaneada do artigo original.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Agora vejamos o modo eficiente e maravilhoso pelo qual esta maravilhosa micro-máquina funciona. Veja que, na figura 1, um eixo espiral, chamado “γ” está no meio da ATP sintase. Este eixo percorre o centro tanto da cabeça como da base, como uma caneta dentro do tubo de papelão de um rolo de papel higiênico.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui está a “mágica”: quando um fluxo de minúsculos íons de hidrogênio (prótons) flui através da base e para fora da ATP sintase, passando através da membrana, eles forçam o eixo e a base a girar (8). O forte eixo central pressiona as paredes internas das seis proteínas da cabeça, que tornam-se ligeiramente deformadas e reformadas alternadamente (9). Cada uma das trilhões de células do seu corpo tem milhares destas máquinas girando a mais de 9.000 rpm (10).</p>
<p style="text-align:justify;">O eixo giratório causa movimentos de compressão da cabeça a fim de alinhar um ADP a um fosfato, formando ATP&#8230; aos montes. Muitas outras máquinas protéicas da célula usam ATP,&nbsp; quebrando-o em ADP e fosfato de novo. Isso é então, novamente reciclado em ATP pela ATP sintase. Lubert Stryer, autor de Bioquímica diz: “a enzima parece operar com uma eficiência próxima de 100%&#8230;” (11).</p>
<p style="text-align:justify;">Este motor tem um incrível design de alta tecnologia a um tamanho nanoscópico.</p>
<p style="text-align:justify;">Cientistas evolucionistas sugerem que a porção da cabeça da ATP sintase evoluiu de uma classe de proteínas usadas para desenrolar o DNA durante a sua replicação (12).</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, como a ATP sintase poderia “evoluir” de algo que precisa de ATP, sintetizado por ela, para funcionar? Essa sugestão bizarra pretende dizer no que precisamos acreditar para entender nossas origens. Os evolucionistas são muitas vezes guiados por um tendência que eles não admitem: o naturalismo metodológico.&nbsp; Essa é a suposição de que os processos que explicam a operação dos fenômenos são tudo o que podemos usar para descrever a origem destes fenômenos. Essa filosofia exclui Deus, por decreto (não por ciência ou razão) (13).</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/a-atp-sintase/atpsint_fig-2/" rel="attachment wp-att-395"><img src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/atpsint_fig-2.jpg?w=232&#038;h=205" alt="Figura 3. Diagrama de visão lateral da base da ATP sintase, chamada porção F0. É feita de vinte subunidades protéicas helicoidais, dispostas em círculo, formando a parede de um tubo. Este tubo fornece um túnel através da membrana (não mostrada na figura), na qual esta enzima está ancorada. Figura de . Escaneada do artigo original." title="atpsint_fig 2" class="size-full wp-image-395" width="232" height="205" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Figura 3. Diagrama de visão lateral da base da ATP sintase, chamada porção F0. É feita de vinte subunidades protéicas helicoidais, dispostas em círculo, formando a parede de um tubo. Este tubo fornece um túnel através da membrana (não mostrada na figura), na qual esta enzima está ancorada. Figura de &lt;www.rcsb.org/pdb/explore/images.do?structureld=2CYD&gt;. Escaneada do artigo original.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Cientistas criacionistas, olhando para o mesmo “fenômeno” da ATP sintase também têm uma tendência: a origem sobrenatural é possível em um universo teísta. A grande pergunta é: que tendência está correta? Eu afirmo que uma tendência criacionista é claramente verdadeira, porque faz sentido de acordo com os princípios da causalidade, bem como da Palavra revelada do Próprio Criador.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós&nbsp; devemos também&nbsp; considerar que a ATP sintase é produzida por processos que (todos eles) precisam de ATP – tais como o desenrolamento da dupla hélice de DNA pela helicase, o que permite a transcrição e tradução da informação codificada nas proteínas que fabricam a ATP sintase. E fabricar mais de cem enzimas/máquinas necessárias para alcançar esse objetivo necessita de ATP! A produção das membranas nas quais a ATP sintase está situada é um processo que precisa de ATP, mas sem as membranas isso não funcionaria. Este é realmente um círculo vicioso para os evolucionistas explicarem.</p>
<p style="text-align:justify;">E quanto às características Daquele que projetou as maravilhosas habilidades do nano-motor da ATP sintase? Tenha em mente que, quanto menor uma máquina for, mais engenhosos serão os esforços necessários para construí-la.</p>
<p style="text-align:justify;">A ATP sintase fala da sabedoria, inteligência, capacidade ou racionalidade do seu criador, alguns dos exatos atributos de Deus como revelado na Bíblia! Quando investigamos a obra de Suas mãos, somos compelidos a obedecer Seu mandamento de fazer o que for necessário para “dominar a terra” (Gênesis 1:28), e temos ainda mais razão para louvá-Lo e alegrarmo-nos Nele, por Sua providência e genialidade.</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/a-atp-sintase/atp3-2/" rel="attachment wp-att-397"><img src="http://considereapossibilidade.files.wordpress.com/2009/09/atp31.jpeg?w=159&#038;h=326" alt="Figura 4. Estrutura geral em 3D do rotor da ATP sintase, por Stock et al (7), com exceção do estator. Escaneada do artigo original." title="atp3" class="size-full wp-image-397" width="159" height="326" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Figura 4. Estrutura geral em 3D do rotor da ATP sintase, por Stock et al (7), com exceção do estator. Escaneada do artigo original.</dd>
</dl>
</div>
<h3><i><span style="color:rgb(51,102,255);">Referências e notas</span></i></h3>
<p style="text-align:justify;">(1) Para mais detalhes, veja Sarfati, J., Design in living organisms (motors: ATP synthase), Journal of Creation 12(1):3-5, 1998; &lt;www.creation.com/motor&gt;. </p>
<p>(2) Usando o princípio da causa e efeito: uma coisa que tem princípio tem uma causa suficiente.</p>
<p>(3) Em filosofia, este é o argumento teleológico para Deus.</p>
<p>(4) Como você pode dizer que algo é projetado? Isso não é um tanto subjetivo? Acesse o Research Network, (www.arn.org/How can you tell if something is designd.htm&gt;.</p>
<p>(5) A energia necessária para criar o gradiente de íons de hidrogênio vem da fotossíntese ou fermentação de açucares.</p>
<p>(6) Isso inclui a Transferência de Energia por Ressonância de Fluorescência (FRET), a Microscopia Eletrônica, a Microscopia de Tunelamento, e especialmente a Nuclear Magnetic Resonance Spectroscopy (algo como Espectroscopia de Ressonância Magnético-Nuclear) e a Cristalografia de Raio-X. Imagens de proteínas geradas por essas técnicas estão disponíveis em vários lugares na Internet, incluíndo o Protein Data Bank.</p>
<p>(7) Stock, D., Leslie, ª, Walker, J., Molecular architeture of the rotary motor in ATP synthase, Science 286(5445):1700-1705, 1999.</p>
<p>(8) Seelert, H., et al., Proton-powered turbine of a plant motor, Nature 405(6875):418-419, 2000.</p>
<p>(9) DNAtube: Scientific video site, &lt;www.dnatube.com/video/1197/ATP-Synthase-Part-I&gt;.</p>
<p>(10) ATP Synthase, &lt;www.mrc-mbu.cam.ac.uk/research/atp-synthase&gt;.</p>
<p>(11) Stryer, L., Biochemistry, 18.4.3, The world&#8217;s smallest molecular motor: rotational catalysis, online: &lt;www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=stryer.section.2528#2539&gt;.</p>
<p>(12) Evolution of the F1-ATPase, &lt;www.life.uiuc.edu/crofts/bioph354/Evol_F1.html&gt;. Aqui, o Professor Antony Crofts, da Universidade de Illinois, conclui, de sua comparação da região da cabeça da ATP sintase a uma enzima helicase hexamérica, que “&#8230; a estrutura terciária homóloga [refere-se à forma da enzima] sugere fortemente que estes dois tipos evoluíram de um ancestral comum&#8230;”. Mas é apenas uma “forte sugestão” quando as origens sobrenaturais são eliminadas por definição! E embora Crofts lance luz sobre as similaridades entre esses sistemas enzimáticos, as diferenças são insuperáveis pela hipótese da origem naturalista.</p>
<p>(13) Veja Wieland, C., The rules of the game, Creation 11(1):47-50, 1988; &lt;creation.com/rules&gt;.</p>
<p style="text-align:justify;">N.T. A referência (9) é uma animação que mostra o funcionamento da ATP sintase. É excelente, e ajuda a ver e entender na hora. Achei no Youtube e posto aqui abaixo.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/18/bioquimica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/J8lhPt6V-yM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<div style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:1118px;width:1px;height:1px;" id="_mcePaste">   	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center" lang="en-US"> atpsynthase.info/images/ATP_synthesis1.jpg</p>
</p>
</div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=c783abc5-4b37-8c5b-9161-bb010b3cdb07" /></div>
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		<title>Sobre o que você quer ler no mês de outubro?</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 05:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e notícias]]></category>
		<category><![CDATA[enquete 1]]></category>
		<category><![CDATA[revista creation]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridos leitores,
Tudo bem com vocês?
Acabei de receber minha nova edição da Revista Creation, do CMI, Austrália. Está ótima! Artigos, como sempre, ótimos. É uma pena que não dá pra ler o conteúdo online &#8211; da edição atual, porque das antigas dá pra ler um monte de artigos! Recomendo muito pois tem muita coisa boa nessa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=384&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Queridos leitores,</p>
<p>Tudo bem com vocês?</p>
<p><img class="alignleft" title="Creation new" src="http://creation.com/images/creation_mag/covers_lge/cen_31_4.jpg" alt="" width="150" height="194" />Acabei de receber minha nova edição da Revista <strong><em>Creation</em></strong>, do CMI, Austrália. Está ótima! Artigos, como sempre, ótimos. É uma pena que não dá pra ler o conteúdo online &#8211; da edição atual, porque das antigas dá pra ler um monte de artigos! Recomendo muito pois tem muita coisa boa nessa revista. Responde muitas dúvidas minhas. Se quiser adquirir um exemplar ou assinar, entre no site do CMI <a href="http://www.creation.com" target="_blank">aqui</a>. Os artigos estão em inglês.</p>
<p>Além disso, enquanto não sai outro artigo (&#8230; : |), resolvi fazer uma enquete aqui no blog. Sobre o que você quer ler no mês de outubro? Confira as opções na enquete, escolha uma e vote! Estou pensando em fazer um mês dedicado ao assunto escolhido, e também quero saber sobre o que os leitores deste blog mais se interessam.</p>
<p>Vou manter essa enquete por duas semanas. Depois é começar a trabalhar duro&#8230; A enquete na barra ao lado. É só votar.</p>
<p>Abraço e Deus os abençoe,</p>
<p>Daniel.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/considereapossibilidade.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/considereapossibilidade.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/considereapossibilidade.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/considereapossibilidade.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/considereapossibilidade.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/considereapossibilidade.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/considereapossibilidade.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/considereapossibilidade.wordpress.com/384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/considereapossibilidade.wordpress.com/384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/considereapossibilidade.wordpress.com/384/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=384&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Recomendo: &#8220;Um Sábado Qualquer&#8221;</title>
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		<comments>http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/09/08/recomendo-um-sabado-qualquer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 03:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://considereapossibilidade.wordpress.com/?p=380</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal,
Desculpem a ausência de postagens na sexta-feira desta semana&#8230; Andei meio sem tempo de escrever ou de traduzir. Vou me esforçar para não falhar essa semana.
Enquanto isso quero indicar um site genial que descobri nesse marzão que é a Internet. É o &#8220;Um Sábado Qualquer&#8220;, de Carlos Ruas. Não é um site qualquer, mas um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=380&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pessoal,</p>
<p>Desculpem a ausência de postagens na sexta-feira desta semana&#8230; Andei meio sem tempo de escrever ou de traduzir. Vou me esforçar para não falhar essa semana.</p>
<p>Enquanto isso quero indicar um site genial que descobri nesse marzão que é a Internet. É o &#8220;<a href="http://www.umsabadoqualquer.com/" target="_blank">Um Sábado Qualquer</a>&#8220;, de Carlos Ruas. Não é um site qualquer, mas um site de tirinhas que tratam da questão da Criação, Deus etc. Não achei tudo engraçado (acho que algumas piadas ficaram um pouco pesadas, olhando de um prisma protestante), mas isso não tira o mérito da obra. É realmente ótimo. O cara é genial, e as tirinhas dele têm tudo a ver com este blog aqui. Portanto, dê uma passada lá, e, se você gostar, vote no site, para que Carlos Ruas possa publicar um livro, pois ele merece. É, mais uma vez, um grande trabalho.</p>
<p>As tirinhas sobre Darwin são um deleite! Valem muito a pena. Se você não der pelo menos uma gargalhada, é porque deve estar morto e esqueceu de deitar&#8230; Veja uma abaixo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img title="Darwin C.Ruas" src="http://farm4.static.flickr.com/3384/3320449618_8bf3ab3825_o.jpg" alt="Darwin 3. Carlos Ruas. 2 março 2009" width="455" height="281" /><p class="wp-caption-text">Darwin 3. Carlos Ruas. 2 março 2009. Disponível em: &lt;http://www.umsabadoqualquer.com/2009_03_01_archive.html&gt;.</p></div>
<p>Um abraço e Deus abençoe,</p>
<p>Daniel.</p>
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		<title>A Aposta de Pascal</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 15:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ruy Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[aposta]]></category>
		<category><![CDATA[blaise]]></category>
		<category><![CDATA[criador]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo traduzido de: Creation 30(1):49, dez 2007-fev 2008. Título original: “Pascal&#8217;s Wager”. Copyright Creation Ministries International Ltda, &#60;www.creation.com&#62;. Usado com permissão.
por Russel Steyne




Blaise Pascal, por Augustin Pajou. Wikipedia.


Você não adoraria compar-tilhar a mensagem do evangelho com alguém, em particular a mensagem do evangelho na criação, mas ninguém lhe dá uma oportunidade? Sentem que é desnecessário [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=considereapossibilidade.wordpress.com&blog=3131093&post=375&subd=considereapossibilidade&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:xx-small;"><em>Artigo traduzido de: Creation <strong>30</strong>(1):49, dez 2007-fev 2008. Título original: “Pascal&#8217;s Wager”. Copyright</em> Creation Ministries International Ltda, &lt;www.creation.com&gt;. Usado com permissão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>por <strong>Russel Steyne</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="pascal" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1d/Pascal_Pajou_Louvre_RF2981.jpg" alt="Blaise Pascal, por Augustin Pajou. Wikipedia." width="290" height="437" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Blaise Pascal, por Augustin Pajou. Wikipedia.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Você não adoraria compar-tilhar a mensagem do evangelho com alguém, em particular a mensagem do evangelho na criação, mas ninguém lhe dá uma oportunidade? Sentem que é desnecessário ou que não é importante gastar tempo discutindo a questão? Tente fazê-los considerar a Aposta de Pascal.</p>
<p style="text-align:justify;">Blaise Pascal (1) é o cientista cristão do século XVII, homenageado com seu nome dado a uma unidade de pressão, o pascal (2). A pressão atmosférica nas previsões do tempo é muitas vezes informada em kilopascais. Blaise, como muitos pensadores de seu tempo, era também filósofo e teólogo. A Aposta de Pascal, que ele usou como &#8220;prova&#8221; de Deus (3), é frequentemente usada para ilustrar a teoria da decisão (4), com o objetivo de minimizar as perdas. Embora a Aposta de Pascal realmente não chegue nem perto de &#8220;provar a Deus&#8221;, ela pode ser útil em levar alguém a considerar a importância de investigar a realidade da existência do Criador.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o que é a Aposta de Pascal? Pascal propôs que há uma de duas verdades no universo, e um de dois modos de viver em relação a essas verdades.</p>
<p style="text-align:justify;">As verdades: ou Deus existe, ou Ele não existe.</p>
<p style="text-align:justify;">Os modos de viver: você pode viver como se Deus existisse, ou pode viver como se Deus não existisse.</p>
<p style="text-align:justify;">Combinando essas proposições, chegamos às seguintes conclusões:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li> Se Deus não existe, e você vive como se Ele não existisse, você não perde nada (5).</li>
<li> Se Deus não existe, e você vive como se Ele existisse, você não perde nada, mas ganha as vantagens de uma vida melhor.</li>
<li> Se Deus existe, e você vive como se Ele não existisse, você está perdendo muito.</li>
<li>Se Deus existe, e você vive como se Ele existisse, você não perde nada e ganha tudo.</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">Porém, viver como se Deus existisse envolve muito mais que apenas reconhecer Sua existência (&#8220;até mesmo os demônios creem &#8211; e tremem!&#8221;, Tiago 2:9, NVI). Envolve um reconhecimento da necessidade do perdão de Deus, por meio de Jesus Cristo. Ao usar a Aposta de Pascal, você pode ajudar os seus amigos a verem que estão jogando com suas vidas eternas. Se eles querem de fato minimizar suas perdas, é bom que se disponham a dar-lhe o tempo necessário para compartilhar com eles sobre a realidade do Deus-Criador e a necessidade de ser salvo das consequências dos pecados no iminente Juízo Final.</p>
<h3><em><span style="color:#3366ff;"><strong>Referências e notas</strong></span></em></h3>
<p><strong> </strong>(1) Lamont, A., Great creation scientist, Blaise Pascal (1623-1662)<em>,</em> <em>Creation</em> <strong>20</strong>(1):38-39, 1997; &lt;www.creationontheweb.com/pascal&gt;.</p>
<p>(2) Um pascal (Pa) é equivalente à força de um newton (N) aplicada à área de 1 m².</p>
<p>(3) Stumpf, S.E., <em>Socrates to Sartre: A History of Philosophy, </em>6ª edição, McGraw Hill, Sidney, 1999.</p>
<p>(4) Por exemplo, Jeffrey, R.C., <em>The Logic of Decision</em>, 2ª edição, The University of Chicago Press, Chicago, 1990.</p>
<p>(5) Na verdade, viver a vida como se Deus não existisse, e portanto sem moral absoluta, causa uma perda imensa. Veja Cardno, S., The creation basis for morality, <em>Creation</em> <strong>24</strong>(3):44-47, 2002 e &lt;www.creationontheweb.com/morality&gt;.</p>
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