O Dilúvio de Noé e o Épico de Gilgamesh

Artigo traduzido de: Creation 30(3):12–15, jun–ago 2008. Título original: “The Noah’s Flood and the Gilgamesh Epic”. Copyright Creation Ministries International Ltda, <www.creation.com>. Usado com permissão. Tradução de Daniel Ruy Pereira.

por Jonathan Sarfati

Na Bíblia, dificilmente algo é tão atacado como o julgamento cataclísmico de Deus, expresso no Dilúvio de Noé. Os ataques começaram com um físico escocês chamado James Hutton (1726-1797), que decretou em 1785, antes de examinar as evidências:

o passado do nosso planeta deve ser explicado pelo que vemos acontecendo agora… Não há poderes há serem empregados que não sejam naturais ao globo, nem ação a ser admitida exceto aquelas cujo princípio conhecemos” (ênfase nossa). (1)

Essa não é uma refutação do ensino bíblico da Criação e do Dilúvio, mas uma repulsa dogmática em considerar, até mesmo, possíveis explicações – justamente como a zombaria predita por Pedro em 2 Pedro 3.

De fato, a descrença no Dilúvio tornou-se tão forte que muitos colégios cristãos claramente não o ensinam mais. Porém, Jesus ensinou que o Dilúvio foi uma história real, tão real como Sua futura segunda vinda:

Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos.” (Lucas 17:26-27)

Nesta passagem, Jesus fala diretamente sobre Noé como sendo uma pessoa realFoto wikipedia.org (que foi Seu antecessor – Lucas 3:36), a Arca como uma embarcação real, e o Dilúvio como um evento real. Aqueles que têm uma disposição teológica mais ou menos conservadora não negarão o Dilúvio completamente, mas, em geral, dirão que ele foi um evento meramente local, na região da Mesopotâmia (atual Iraque). (2) Porém, os liberais, que não se importam com as palavras de Jesus, vão mais longe. Um ponto-de-vista bem comum é que a história bíblica do Dilúvio de Noé não foi sequer histórico, mas sim emprestado das lendas diluvianas da Mesopotâmia.

O Épico de Gilgamesh

Em 1853, o arqueólogo Austen Henry Layard e sua equipe escavavam a livraria palaciana da antiga capital assíria, Nínive. Entre os seus achados estavam uma série de 12 tabletes de um grande épico. Os tabletes datavam de cerca de 650 a.C., mas o poema era muito mais antigo. O herói, Gilgamesh, de acordo com a Lista dos Reis Sumérios, (3) foi um rei da primeira dinastia de Uruk, que reinou por 126 anos. (4)

Na lenda, porém, Gilgamesh é 2/3 divino e 1/3 mortal. Ele tinha enorme inteligência e força, mas oprimia seu povo. As pessoas clamaram aos deuses, e o deus do céu, Anu, o deus chefe da cidade, criou um homem perigoso chamado Enkidu, forte o suficiente para desafiar Gilgamesh. Quando chegou a hora, eles lutaram, mas nenhum dos dois venceu. Sua inimizade, então, transformou-se em respeito mútuo e devotada amizade.

Os dois novos amigos partiram juntos em aventuras, mas os deuses acabaram matando Enkidu. Gilgamesh pranteou dolorosamente seu amigo, e compreendeu que ambos deveriam morrer um dia. Porém, ele aprendera sobre alguém que se tornara imortal – Utnapishtim, o sobrevivente do Dilúvio global. Gilgamesh viajou através dos mares para encontrar Utnapishtim, que lhe contou sobre sua vida extraordinária.

O Dilúvio de Gilgamesh

Na verdade, foi “O Dilúvio de Utnapishtim”, que é contado no 11ª tablete. O conselho dos deuses decidiu enviar um dilúvio sobre toda a terra, a fim de destruir a humanidade. Mas Ea, o deus que criou o homem, alertou Utnapishtim, de Shruppak, uma cidade às margens do Eufrates, e mandou-o construir um enorme barco:

Oh! homem de Shuruppak, filho de Ubartutu:

Demolí a casa e construí um barco!

Abandona a fartura e procura seres vivos!

Despreza possessões e mantém vivos esses seres!

Faz todos os seres vivos entrarem no barco.

O barco que constróis,

suas dimensões devem ser iguais umas às outras:

seu comprimento deve corresponder à sua largura.” (5)

Utnapishtim obedeceu:

“Um acre (inteiro) era o espaço do seu chão (660′ x 660′)

Dez dúzias de côvados a altura de cada uma de suas paredes,

Dez dúzias de côvados cada canto do convés quadrado.

Eu sulquei a forma de seus lados e os juntei.

Dei a ela seis conveses,

Dividindo-a (assim) em sete partes.”… (6)

Utnapishtim selou a arca com piche, (7) tomou todos os tipos de animais vertebrados, e os membros de sua família, mais alguns outros humanos. Shamash, o deus do sol, fez chover pães e trigo. Então veio o dilúvio, tão violento que:

“Os deuses ficaram apavorados pelo dilúvio,

e se retiraram, ascendendo ao céu de Anu.

Esconderam-se como cães, agachando-se na parede exterior.

Ishtar gritou, como uma mulher na hora do parto,

a doce voz da Soberana dos Deuses lamentou:

‘Ai dos dias antigos tornados em barro,

porque eu disse coisas más na Assembléia dos Deuses!

Como pude eu dizer coisas más na Assembléia dos Deuses,

ordenando uma catástrofe para destruir meu povo!!

Mal dera eu à luz meu querido povo

e eles encheram o mar, como muitos peixes!’

Os deuses – aqueles de Anunnaki – choravam com ela,

humildemente assentaram-se chorando, soluçando de tristeza (?),

seus lábios queimando, ressecados de sede.” (5)

Porém, o dilúvio foi relativamente curto:

Seis dias e sete noites

vieram o vento e o dilúvio, a tempestade sobre a terra.

Quando o sétimo dia chegou, a tempestade foi parando.

O dilúvio foi uma guerra – lutando consigo mesmo como uma mulher

padecendo (em labor).” (5)

Então a arca repousou sobre o Monte Nisir (ou Nimush), a quase 500 km do Monte Ararat. Utnapishtim enviou uma pomba e depois uma andorinha, mas nenhuma delas pôde encontrar terra, e retornaram. Então ele enviou um corvo, e este não voltou. Por fim, ele soltou os animais e sacrificou uma ovelha. Mas isso não foi tão breve, porque os pobres deuses estavam morrendo de fome:

Os deuses cheiraram o aroma,

os deuses cheiraram o doce aroma,

e reuniram-se como moscas sobre o sacrifício (de ovelha).”

Então Enlil viu a arca e ficou furioso porque alguns humanos haviam sobrevivido. Mas Ea o repreendeu severamente por trazer a grande matança através do dilúvio. Conseqüentemente Enlil concedeu imortalidade a Utnapishtim e sua esposa, e mandou-os para viver muito longe, no Monte dos Rios.

Foi ali que Gilgamesh o encontrou, e ouviu sua notável história. Primeiro Utnapishtim testou a dignidade de Gilgamesh, para obter a imortalidade, desafiando-o a ficar acordado por 7 noites. Mas Gilgamesh estava muito exausto e caiu rapidamente no sono. Utnapishtim pediu à sua esposa para assar pães e os colocava ao lado de Gilgamesh, todos os dias em que ele dormia. Quando Gilgamesh acordava, pensava que tinha dormido por apenas um momento. Mas Utnapishtim mostrou a Gilgamesh os pães em diferentes estágios de maturação, mostrando que ele tinha dormido por muitos dias.

Mais uma vez, Gilgamesh lamentou sua morte inevitável, e Utnapishtim compadeceu-se dele. Então lhe revelou onde poderia encontrar uma planta da imortalidade. Era uma planta espinhosa, nos domínios de Apsu, o deus da água doce subterrânea. Gilgamesh abriu um canal até Apsu, atando pesadas pedras ao seu tornozelo, afundando cada vez mais, e pegou a planta. E, embora ela o ferisse, ele se livrou das pedras, e subiu.

Infelizmente, na viagem de volta, Gilgamesh parou em uma nascente fria para se banhar, e uma cobra pegou a planta. Gilgamesh, então, chorou amargamente, porque não podia mais retornar às águas subterrâneas.

Comparação de Gênesis e Gilgamesh ( 8)

——————————————– Gênesis Gilgamesh
Extensão do Dilúvio Global Global
Causa Maldade dos homens Pecados dos homens
Quem era o Alvo? Toda a humanidade Uma cidade e toda a humanidade
Quem o enviou? Yahweh Assembléia dos “deuses”
Nome do herói Noé Utnapishtim
Caráter do herói Justo Justo
Meios de anunciação Diretamente de Deus Em um sonho
Foi ordenado a construir um barco? Sim Sim
O herói se queixou? Não Sim
Tamanho do barco Três andares Sete andares
Tinha compartimentos internos? Muitos Muitos
Portas Uma Uma
Janelas Pelo menos uma Pelo menos uma
Revestimento externo Piche Piche
Forma do barco Caixa oblonga Cubo
Passageiros humanos Somente os membros da família Família e alguns outros
Outros passageiros Todos os tipos de animais terrestres (vertebrados) Todos os tipos de animais terrestres
Meios do Dilúvio Águas subterrâneas e chuva forte Chuva forte
Duração do Dilúvio Longo (40 dias e noites) Curto (6 dias e noites)
Teste para encontrar terra Envio de pássaros Envio de pássaros
Tipos de pássaros Corvo e três pombas Pomba, andorinha e corvo
Lugar de repouso da Arca Montanhas – de Ararat Montanhas – de Nisir
Houve sacrifício após o Dilúvio? Sim, por Noé Sim, por Utnapishtim
O herói foi abençoado após o Dilúvio? Sim Sim

Quem veio primeiro?

Podemos ver, a partir do tablete, que há muitas similaridades – o que indica uma fonte comum. Mas há também diferenças significativas. Inclusive a ordem de envio dos pássaros, no relato de Noé, é mais lógico. Ele compreendeu que o não-regresso de um pássaro decompositor, como o corvo, não provava nada. Por outro lado, Utnapishtim mandou o corvo por último. Noé, entretanto, compreendeu que enviar uma pomba era mais lógico – quando a pomba retornasse com uma folha fresca de oliveira, Noé saberia que a água baixara. E se não retornasse em uma semana, isso significaria que a pomba encontrara um bom lugar para se estabelecer.

Os inimigos do cristianismo bíblico afirmam que o relato da Bíblia é derivado do épico de Gilgamesh. Mas os discípulos de Cristo não podem concordar com isso. De acordo com o ensino do apóstolo Paulo, em 2 Coríntios 10:5, é importante demolir essa teoria liberal.

O Gênesis é mais antigo

Faz mais sentido que o Gênesis seja o relato original, e os mitos pagãos surjam como distorções desse relato. Embora Moisés tivesse vivido muito depois do evento, ele provavelmente agiu como editor de fontes muito mais antigas. (9) Por exemplo, Gênesis 10:19 fornece direções referenciais verdadeiras, “indo para Sodoma e Gomorra, Admá e Zeboim”. Essas eram as cidades da planície que Deus destruiu, por causa de sua extrema maldade, 500 anos antes de Moisés. Ou seja, Gênesis apresenta direções, em um tempo que essas cidades eram pontos de referência bem-conhecidos, não sepulcros debaixo do Mar Morto.

É comum criar lendas a partir de eventos históricos, mas não criar história a partir de lendas. Os liberais, em geral, também afirmam que o monoteísmo é um estágio tardio no desenvolvimento evolutivo da religião. A Bíblia ensina que o homem era originalmente monoteísta. Evidências arqueológicas sugerem o mesmo, indicando que somente depois a humanidade degenerou para um panteísmo idólatra. (10)

Por exemplo, em Gênesis, o julgamento de Deus é justo. Ele é paciente com a humanidade por 120 anos (Gênesis 6:3), mostrando misericórdia a Noé e à sua descendência. Os deuses do Épico de Gilgamesh, ao contrário, são caprichosos e desajeitados, escondendo-se durante o Dilúvio e ficando esfomeados sem os sacrifícios humanos, que os alimentam. Isto é, os escritores humanos do Épico de Gilgamesh reescreveram o relato verdadeiro, e fizeram seus deuses à sua própria imagem.

Toda a teoria da derivação de Gilgamesh é baseada na desacreditada Hipótese Documentária. (9) Ela assume que o Pentateuco foi compilado por sacerdotes, durante o Exilo Babilônico no sexto século a.C. Mas as evidências internas não mostram sinais disso, e todos os sinais mostram que foi escrito por alguém que acabava de sair do Egito. Os inventores eurocêntricos da Hipótese Documentária, como Julius Wellhausen, pensavam que a escrita não havia sido inventada na época de Moisés. Mas muitas descobertas arqueológicas de escritos antigos mostram que isso é ridículo.

Todos os povos relembram um dilúvio

Os liberais frequentemente afirmam que o Épico de Gilgamesh foi o embelezamento de uma severa cheia de rio, isto é, uma inundação local. Isso funcionaria se houvesse lendas diluvianas semelhantes somente ao redor do antigo oriente próximo. Mas há centenas de lendas diluvianas espalhadas pelo mundo – veja a figura 1 para alguns exemplos. (11)

Figura 1. Tradições diluvianas

Os aborígenes australianos também têm lendas de um dilúvio massivo, bem como os povos que vivem nas densas florestas próximas ao Rio Amazonas, na América do Sul. A Dr. Alexandra Aikhenvald, autoridade mundial em linguagens daquela região, diz:

… sem sua linguagem e estrutura, os povos não têm raiz. Ao registrar algo você está também relembrando as histórias e folclores. Se estes se perderem, uma grande parte da história daquele povo também se perde. Essas histórias muitas vezes têm uma raiz comum, que fala de um evento real, não de um simples mito. Por exemplo, todas as sociedades amazônicas já estudadas possuem uma lenda acerca de um grande dilúvio.” (12)

Isso faz sentido completo, se houve mesmo um Dilúvio global, como ensina o Gênesis, e todos os grupos de pessoas descendem dos sobreviventes que mantiveram as memórias daquele cataclisma.

A forma da Arca

A Arca foi construída para ser um tremendo estábulo. Deus disse a Noé para fazê-la com 300x50x30 côvados (Gênesis 6:15), o que é equivalente a cerca de 140x23x13,5 metros, e dá um volume de 43.000m³ (metros cúbicos). Isto é justamente o necessário para impedir que a embarcação vire, e suavizar a navegação. Há três tipos principais de rotação em embarcações (e aviões), sobre três eixos perpendiculares:

1. A guinada, que é a rotação sobre um eixo vertical, isto é, a proa e a popa movem-se alternadamente da esquerda para a direita.

2. A arfagem, que é a rotação sobre um eixo lateral, uma linha imaginária da esquerda para a direita, isto é, a proa e a popa movem-se alternadamente para cima e para baixo.

3. A Rolagem, que é a rotação sobre o eixo longitudinal, uma linha imaginária da popa à proa, tendendo a tombar o barco para um dos lados.

Figura 2. Comparações e dimensões da Arca de Noé. A Arca é de tamanho similar a alguns outros grandes barcos de madeira que sabemos terem sido construídos na antiguidade.

A guinada não é perigosa, no sentido em que não pode virar um barco, mas pode tornar a navegação desconfortável. A arfagem também é um modo improvável de se virar um barco. Em qualquer caso, o enorme cumprimento do barco o faria se alinhar paralelamente à direção das ondas, e essas turbulências seriam mínimas.

A rolagem é, de longe, o maior perigo. A Arca, porém, supera esse problema sendo muito mais extensa que alta. Seria quase impossível tombá-la – mesmo se a Arca fosse, de algum modo, tombada a 60º, ela poderia endireitar-se a si mesma, como mostrado no diagrama abaixo.

Figura 3. Diagrama mostrando que a Arca era resistente o suficiente para não virar. De acordo com Henry Morris, "The Biblical basis for modern science".

Mas seria impossível virar a Arca mesmo a uma fração disto. David Collins, que trabalhou como arquiteto naval, mostrou que mesmo um vento de 210 nós (três vezes a força de um furacão) não poderia superar o momento de recuperação (em inglês, righting moment) da Arca, que a teria impedido de inclinar-se muito além de 3º. (13)

Além disso, os arquitetos navais coreanos confirmam que uma barcaça com as dimensões da Arca teria ótima estabilidade. Eles concluíram que, se a madeira tivesse uma grossura de somente 30 cm, poderia ter navegado em condições marítimas com ondas maiores que 30m. (14) Compare isso com um tsunami (ondas gigantes), que tem tipicamente cerca de 10m de altura. Note também que há menos perigo nos tsunamis, porque eles são perigosos somente próximos à praia – em mar aberto, dificilmente são perceptíveis.

Figura 4. Dr Werner Gitt mostrou que a Arca tinha dimensões ideias para otimizar tanto a sua estabilidade quanto a economia de material - veja seu DVD, de 2004, Supercamp, "How Well Designed was Noah’s Ark."Contraste-a com a arca de Utnapishtim – um grande cubo! É difícil pensar em um design mais ridículo para uma embarcação – ela rolaria em todas as direções mesmo com o menor distúrbio. Porém, é fácil de explicar a história se os autores distorceram o Gênesis, e acharam que uma dimensão é mais fácil de lembrar que três, “suas dimensões devem ser iguais umas às outras”. (Além disso, essa forma cúbica parece muito mais agradável.) Os autores humanos pagãos não perceberam que as dimensões da Arca real tinham que ser justamente aquelas que eram. Mas o inverso disso é inconcebível: escritores judeus, dificilmente conhecedores das habilidades necessárias para a arquitetura naval, tomaram a mítica Arca cúbica e transformaram-na na mais estável embarcação de madeira possível!

O Gênesis é o original

O Épico de Gilgamesh tem paralelos muito próximos ao relato do Dilúvio de Noé. Suas similaridades tão próximas devem-se à sua proximidade com o evento real. Porém, há grandes diferenças também. No Épico, todas as coisas, do politeísmo grosso à absurda arca cúbica, bem como as lendas sobre dilúvio espalhadas pelo mundo, mostram que o relato de Gênesis é o original, enquanto que o Épico de Gilgamesh é uma distorção.

Observação: veja Nozomi Osanai, A comparative study of the flood accounts in the Gilgamesh Epic and Genesis, Tese de Mestrado, Wesley Biblical Seminary, EUA, 2004, que foi escrita independentemente deste artigo, e fornece mais detalhes. Ela graciosamente nos permitiu (ao CMI, n.t.) publicar sua tese no nosso site: <www.creationontheweb.com/gilg>.

Referências

1. Hutton, J., ‘Theory of the Earth’, um artigo (com o mesmo título do seu livro de 1795) comunicado à Sociedade Real de Edinburgh, e publicado no Transactions of the Royal Society of Edinburgh, 1785; citado com aprovação em Holmes, A., Principles of Physical Geology, 2ª edição, Thomas Nelson and Sons Ltd., Grã-Bretanha, pp. 43–44, 1965.

2. Para refutações da concessão do dilúvio local veja, Anon., Noah’s Flood covered the whole earth, Creation 21(3):49, Junho–Agosto 1999.

3. López, R.E., The antediluvian patriarchs and the Sumerian king list, Journal of Creation 12(3):347-357, 1998.

4. Heidel, A., The Gilgamesh Epic and Old Testament Parallels, University of Chicago Press, p. 3, 1949.

5. The Epic of Gilgamesh, Tablete XI, <www.ancienttexts.org/library/mesopotamian/gilgamesh/tab11.htm>, 12 Março 2004.

6. The flood narrative from the Gilgamesh Epic, <www.piney.com/Gilgamesh.html>, 12 Março 2004.

7. Pelo menos para a verdadeira Arca de Noé, esse piche teria sido feito de resina fervida de pinheiro e carvão vegetal. De fato, as maiores indústrias de piche da Europa fazem piche desta forma por séculos.

8. Adaptado de Lorey, F., The Flood of Noah and the Flood of Gilgamesh, ICR Impact 285, Março 1997.

9. Grigg, R., Did Moses really write Genesis? Creation 20(4): 43–46, 1998.

10. Schmidt, W., The Origin and Growth of Religion, Cooper Square, New York, 1971.

11. De Monty White.

12. Barnett, A., For want of a word, New Scientist 181(2432):44–47, 31 Janeiro 2004.

13. Collins, D.H., Was Noah’s Ark stable? Creation Research Society quarterly 14(2):83–87, Setembro 1977.

14. Hong, S.W. et al., Safety investigation of Noah’s Ark in a seaway, Journal of Creation 8(1):26–36, 1994. Todos os coautores são da equipe do Instituto Coreano de Pesquisas de Navios e Engenharia Oceânica (Korea Research Institute of Ships and Ocean Engineering), em Daejeon. Eles também analisaram outras possíveis ameaças à Arca, tais como freqüencia de umidade do convés (deckwetting frequency), aceleração em vários pontos e frequência de batida (slamming frequency).

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80 comentários sobre “O Dilúvio de Noé e o Épico de Gilgamesh

  1. A Bíblia não pode ser referência para a busca por relatos. Uma vez que o dilúvio nunca aconteceu, e que as histórias são sempre contadas de diferentes maneiras para explicar o q não consegue entender, fica claro que tentar provar que o dilúvio foi real e acabar tentando confirmar que magia e sobrenatural existe quando não existe.

  2. Ariadne,

    Presumo que você tenha tentado se referir ao texto de Gilgamesh, que é um texto diferente do Código de Hamurábi. Partindo desse ponto, fica bem simples. (De qualquer modo, no fim farei uma breve referência ao Código de Hamurábi).

    Não há evidências arqueológicas sobre divindade alguma fazendo coisa alguma, porque divindades (ou melhor, A Divindade) são sobrenaturais e não deixam evidências. Por outro lado, você está esquecendo que evidência não é só um vaso encontrado no chão e datado com carbono-14. A crítica textual fornece evidências sobre originalidade também, por meio de comparação, por exemplo. Se você tem dois textos, pode definir qual é o original analisando certos fatores, como coerência interna, textos paralelos etc. É assim que se determina qual é o manuscrito de Novo Testamento mais próximo do original com uma segurança espantosa, e é exatamente isso o que estamos fazendo aqui: analisando a coerência interna de ambos os textos – Gênesis e a Epopéia de Gilgamesh. E fica claro, pela análise que faz o Jonathan Sarfati, que o texto de Gênesis é muito mais coerente – inclusive à luz de conhecimentos científicos modernos, que o texto babilônico.

    Portanto, poderia responder sua pergunta assim: as evidências textuais deixam claro que Moisés recebeu o texto provavelmente de tradição oral, escrevendo inspirado por Deus – e assim tendo coerência (essa parte é fé pura, okay?), e esse relato foi passando de pessoa para pessoa, de Noé em diante, até que foi absorvido e transformado em mitologia específica de vários povos diferentes – por isso há tantas culturas distintas que possuem um relato sobre Dilúvio. Veja, por exemplo, esse texto aqui: http://considereapossibilidade.wordpress.com/2012/09/26/diluvio/

    Agora, quanto ao Código de Hamurábi, eu nunca li, mas ouvi falar bastante, especialmente quanto ao elevado padrão de moralidade que o Código apresenta. Bem, se for só isso, é fácil: basta ler a Torá com cuidado para ver que é difícil – senão impossível – encontrar um Código Moral mais coerente com sua época, abrangente e moralmente elevado que a Lei de Moisés – que protegia pobres, viúvas, dava leis que visavam claramente a proteção sanitária do povo e regulava inclusive os direitos dos escravos.

    Espero que tenha respondido sua pergunta.

    Abraço,

    Daniel.

  3. Olá,

    Ótimo post o seu. Me tirou muitas dúvidas. Mas analisando com mais rigor: Há evidências arqueológicas de documentações que fazem referência ao fato de Hamurábi receber de deuses o Código antes de Moisés receber a Torá? Obrigada.

  4. Pingback: “Noé”, de Aronofsky: uma crítica em escala de cinza |

  5. Camarada Daniel, parabéns pelo texto, apesar de não concordar, devo admitir que é raro ver um cristão disposto a um diálogo coerente, sem apelar para milagres quando não se tem uma resposta satisfatória baseada na realidade arqueológica ou histórica.

    Eu achei um site que mostra uma cronologia bíblica interessante.

    http://cronodabiblia.blogspot.be/2012/05/p3.html

    Repare que do dilúvio até Abraão se passaram 352 anos
    1° – É impossível neste curtíssimo espaço de tempo, desenvolver todas as civilizações contemporâneas, a partir de uma única família, a diversidade de genótipos e cultural é um abismo de diferença, e as pessoas daquela época dependiam dos animais para o trabalho, carne e couro, os animais precisariam de um bom tempo para se multiplicarem também.
    2° – Se houvesse uma inundação global, teriamos em todo o planeta as camadas de sedimentos, ou marcas que seriam facilmente medidas e comparadas.
    3° – A datação dos objetos dos Sumérios mostram idades de quase 3000 anos a.C.
    Este site também mostra informações importantes sobre isto

    http://thoth3126.com.br/o-genesis-e-a-epopeia-de-gilgamesh/

    valew, um abraço

  6. Marlos,

    Eu só aprovei seu comentário para que pudesse te dizer o seguinte: primeiro: “ciência”, segundo: “arqueologia”. Terceiro: um documentário de 60min da BBC não é a resposta definitiva para qualquer coisa que seja.

    Mas o pior de tudo foi essa parte aqui:

    “cara falando serio tinha que ter uma lei para pegar essa crentaiado pastores padres de porrete e botar eles na pedreira la eles nao ea ter tempo para encher a cabeça das pessoas de minhacas e ficar fasenda assalto dentro das igrejas armado com uma biblia que muito pior deque a bomba atomica”

    Você sabe que, de acordo com a Constituição, qualquer um pode falar o que quiser, certo? O nome disso é “liberdade de expressão”. E esse alguém também tem o direito de acreditar no que quiser, certo? O nome disso é “liberdade de crença”.

    Mesmo assim, vamos ao ponto: você atacou e atacou e falou do documentário da BBC. Mas em que o ARTIGO publicado aqui está equivocado? Argumente logicamente sobre a plausibilidade da construção de uma arca e de um dilúvio universal. Com a tecnologia de hoje construímos coisas muito melhores que a Arca (não barco, nem transatlântico) de Noé. E provavelmente tenhamos tecnologia para construir pirâmides, certo?

  7. esse coitado daniel envergonha a ciençia ea arquiologia eles defendem certas opinioes que nen eles acreditao ou e um enganador mentiroso ou doido quer tirar suas conclusoes sobre a o diluvio ea criaçao asista o documentario da bbc de londres la foi entrvistado as maiores cabeças da ciençia geografia e arquilogia:: a verdadira historia do diluvio de noe :: no brasil existe pessoas a quase cinquenta mil anos o jardim do edem nao passa de sete mil anos um barco para carregar um casao de cada espeçia nem com a tecnologia de oje e possivel cara falando serio tinha que ter uma lei para pegar essa crentaiado pastores padres de porrete e botar eles na pedreira la eles nao ea ter tempo para encher a cabeça das pessoas de minhacas e ficar fasenda assalto dentro das igrejas armado com uma biblia que muito pior deque a bomba atomica ela mata milhares por dia deus do começo da humanidade se mata cara deixa as pessoas viver em paz posta uma coisa que presta em ves de ficar postando mentiras boca fechada nao entra mosquito nao tem o que falar fica calado

  8. Fico imaginando o trabalho hercúleo que fora designado ao velho Noé, tendo que realizar longas e cansativas viagens pelo mundo afora, para capturar os ursos polares,os cangurus, e principalmente quando de sua vinda para o Brasil ,para capturar o nosso exclusivo tatu bola.
    Deve ter sido uma expedição fantástica!!!

  9. Amigo Daniel vc desenvolve um bom trabalho, mas ele só será bem apreciado por cristãos sinceros os quais acreditam que os 66 livros das Escrituras Sagradas sejam inspirados por Deus. Os opositores dela sempre o serão. Mateus 7:6 mostra a atitude mais adequada. Abraço.

  10. Apenas continue seu trabalho, meu irmão! Sua qualificação lhe permite tratar com propriedade de temas que hoje são apresentados como opostos (a falsa dicotomia entre religião e ciência, por exemplo). O que mais se vê hoje em dia é adolescente de ensino médio ‘especialista’ em Biologia, Química, Física, Filosofia, Antropologia, Arqueologia, História etc… rs. Você, como professor de Biologia, tem autoridade e propriedade para discorrer sobre o tema e refutar com facilidade as inúmeras besteiras que temos visto.

    No mais, deixo o link de acesso a um vídeo bem interessante. Talvez você já o conheça. Trata do tema: Evolução X Deus. Nesse ‘documentário’, o autor vai a Universidades e fala com professores e alunos ateus e os questiona sobre sua ‘fé’. Embora a discussão esteja longe de ser algo novo, a abordagem e o preparo/conhecimento dele foram um ponto importante para mostrar que há uma fé (cega) enorme do outro lado.

    O linke é: http://www.cienciaefe.net/2013/08/evolucao-versus-deus.html

    Grande abraço e permaneça firme!

  11. Marcelo,

    Estou meio sem tempo para lidar com os comentários, mas o seu me estimulou a responder muito. Obrigado pelos elogios. Fiquei até sem jeito… Tento fazer meu melhor aqui no blog; para o melhor, nada melhor do que a lógica, não? Ela faz falta…

    Como diz C.S.Lewis: “O que estão ensinando nas escolas hoje em dia?”

    Mande sugestões de temas para eu traduzir ou escrever sobre! Devo retomar com firmeza as atividades do blog nos próximos meses!

    Abraço,

    Daniel.

  12. Muito bom seu blog, Daniel. Parabéns!!!

    Já li muitos textos sobre o assunto em questão, já que nutro grande interesse pelo tema, mas o texto traduzido por você detalhou melhor o aspecto da viabilidade (ou inviabilidade, no caso da Epopeia de Gilgamesh) física da arca a partir das dimensões das duas estórias.
    Parabenizo-o também pela elegância com que responde aos ‘opositores’. Sim, uso o termo opositores, pois a grande maioria está aqui apenas para ‘ser do contra’, mostrando total ignorância quanto a questões básicas relativas ao assunto.
    Ora, a razão parece ser tão simples, mas insistem na ‘acusação’ de que a Epopeia de Gilgamesh é verdadeira por ser mais antiga. Isso não faz o menor sentido! Bom, já que vi até analogia com futebol, mais especificamente o Barcelona, vamos a mais uma:

    Eu, como mais um brasileiro apaixonado por futebol, além de vascaíno, vibrei com os gols do Romário pelo Barcelona, na década de 90. Imagine que eu tenha assistido a todos os jogos e guardo na memória todos os gols feitos pelo baixinho. Melhor do que isso, tenho em meu arquivo pessoal todos os gols do Romário. Hoje, quase duas décadas após o baixinho ter deixado o Barcelona, resolvo escrever um livro sobre sua passagem pelo time catalão. Sei, contudo, que já existem livros sobre o assunto, mas estou decidido a escrever sobre o tema, inclusive para detalhar aspectos que não estão presentes nos outros livros escritos antes do meu. A pergunta: o livro do jornalista X, escrito quando Romário ainda atuava na Espanha, ou do jornalista Y, escrito logo após sua saída, são mais verdadeiros que o meu? São mais confiáveis que o meu? Por que? Será que essas pessoas não entendem a lógica do assunto?

    Os filhos de Noé, juntamente com suas esposas, deram origem aos povos (todos) após o dilúvio. Alguns migraram, num primeiro momento, para a região que hoje é a Europa, outros para o extremo da Ásia e por aí vai. Nimrod, personagem bíblico e bisneto de Noé, foi o primeiro Rei poderoso da região Mesopotâmica. Além da Bíblia, seu nome aparece nos escritos de Josefo, em poemas sumério-acadianos e nas tradições árabes. Alguns estudiosos buscam correlação de Nimrod com o próprio Gilgamesh. Se isso for verdade (a princípio, não passa de especulação), a Epopeia teria sido escrita alguns anos após o dilúvio. Contudo, se considerarmos que Moises escreveu o relato de Gênesis, isso teria ocorrido centenas de anos depois, mas, em hipótese alguma, isso mostra que o que foi escrito depois é cópia do que foi escrito primeiro. Essa afirmação não passa de conjectura, sem nenhuma sustentação. E quanto às comprovações arqueológicas daquilo que está registrado no Pentateuco e não possui nenhum outro registro conhecido? De onde Moises teria copiado? É bom lembrar que até bem pouco tempo, alguns duvidavam da existência das cidades de Sodoma e Gomorra. Todavia, essas cidades foram descobertas e calaram os críticos, principalmente àqueles que são partidários da máxima “ausência de evidência significa evidência de ausência”. Lamentável!

    Parabéns novamente pelo blog!

    Abraços

  13. Sem a “Escritura Sagrada” como fonte essencial para compreendermos a origem, o fim, quem somos, de onde viemos e para onde iremos, estaríamos perdidos, destinados a vivermos apenas para o objetivo que rege o mundo material, a busca pela satisfação pessoal, tal como nossos desejos do dia a dia, acordar, fazermos nossas necessidades fisíologicas ,irmos ao trabalho, sexo, comida, bebida, ir ao shopping, ao clube, ao estádio, DINHEIRO, adquirmos bens e mais bens, voltarmos para casa depois de um longo dia de labuta para finalmente começarmos tudo novamente no dia seguinte. Afinal! Qual o sentido disso tudo depois de nossa morte? Será que realmente nós nascemos e crescemos para essa finalidade? Porque a dor é inerente a quase todos animais, mas no entanto somente a vergonha é um atributo da personalidade humana? Será que nós somos os únicos que compreendemos que somos diferentes dos outros animais, mas agimos como eles, quando a finalidade da vida é formarmos uma família, e ter filhos para perpetuarmos a espécie, se é que realmente esse é objetivo de todos, senão a satisfação do próprio Eu.

  14. Uma pergunta apenas por informação sem levantar polêmicas: No Pentateuco é atribuída a autoria a Moisés sem que haja comprovação histórica disso e nem arqueológica. Confere?

  15. Caro Daniel,
    Te provando de modo “inequívoco” sobre o que você disse, se é coerência que você quer vamos lá…
    “Não sou inimigo de crença nenhuma” só pra deixar claro já que essa publicação utiliza em determinado momento o termo “inimigos do cristianismo”… Enfim voltando ao assunto… a bíblia já foi aperfeiçoada no momento em que se criou o novo testamento para “corrigir” coisas que não haviam sentido do antigo testamento (coisas estas que não condizem com a realidade atual o que prova que esse livro (a bíblia) não é nenhum livro escrito por deus com toda a verdade sobre a humanidade, ou não seria necessário reescrevê-lo para corrigir nada pois uma verdade “divina” contada pelo próprio deus não deveria ser corrigida.

    Voltando a questão do dilúvio… bem um detalhe muito importante foi esquecido, os achados sobre a epopeia de Gilgamesh datam de muito, mas muitooo, antes da criação do chamado Gênesis, não entendo como algo relatada muito depois que outra história possa ser verdadeira.

    Continuemos… como o marcos disse, e você fez questão de ignorar porque já tem sua opinião formada e pelo jeito não está aberto para novas ideias mais lógicas, é muito engraçada que seja tudo muito semelhante entre as duas histórias exceto que “erros” que tornam a história de Gilgamesh fantasiosa foram corrigidos na história sobre Noé.

    Até hoje, mesmo no novo testamento existem capítulos que falam coisas que sabemos na nossa realidade atual que são erradas, como algumas menções sobre submissão das mulheres enfim, bastar realmente ler a bíblia toda e não somente conhecer as partes contadas pelos religiosos.

    Por fim o que prova mais um pouco que é perfeitamente possível uma reprodução da história antiga de forma a deixar menos fantasiosa é a própria EVOLUÇÃO, a cada dia de todos os dias a humanidade pensa com mais clareza, percebendo que certas coisas que lhe são ensinadas como verdade não podem ser verdade porque iria contra o direito humano, portanto assim como ocorreu na transição do antigo para o novo testamento, pode muito bem a história de Gilgamesh “mais antiga que a da bíblia” ter sido reescrita porque talvez na realidade da época em que o genesis foi escrito as pessoas pensassem com mais clareza e não aceitariam a história do gilgamesh como verdade então era necessário adaptar para que as pessoas não encontrassem erros a serem apontados na nova história.
    Daniel Ruy Pereira disse:
    19 de agosto de 2012 às 3:49 pm

    Marcos,

    Dizer que a Bíblia foi aperfeiçoada é fácil. Prove de modo inequívoco que isso de fato ocorreu, e seu argumento terá validade.

    Abraço,

    Daniel.

  16. Num comentário seu: «Não é coerente? Se eu vejo algo tão coerente por que não acreditar?»

    Um texto coerente pode ser este:

    Todas as baleias são aves. O Arnold é uma baleia, logo o Arnold é uma ave. Pois é. O problema aqui é que uma das premissas não corresponde á realidade. Ser coerente (por si só) não significa corresponder á realidade.

    Ou algo que se aproxime mais do texto:

    Há relatos da civilização X, da Y e da Z sobre a existência de unicórnios em Marte. Em todos os relatos eles são cor-de rosa, são grandes e têm cabelo prateado (quero um para mim!) e em todos eles é relatada a presença de testemunhas oculares que os viram a passear pela superfície Marciana. Os relatos são coerentes, existindo apenas umas pequenas diferenças (não mencionadas) que permitem distinguir o relato original. Só não percebo como é que as pessoas podiam estar no planeta Marte a observar os unicórnios.

  17. Gostei muito desse site , mais tenho uma pergunta : Que relação podemos estabelecer entre a catastrofe narrada pela Epopeia e as caracteristicas fisicas do local onde foi produzida ?

  18. Gostei por de mais da matéria, só diz o óbvio, que Deus existe, se o mundo for contra Deus, então eu serei como o mundo, só me entristeceu em saber que ( me corrija se eu estiver errado ) o autor do site é protestante! É mesmo? Me responda, abraços!

  19. Olá, Giuliano.

    Não se trata só de acreditar. Você leu o artigo? Não é coerente? Se eu vejo algo tão coerente por que não acreditar?

    Aliás, quando alguma explicação faz tanto sentido, fica a cargo de quem não acredita nela dizer porque, e propor algo melhor.

    Você tem essa explicação?

    Abraço,

    Daniel.

  20. Olá, Lian!

    Bem, você mesmo (ou mesma) disse: o de Gênesis carece de datação. Por meio desse método, que se baseia em comparação, como podemos afirmar que um é mais antigo que o outro se faltam dados?

    A datação radiométrica não é válida para este argumento que você usou.

    Abraço,

    Daniel.

  21. Testes comprovam que os escritos de Gilgamesh são mais antigos. O de Moisés carece de datação, o de Gilgamesh é de 2.600 a/c

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  25. E se realmente o diluvio do gênesis fosse o mais antigo(infelizmente é provado q não é) que o de Gilgamesh,de onde surgiram povos como os índios americanos ou aborígenes australianos citados aq nessa matéria como pessoas q descreveram tb o diluvio em suas culturas,se partimos do principio que Deus matou toda a humanidade menos a família de noé no diluvio,de onde surgiram esses outros povos?Até os maias escreveram sobre o diluvio…com certeza foi um evento que sim ocorreu a nível mundial mas não foi o gênesis o primeiro a contar,isso foi a Epopeia de Gilgamesh,e infelizmente podemos deduzir q os filhos de moisés fornicaram com suas irmãs e povoaram novamente a terra,mas isso não explica os índios,os aborigíneos,os chineses e todos povos q nao morreram no diluvio e sobrevieram para contar tb e sempre com historias parecidas,o deus deles estava com raiva dos humanos e decide matar todos menos uma familia.
    Não sou ateu,mas tb tenho o direito dado por Deus de questionar as coisas e razonar sobre elas, por favor se o autor deste texto tiver o conhecimento doq escreve aq me ajude a esclarecer minhas duvidas.Obrigado

  26. Quando a epopeia de Gilgamesh foi escrita os Hebreus como são conhecidos hj nem existiam em primeiro lugar,essa epopeia é um documento histórico,datado e valido,logo foi escrita centenas de anos antes do gênesis.

  27. meu querido João Bosco Machado Ferreira Lima, Deus é uma questão de Fé! Se vc ñ acredita na bíblia, ñ sou eu q vou forçar o senhor acreditar nos relatos q elas apresentam.
    Pra mim a bíblia inteira inclusive as vírgulas são reais. + fike tranquilo um dia meu querido, tudo vai fikar bem claro e se vc ñ se arrepender dos seus pecados e aceitar o filho unigênito do Deus VIVO, Jesus Cristo, existe uma eternidade tenebrosa a sua espera…
    + a minha parte já fiz! Ñ sou fanático religioso!!! + se Deus criou tudo, acho q ele merece reconhecimento pelo q fez. Melhor, pelo sacrifício q ELE fez por vc e pelo mundo todo ele só pede q vc se arrependa e tenha uma nova vida ao lado d Cristo Jesus, e em troca ELE te dará uma vida eterna, DE GRAÇA!!! (ñ com uma planta espinhosa no fundo rio (Leia Gilgamesh))
    João 3:16
    Deus te abençoe!

  28. O relato sumério foi retirado diretamente dos registros milenares dos tabletes e traduzido por cientistas, se é mais “tosco” e menos “preciso” com relação a determinados detalhes é pelo fato de não ter sido TREMENDAMENTE EDITADO em N traduções e revisões de interesse RELIGIOSO DOUTRINÁRIO ao longo dos séculos, como ocorreu com os textos judáico-cristãos não apócrifos; além disso se observado outros textos sumérios (sempre mais antigos que os judáicos) que dão conta do mito da criação da humanidade, a coerência e viabilidade (vista a partir do conhecimento tecnológico que temos hoje) é muito maior e mostram fatos que levam a entender muito melhor o que de fato se passou em relação ao Dilúvio de Gilgamesh .

  29. Olá, Marco Antônio!

    Obrigado pela visita e participação.

    Fique tranquilo: ninguém está aqui para te rotular de qualquer coisa que seja. Mas não rotule criacionistas como pessoas “que querem dar coerência a coisas sem lógica”. Aliás, coerência e lógica fazem parte da mesma coisa, então é impossível uma coisa coerente não ser lógica e vice-versa, pois a lógica é coerente e a coerência é lógica!

    No entanto, Marco Antônio, preciso te perguntar: que prova (ou melhor, evidência) arqueológica ou histórica você quer que já não tenha sido dada no texto? As evidências textuais (que são tão válidas quanto tabletes de argila) não são suficientes para mostrar que o Épico de Gilgamesh é uma variação do relato de Gênesis? E a quase onipresença de contos diluvianos em povos de todo tipo cultural, também não servem?

    Se estas não são suficiente, por favor, me diga: o que você gostaria que oferecêssemos como evidência?

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

    PS.: Muitas vezes, o problema não são as evidências, mas a força com que nos apegamos a nossas cosmovisões…

  30. Estou entrado nesse site pela primeira vez… em busca da verdade sim.
    O que me trouxe foi as coincidências entre a epopéia de Gigamesh e o Noé.
    Seja ela razão ou fé.
    Tentando buscar coerência, não discriminando e indo a fundo em todos as áreas … seja ela religião, filosofia, ciência, arte etc.
    Espero que aqueles que acham que ja acharam o seu caminho respeite o meu posicionamento e respeite aquilo que Deus deu a todo homem o livre-arbítrio. Pois é me sentindo livre pra buscar a verdade seja ela como for.
    Não me rotule de ateu …criacionistas que querem dar coerência a coisas sem lógica.
    Gostaria de argumentos arqueológicos e históricos que provem que o gênesis é mais antigo…
    Pois ainda não me convenceram

  31. Olá, Marcos.

    Em primeiro lugar, pra ser educado, obrigado pela visita e participação.

    Em segundo lugar: por que tantos ateus são incoerentes, chatos e mal-educados? Não precisa disso para criticar um artigo ou a fé de alguém. Veja, seus argumentos são ruins, e vou respondê-los um a um, mas vou fazê-lo educamente (mas um pouco de ironia sempre é bom).

    Os hebreus foram influenciados por vários povos e a Bíblia incorporou a linguagem desses povos. Certo, isso é um fato. É natural que povos que convivam no mesmo tempo e espaço relativo influenciem uns aos outros. Os gregos influenciaram os romanos; os americanos, italianos, japoneses, portugueses, espanhóis etc influenciaram os brasileiros. Agora, me diga, Marcos, por que isso seria ruim para o relato bíblico? Qual é o problema de as influências culturais de outros povos permearem o livro sagrado judaico-cristão? Embora essas influências existam, fica absolutamente claro que são tratadas, quando referem-se a Deus, como deturpações. Fica extremamente bem delineada a cultura hebraica como superior às outras.

    Você conhece o argumento do fator Melquisedeque? Dado um Deus, Criador da humanidade, que queira se revelar a vários povos, é natural que, apesar das deturpações que esses povos possuam possa-se encontrar tradições religiosas que são quase sinônimas, reveladoras de características do mesmo Deus, revelando-se de forma limitada àquele povo. Exemplo: certo povo das Filipinas tem o mesmo ritual de bode expiatório do Velho Testamento – só que ao invés de um bode, usam uma galinha. Hebreus e filipinos jamais tiveram contato na antiguidade. Uma impossibilidade geográfica permite essa afirmação. Como se explica isso?

    Você precisa ler mais Gênesis. O livro fala da origem do povo hebreu, a partir dos caldeus (babilônicos). Abraão era de Ur. É evidente que haveria influências. O politeísmo é abordado largamente em Gênesis, mas sempre como deturpação do monoteísmo. É a explicação do surgimento do politeísmo! Em todo o livro fica evidente que o relacionamento dos patriarcas é com um único Deus pessoal, que abomina o politeísmo e o condena como pecado. Se a influência politeísta fosse assim tão marcante, como se teria dado essa inversão do politeísmo (que parece tão natural, já que é mais fácil explicar vários fenômenos oriundos de várias entidades, que de uma só) para o monoteísmo?

    E esses milhares de contradições que você aponta? Cara, me mostre uma só, que seja coerente, e te dou razão. Estou procurando há mais de 15 anos e ainda não encontrei nenhuma. A humanidade faz isso há pelo menos 2 milênios e também não encontrou nenhuma contradição conclusiva. Faça esse favor pra mim e ache uma, relatando-a aqui.

    Agora, pense no que você disse: a existência da Arca não prova a existência de Deus. Concordo com você, de fato não prova. Mas e uma Arca perfeitamente funcional, construída de acordo com conceitos modernos de engenharia hidráulica e física, com proporções extremamente coerentes e superiores aos do Épico de Gilgamesh (cuja Arca era cúbica e mataria todos os ocupantes) construída sem os recursos computacionais, cálculos integrais e instrumentos modernos, inclusive de testes, que conseguiu vencer a força de um dilúvio de proporções mundiais, mantendo a salvo seus ocupantes. Isso não mostra nada pra você? Pelo menos que o relato do dilúvio do Gênesis é QUALITATIVAMENTE superior ao relato sumério. Leia com mais cuidado esse artigo e você verá como o relato de Gilgamesh não se sustenta diante do relato bíblico. A influência que você alega é inversa: o relato de Gênesis influenciou o sumério e todos os outros relatos de dilúvio, de todos os povos mundiais. Olhe para a coerência do relato, Marcos, que é de onde tiramos essa última conclusão. Se o texto é perfeitamente coerente ele está mais próximo da, ou é a fonte, não a derivação; e mais – sua história é, provavelmente, verdadeira. Olhando para o relato, qual é a fonte de informações de onde a Arca derivou? Deus. Se o relato é tão plausível, em todos os seus pontos, por que neste ponto não pode ser?

    “O ateu procura informações em centros acadêmicos e não em aulas de Teologia ou cientistas simpatizantes de crentes.” É… verdade. Talvez se procurasse, abriria a cabeça e deixaria de ser o tipo de fundamentalista que, quando confrontado com sua crenças, afirma (depois de ataques ad hominem): “Pois é. Entendo, mas Deus não existe, e sua Bíblia é influenciada.”

    Ninguém pode provar que Deus existe. Mas ninguém que pode provar que Ele não existe. E Ele não faz questão alguma que provem. Pelo contrário, manda que o reconheçamos baseados exclusivamente em fé.

    Estou esperando sua resposta.

    Abraço e, mesmo não acreditando Nele, que Ele te abençoe.

    PS: Transtorno psicótico é a perda de contato com a realidade. O que é realidade, Marcos? Seria a tentativa acomodada de permanecer em um status mental e intelectual confortável? Seria uma situação em que ficamos tão convencidos de determinado sistema que a menor crítica a ele torna-se uma ameaça a nós mesmos, despertando reações até mesmo violentas? Se isso é transtorno psicótico, e eu tenho isso, bem-vindo ao clube!

  32. O Epico da Gilgamesh é mais antiga que o genesis, quando os hebreus ainda viviam em grupos os sumério já tinha uma cidade-estado. Os hebreus foram influenciados por vários povos, a própria biblia adquiriu forma em cada contexto histórico quando entrou em contato com outros povos, um exemplo é a própria linguagem biblica. No Genesis a referencia ao pluralismo de pessoas (deuses) ao contrário da unicidade de deus, o que prova que uma copia mal feita da Gilgamesh, adaptada a crença monoteista. Existe milhares de contradições entre a produção biblica é o periodo que ocorre diversos fatos.
    Além disso o fato de existe a arca não prova que deus exista, e a mesma coisas de acha que as piramides provam que os deuses egipcios existem. Meu caro, o ateu procura informação em centros Acadêmicos no mundo todo, e não em aula de teologia ou cientistas simpatizantes de crentes.

    O fato é que vocês não podem prova que deus exista, então ficam procurando pedra para tenta prova. Por que não vai procura um tratamento, para seu transtorno psicotico.
    Mesmo assim continue tentando por que você não vai conseguir nada.

  33. Olá, James.

    Obrigado pela visita e participação.

    Você fez perguntas extraordinárias. Gostei muito da sua sinceridade. Suas perguntas não são tão complexas para o modelo criacionista. Mas ao invés de respondê-las aqui, resolvi escrever artigos para respondê-las, uma vez que as respostas precisam ser grandes, para não serem insuficientes. A primeira resposta, sobre bactérias e vírus, está neste link (publiquei hoje).

    Ao longo deste mês, responderei suas outras perguntas. Meu objetivo será mostrar a você e aos leitores como o relato do Dilúvio é coerente com as mais recentes descobertas científicas (em relação ao que você perguntou). Veremos se em fevereiro você continuará dizendo que a evolução faz todo sentido!

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  34. Li boa parte das manifestações defendendo a Biblia e o diluvio de Noe e tambem sobre o Epico de Gilgamesh. Quero apenas fazer pequena observação: alguem poderia me responder com raciocinio logico: Como Noe teria feito para colocar na arca (espécies)da infinidade de virus e bacterias que existem por exemplo hoje em dia, que pudessem ter sobrevivido ao diluvio? Sabemos que muitos virus e bacterias se alojam no proprio organismo humano e outros que sobrevivem na agua. Mas e aquelas especies que so sobrevivem em lugares secos, ja que o diluvio biblico foi universal.. Onde teriam ficado essas especies? E o que dizer dos besouros? Sabe-se hj que existem cerca de 300 mil especies diferentes de besouros, que alias voam muito mal. Talvez 50 metros no maximo. Como que Noe teria feito para buscar cada uma dessas especies e coloca-las na arca? E qdo. muitas especies vivem em continentes diferentes?? Como teria navegado ao redor do mundo todo para alcançar esssas especies? Não consigo acreditar que a Criação tem alguma lógica… e nem que a estória de Noe seja verdadeira. Não faz sentido…É apenas uma estória, assim como tantas outras escita por homens na exata dimensão de sua ignorância dos fatos cientificos, que evidentemente na época que foram escritas não se conhecia. E o que dizer sobre o prosseguimento da raça humana?? Ora, se Noe esteve sozinho com sua familia na Arca( dos humanos) , como a humanidade teria continuado?? Os filhos e filhas de Noe cometeram insesto?? Irmãos e irmãs teriam tido relações sexuais entre elese gerados novos filhos?? … Bem …vou parar por aqui… teria tantas outras contradições, relatos imprecisos, coisas sem lógica alguma…. Fico no aguardo… Abraços… Prefiro ser sincero com minha consciencia… não consigo acreditar na Criação Divina… A evolução faz muito mais sentido…alias faz todo sentido…

  35. Em uma das suas postagens acima vi isso “Por isso, a Bíblia NÃO É UM MANUAL PARA ENGANAR. Pelo contrário, ela ensina que aqueles que a usam para isso serão severamente punidos por Deus.”, Deus é vingativo? Ele criou o homem e se arrependeu? Como pode, se ele é Onipresente, Onisciente, Onipotente.
    E esse lance de fazer sacrifícios para provar o amor a ele, isso não é paganismo?
    Já ia esquecendo, não sou ateu nem atoa.

  36. Daniel , cara não sei nem por onde começar , mas vejo que vc tem muito de Deus no seu coração e respondeu a todos de maneira educada e sem ataques ofensivos, ao contrario dos comentários , que por sua vez a maioria é de ateu , na verdade e triste, ver tão pouco cristão se informando e ateu procurando atacar ( ao inves de procurar ver os 2 lados ). Que Deus te abençoe e te guarde , ilumine seu caminho e te proteja das astucias do inimigo, te de discernimento e que possa usar seu don para bons frutos. Otimo post!!!!

  37. Caro Daniel, vejo que você, como bom cristão que é, defende o seu ponto de vista baseado nos relatos bíblicos, alegando que o Gênesis é mais antigo do que o relato da epopéia de Gilgamesh. Não se esqueça de que Abrão, o patriarca hebreu, nascido em Ur, na Caldéia, quando saiu da Babilônia, onde o o seu povo era escravo e veio para a Judéia, trouxe consigo todos os elementos em que baseiam a espinha dorsal da religião judaica: o conceito de bem e mal(dualidade), adaptado da religião de Zoroastro/Zaratustra, que relata a eterna luta da luz (Ormuz Mazda),contra as trevas(Arimâ), o inferno: idem, queda dos anjos e a consequente personificaçao de Satanás e demônios: idem, a vinda do Messias: idem, e até o seu próprio livro sagrado (Bíblia), baseado no Zend Avesta, de Zoroastro/Zaratustra e vários outros elementos dessa mesma cultura e conceitos de outras culturas de diferentes de povos anteriores ao povo hebreu. São fatos históricos. Quero esclarecer, que, de maneira nenhuma quero desrespeitar suas crenças, já que todos tem as suas, desejo apenas atestar a veracidade dos fatos e, não levar em conta apenas um ponto de vista: o bíblico.

  38. Olá Ricardo,

    Obrigado pela visita, participação e pelos elogios.

    O mérito desse texto é todo do Jonathan Sarfati, que é Ph.D. em Química, pela Victoria University of Wellington, Nova Zelandia. Eu só o traduzi (mas se você achou que ele está simples, fico feliz, porque parece que a tradução ficou boa!). Sarfati é demais. Ele atualmente trabalha no Creation Ministries International, Austrália. Estou trabalhando em mais alguns textos dele. Então, aguarde novidades em breve.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  39. Parabéns pelo texto! Cheio de dados interessantes e bem embasados. Você conseguiu fazer o que muitos eruditos não conseguem: pegar conhecimento bruto e traduzi-lo de maneira simples, para que todos, desde o mais letrado até o mais simples, consiga entender. Mais uma vez, parabéns!

  40. Olá, Funai.

    Obrigado pela visita e participação. Você foi bem suscinto. Serei também. Você faz afirmações sem explicações ou justificativas. Assim fica fácil dizer o que quer que seja, já que não dá chance de resposta. Então, por favor, explique.
    1. Por que você achou o texto parcial?
    2. Por que você achou que o desenvolvimento não é científico?
    3. Por que você sente vergonha, se está fazendo aquilo de que me acusa ao não estimular a discussão?

    Espero suas respostas.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  41. Texto parcial. Desenvolvimento nada científico. Desculpe, você falhou e me envergonha saber que temos professores assim, ensinando não-ciencia, de modo não -cientifico.

  42. Caro Doidão,

    O que você tem contra o ponto e a vírgula? São símbolos tão legais e ajudam tanto, coitados…

    Vou pegar o gancho desse seu último post, pra gente concluir então. “Vamos aproveitar os restos de dias de vida do nosso planeta.”, você diz. Mas você é ateu. Então me responda, Doidão. Já que tudo é ilusão, pra que vou querer aproveitar os meus dias? Se tudo vai acabar e não vou ter absolutamente nada a ganhar no final de tudo, pra que me preocupara com o que seja? Esse ponto de vista não tem o menor sentido. Se vou morrer amanhã, mas vou sofrer um bocado até lá, então prefiro morrer hoje. O suicídio é a única alternativa.

    Entende? Por isso creio em Deus e na vida eterna. Essa fé não me ilude – me dá sentido e propósito. Assim eu posso viver em paz. Quero te dizer uma coisa: não se apegue ao que você acha que sabe. Apegue-se em descobrir o desconhecido. Olhe para o DNA, por exemplo. É impossível que ele tenha surgido por acaso, porque informação só é criada a partir de informação. Olhe para as evidências biológicas de projeto inteligente e reconheça que você foi criado por um Deus que te ama. Você mistura muita coisa em seus argumentos, e acho que isso está atrapalhando suas ideias.

    Não é porque os relatos de nascimento de Sargão e de Moisés são parecidos que um é cópia do outro (embora seja tentador admitir isso). Indico a você que lia esse artigo: http://www.arqueologiadabiblia.com/2009/04/moises-o-libertador.html. Há várias evidências de que o relato de Êxodo é verdadeiro, por causa da cultura egípcia, e pela data que os judeus conheceram os documentos históricos que citam Sargão – depois do exílio na Babilônia. Como eles poderiam saber tanto sobre o Egito antigo?

    Sobre o argumento seu sobre seres de outros planetas, aguarde porque, na tradução que estou fazendo do livro de Gary Bates, há um capítulo totalmente dedicado às teorias de Däniken. Creio que em outubro já deve estar no ar.

    Finalmente, você diz viver um dia de cada vez. Pois essa é a maior tragédia do ateísmo. O dia de hoje é imprevisível, posso morrer daqui a pouco. Não sei. O que vai acontecer comigo depois? Nada? E tudo pelo que passei? Não vale de nada, segundo o ateísmo. Eu só gastei meu tempo a toa, aliás, eu existo à toa. Não posso aceitar isso. Ninguém pode.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  43. Cara Camilly,

    Obrigado pela visita e participação. Desculpe ter demorado tanto pra responder, mas tive vários contratempos para mexer nos comentários do blog. Resolvi fazer uma maratona hoje. Vou responder TUDO o que você disse.

    1. Eu só aprendi o que tem na Bíblia. Você está errada. Leio muito, sobre tudo o que eu puder. A Bíblia é só o meu Primeiro Livro, sem o qual não fico. Tente lê-la pelo menos uma vez, e você vai ver que NADA se compara a ela, em quesitos teóricos e práticos.

    2. Por isso, a Bíblia NÃO É UM MANUAL PARA ENGANAR. Pelo contrário, ela ensina que aqueles que a usam para isso serão severamente punidos por Deus.

    3. Nem sempre o cara que fala da Bíblia segue o que a Bíblia diz. E, realmente, há um bocado de impostores por aí, que merecem que seja feita justiça. Mas não precisa se preocupar. Deus SEMPRE faz justiça contra aqueles que o desobedecem. Mas, antes de falar dos outros, Camilly, olhe para dentro de você e pergunte se você, direta ou indiretamente, não está ofendendo a Deus com o que faz e diz. Dizer que a Bíblia é uma droga por causa do praticante, sem nunca a ter lido inteira e compreendido seu significado, é tão grave quanto o praticante iludir outros com algo que a Bíblia não diz, dizendo que ela diz, do ponto de vista de Deus.

    4. As pessoas passam por muitas dificuldades, e todas precisam de algo para se apegar. Você prefere se apegar ao quê, quando em dificuldades? A Bíblia me ensina que Deus me ajuda, me perdoa, e me livra da morte eterna, me deixando eternamente vivo com Deus, a quem amo tanto (embora não como deveria ou gostaria). Prefiro ficar com isso que acreditar que tudo o que eu estou vivendo é inútil, pois quando morrer, vou ser decomposto e meus átomos comporão novas estruturas. Desse jeito, a vida não tem o menor sentido. Para mim, isso é desesperador, assombrador, aterrorizante e depressivo.

    5. Uma dica para te estimular a ler a Bíblia – toda a vontade que você tem de que seja feita justiça com os impostores que usam a Bíblia em benefício próprio e enganam as pessoas é saciada na Bíblia. Deus faz isso o tempo todo nela.

    Espero que você volte mais vezes.

    Abraço e Deus te abençoe,

    Daniel.

  44. Caro “Doidão”,

    Obrigado pela visita e participação.

    Vou tentar responder mais este seu comentário, mas, por favor, revise seu texto antes de publicar porque tá complicado de entender…

    Você tem 47 anos e nunca viu um pastor que presta? Que pena… Você nunca procurou no lugar certo. Procure pelo John Piper, Paul Washer, Richard Baxter, John Stott, que morreu a algum tempo atrás. Lembre do ditado: “quem procura acha.” No site http://www.voltemosaoevangelho.com você pode ver alguns videos deles.

    Você diz que já leu TUDO o que já foi descoberto em arqueologia. É muita coisa, hein? Acho que não leu não. Procure o livro Arqueologia Bíblica, de Randall Price, Editora CPAD e o leia. Você vai ver o quanto ainda não sabe.

    Abraço e Deus te abençoe, e te ajude a encontrar o caminho para Ele.

    Daniel.

  45. Caro Jonathan,

    Obrigado pela visita e participação.

    Primeiro: desculpe a demora em responder seu comentário. Você postou aqui há três meses, e só hoje parei para responder. A demora tem vários motivos, mas o principal é que resolvi me dedicar totalmente à tradução do livro de Gary Bates, e depois chegaram minhas férias (sou professor de Biologia) e aí eu queria descansar, então em julho nem mexi no blog. Mas agora vamos lá.

    Eu gostei do exemplo que você deu sobre o Barcelona. Pena que não consegui entender direito porque não acompanho (ao contrário do que gostaria) o futebol europeu com regularidade. Há muitos campeonatos no Brasil, e preciso torcer pelo meu São Paulo! Mas entendi a lógica do raciocínio. Realmente, não é a história original que faz mais sentido, necessariamente. E o texto que traduzi aqui de fato se apega a essa ideia. temos o Épico de Gilgamesh e o Relato do Dilúvio, tradicionalmente aceito como sendo de Moisés. A hipótese do autor é a seguinte: temos um relato que prega um evento cataclísmico mundial. SE esse evento for verdadeiro, então alguém o registrou e outros, sobreviventes passariam o registro adiante. O relato verdadeiro deve ser aquele que descreve o evento com a maior plausibilidade possível. De outro modo, o relato seria falso, já que, cientificamente, não tem base.

    Como o autor explica, ao analisar os dois textos mais antigos sobre o Dilúvio (o de Gilgamesh tem a maior idade relativa, obtida por meio de métodos radiométricos), tendo em vista que os sobreviventes teriam continuado a passar a história adiante, chegamos à conclusão de que o relato bíblico é muito mais convincente, por uma série de evidências: a engenharia da arca, suas dimensões e seu formato. É um barco que flutua perfeitamente. De fato, já houve casos de pessoas testando modelos em escala, como neste video: http://www.youtube.com/watch?v=WV8QoiCAf7Y, ou neste: http://www.youtube.com/watch?v=svwZVlMGaow&NR=1.

    Outro muito bom é este, que mostra um jeito de estabilizar um barco com as dimensões da Arca de Noé: http://www.youtube.com/watch?v=1O8wGjwyS7o&NR=1.

    Veja, Jonathan, a Arca de Gilgamesh seria fatal para os tripulantes. Com base nessas evidências, decidimos uma ou outra: 1) O relato de Noé é o original, pois a plausibilidade inerente no texto foi passada pelos sobreviventes. Com o passar dos anos, os dados foram mudando um pouco aqui, um pouco ali, e surgiu um novo relato, o Épico de Gilgamesh, que tem reminiscências daquele primeiro, mas não é tão plausível. 2) O Épico de Gilgamesh é o original. Assim, em uma época onde conhecimentos avançados de náutica possivelmente eram escassos, Noé consertou os dados, pensando na estabilidade, proporções, materiais e etc, tornando possível a construção de um enorme barco, por quatro pessoas e disse que seu texto era o original.

    Ora, convenhamos, Jonathan, a melhor hipótese é a primeira.

    Você está certo sobre a questão politeísmo/monoteísmo. Na questão dos indícios, mais uma vez vamos para a plausibilidade. Já que as evidências a esse respeito não são tão definitivas assim, DECIDO (deliberadamente) ficar com o relato de Gênesis, que é um livro totalmente plausível para mim.

    Finalmente, a questão do Juízo de Deus, que você não aceita. Em primeiro lugar: quem diz que Deus julgou toda aquela gente foi a Bíblia, não eu (veja 2 Pedro, capítulos 2 e 3, e o próprio relato de Gênesis 6 a 9). A corrupção do gênero humano não foi culpa dos anjos caídos. Caim matou Abel antes disso acontecer, Lameque também matou dois, por motivos questionáveis (Gn 4:23-24). A corrupção já estava instalada antes disso acontecer (e não é certeza que esses anjos caídos eram anjos mesmo, há pelo menos duas outras possíveis interpretações). O v.5 de Gênesis 6 diz: “…era continuamente mau todo desígnio do seu coração [do homem].” Todos estavam fazendo coisas abomináveis. Idosos, crianças e mulheres também fazem coisas abomináveis. Se excluírmos os recém-nascidos como inocentes, você precisa lembrar que, para Deus (e para nós), a vida não termina, mas continua pela eternidade (para sofrimento ou alegria). Se inocentes morrem aqui, ficam vivos no céu, junto de Deus – e isso de modo algum é ruim.

    Tenha cuidado de não avaliar a justiça de Deus com o seu padrão de justiça. Nosso padrão é corrupto também, porque vemos o exterior. Um bom pai de família, que cuida dos filhos, é um bom trabalhador e vai sempre à igreja pode ser só aparência. Quem sabe o que se passa em sua mente? O que ele faz em segredo, sem ninguém ver? Deus olha isso, nós não. Se todas as pessoas cometem pecados abertamente (o que parece ter acontecido na época de Noé – ou hoje, por exemplo) então o extermínio pune a todos, merecedores disso.

    Entendeu? Sem anjos caídos eu e você cometemos pecados. Um pregador que conheço deu o seguinte exemplo: se eu pudesse ligar o seu cérebro, ou o meu, ou o de qualquer pessoa, a um projetor de cinema, em uma sessão exclusiva para as pessoas que se relacionam com você, de modo que todas elas saibam TUDO o que você pensa sobre cada uma, ou o que pensa sobre qualquer assunto, você fatalmente perderia muitos relacionamentos – senão todos. Nossos pensamentos já são maus, que dirá nossas ações! Graças a Deus, Jesus Cristo é a Arca de Noé. Sua morte na cruz fez com que levasse tudo isso, voluntária e conscientemente, sendo punido em meu lugar, para me livrar do “extermínio”.

    Espero ter respondido satisfatoriamente suas dúvidas. Se não, volte para conversarmos mais.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  46. Infelizmente só fui reler meu comentário após enviar,caso queira uma correção ortográfica posso re-escrever o texto.Desde já agradeço este espaço na web para nos informarmos sobre assuntos como este.

  47. Quando se trata de plausibiliidade,possibilidade,devemos entender que existem cadeias de eventos inseridos em diversos conceitos que convergem entre si.Em um dos exemplos que podem ser citados no ramo das possibilidades ,a fisica quantica demonstra filosoficamente e cientificamente a necessidade de ampliação da mente humana para resolução de idéias que fogem a nossa esfera paupável de conhecimento acadêmico.Ao unir fé e razão aumentamos as possibilidades,as respostas para indagações passão a ser mais facilmente refutadas,pois os arranjos no discurso aumentão em função da fé(conecção).O razão e o conhecimento não é uma arma para ferir ao defender ideias divergentes,ou até mesm oidéias obcediatórias para o crédulo e sim o candieiro da verdade.Jesus mesclava veemência com ternura.Ao vir para salva-nos jesus nos deixou o caminho para a salvação mediante a nossa prépria vontade,isto resulta na idéia de alto salvação apartir da união com a trintade.Conclui-se que somos parte do processo direto de salvação e que os escolhidos são que os que esolhem fazer parte deste processo.
    Ao lher todos os comentários e respostas sobre este artigo,reparei na repetição desta idéia “quando se quer que um fato seja do nosso modo ele sempre será´´.O ser humano se difere por seus niveis de penssamentos e idéas sustentadas.Ao acreditar em algo estamos iniciando um processo elementar de identificação dos nossos parâmetros individuais e em seguidas nos unindo a pensamentos mais complexos comuns a um grupo.Isto se representa como o sentimento de Nação,de raça,religião e simplificando o maximo possivel,a cultura adiquirida na sua esfera social.Ter fé é a ralização do pensamento universal em beneficio do ser, é confundido aqui nesta página tanto pelo autor como pelo leitor simplismente pela expressão do conceito “acreditar…´´.As discuções em muitos pontos do conhecimento humanos são vitais na lei do progresso,no entanto,neste caso é inócuo.A importânica é saber que,a conciência humana avança a medida que compreende a realidade que o permea, .

    TOMÉ, APENAS CREIA!

    Para os incrédulos: a verdadeira mensagem em si é o amor ,se não conseguimos ser diferentes de Tomé,então sejamos o seguidor amoroso.A verdadeira salvação consistem salvarmos uns aos outros da miséria fisica e espiritual. O resto é especulação pseudocientífica assim como a física quântica.

  48. daniel vamos parar de tirar defunto da cova vamos aproveitar os restos de dias de vida do nosso planeta que ja virou um barrio de polvora na biblia existe todos tipos de argumentos que conside em coisas que aconteçe e que vao aconteçer porque isso ja aconteçeu e vai aconteçer etenamente mais o deus que vai salvar esse planeta ou por fogo nele nao existe um meteoro se encarregara disso sao o ciclo do universso imagine se marte ja teve vida um dia ela pode voltar so que as edidas de tempo sao astronomicas a nossa vida a qui e um piscar de olhos e apenas ilusao voce dis que meu potugues e ruim as piores caligrafias sao dos doutorados para quem sabe ler um pingo e letra nao gosto de usar ponto e virgula

  49. daniel para resumir tudo. os judeus se julga ser os escolhidos povos de deus so que quando eles forao escravisados pelos babilonios era uma tribo nomade que nao conheçia a escrita oa conviver em cativeiros com os babilonios foi conhecendo a sua cultura teverao asseço a sua cultura os seus relatos sobre acriaçao do ser humano o diluvio que nao passou de uma grande enchente ou talvez um itsuname que subil sobre os pontanos do iraque e ao voltar para sua patria inventarao a biblia criando divindade que nao existe personagens como moises que e copia de sargao para tentar iludir pessoas com a pramessa de um paraiso com sete virgens ou ofogo do inferno para aqueles que nao a bedeçer seus ensinamentos e nessa eles vive ate hoje torturando roubando atrrorisando e matando em nome desse deus que eles criarao a partir dos epicos de gilgamehs que pode ter falado de seres de outro planeta que que desserao a qui e criarao o homem ibrido que somos nos ate hoje umanidade evoluil do dia para a noite a cem anos atraz viviamas nas trevas hoje um homem pode visitar outros planetas, criar ate outro homem dentro de um laboratorio ai tem coisa estamos a um passo para descobrir de onde nos viemos esse adao e eva foi criado em laboratorio a milhares de anos na mesopotamia e em varios comunidades do nosso planeta mais os desenformados que sao 90 porcento da umanidade sao escravisado e vive nas trevas eu vivo um dia de cada vez sem pensar o que vai ser do amanha pra min amanha ta longe de mais a manha niguem sa o que faz te sugiro uma cansao de leonardo voce vai cair na real fui aguardo sua respostas

  50. e daniel voçe ta mais para aqueles garotinhos que acredita em papai noel. de que goroto que sabe de alguma coisa. os cientistas nao engole esse negoçio de um deus vigativo. se ele nao faz nada poque nao tem poder se tem poder e nao faz porque nao e bom com toda evoluçao que estamos vivendo e voçe falando de mula sem cabeça o que esta escrito na biblia sao apenas hitorias antigas de um povo que ja extiguil a milhares de anos biblia e como roteiro de filme ficçao baseado em realidade voçe nao ve que a humanidade continua assolada em desde que um inteligente ochou que podia governar uma tribo dando lhe ordens e fando de um deus para osonbrar pessoas inoçentes. em favor de seus entereçes homem espera a milhares de anos o deus que ele proprio criou para ti levar para o paraiso que ele proprio fantasia sem nem uma prova de que isso e verdade envesde preservar o que e real a nosso planeta com suas biodiversidade porque nos nao repararmos os danos que causamos ao nosso meio anbiente depois que morremos voltamos ao po do podemos ser quaquer coisa ate mesmo adubo um dia seremos poeira de estrela

  51. daniel voce pode ser professor de biblia mais da verdade voce nao entende nada porque tudo que voce a prendeu foi dentro da biblia biblia um anual para ensinar pessoas a mentir enganar e estorquir pessoas endefesas que vive asombrada deseperadas sem esperanças e depressivas que vive agarando tudo para sair do buraco perste a tençao no edir maçedo no malafaia esso sao as piores pestes da humanidade o governo eo senado devia criar uma lei para punir com pena de morte esses ladroes de gravatas que assolao a humanidade e fica inpune

  52. oi daniel se voce fosse um cara bem informado voce nao a creditava nessas estorias antigas porque esso tudo e lenda e conto de fada essas pessas que escreverao a biblia achou que um dia a verdade nao vinha a tona mais depois que o homem moderno entereçou por historias antigas pode dessifrar os escritos cuneiformes e provou que esses relatos biblicos vierao da mesopotamia nao dos relatos de moises que e sussessor de sargao de acadia tambem foi colocado em um cesto e colocado em um rio e criado por um jardineiro tumuz ea mesma historia de jesus dionisio mitra horus. sempre vai apareçer um moises e um jesus querendo salvar o mundo so que chegara o dia que deus ficara como papai noel como seguidores so terao crianças e tudo vira lenda porque voçe enciste nestas lendas para dar suporte a suas ideias… foi criado no meio de e vangelicos e padres tenho 47 e sete anos e ate hoje nao vi um padre e um pastor que presta nem mesmo meus parentes porque vejo tanta safadesa que prefiro ser ateu tudo que ja foi descoberto na arquiologia eu ja li davi moises salamao nunca encontrarao uma linha sobre eles. mais dos relatos sumerio encontrao tudo noe adao abrao gilamehs nirode sargao nebucondonsor dario cidade de ur. cade o palaçio do rei salamao cade uma letra sobre moises io rei davi foi comido pelo leao de juda

  53. Bem, vou comentar (ah, vá) xD

    Um dos seus argumentos a favor da arca de Noé foi que a história da bíblia faz mais sentido. -rs

    Na temporada europeia de futebol 2010-2011, o Barcelona de Messi, Villa, Iniesta, Xavi, Puyol, Piqué e Pepe Guardiola – considerado por alguns o melhor time que esses já viram jogar – perdeu uma certa partida. Diz a história que não foi para um time da grande elite da Europa, como seria de imaginar.

    Há duas versões: que o Barcelona perdeu para classificado para a Liga dos Campeões na mesma temporada Valencia. E outra que diz que o Barça perdeu para o Hercules, time rebaixado na temporada. Faço-lhe uma pergunta: qual versão faria mais sentido? Logicamente, a de que o time catalão perdeu para o Valencia. Porém, sabemos que, na realidade, o Barcelona perdeu para o Hercules.

    Claro que as situações envolvendo quem tem razão na história do dilúvio e para quem o Barcelona perdeu são totalmente diferentes. Mas o que quero mostar com o meu raciocínio é que, se há mais de uma versão de uma história, não necessariamente a que faz mais sentido é a orginal/real.

    Outro argumento seu é dizer que os povos antigos costumavam contar as histórias mesclando-as com suas culturas. Ora, isso pode ser usado como argumento para dizer que Moisés (ou quem foi que escreveu Gênesis) pegou a história original do dilúvio e a recontou mesclando-a com sua fé em YHWH.

    Sobre o argumento de que evidências arqueológicas ensinam que o homem era originalmente politeísta, tanto a história de que o homem era no começo politeísta como monoteísta são aceitáveis. E se for provado que era monoteísta, seria apenas um indício – não prova – de que o relato de Gênesis é verdadeiro.

    E, por favor, não diga que o julgamento do deus da bíblia foi justo. Foi propósito dele ter uma humanidade pecadora. A grande corrupção da humanidade foi culpa dos anjos caídos, que fizeram aquilo com o concentimento de deus, visto que ele é onisciente. Não podemos nos esquecer (se é que há alguma maneira) que havia crianças, mulheres e idosos. E os 120 dias relatados não são citados como um tempo para arrependimento, para um tempo antes do dilúvio. Um extermínio não seria, de forma alguma, uma forma justa de julgamento.

    Obrigado. =)

  54. “Doidão”,

    Primeiramente, como faço com todo mundo, agradeço a visita e participação.

    Digo a você e todos os leitores que relutei em aprovar seus comentários. Porque eu não consegui entender muita coisa do que você escreveu. Tente estudar mais português, porque foi complicado, viu? Além disso, aprovei seu comentário porque é uma chance de esclarecer a você e aos leitores algumas coisas que você disse, alguns equívocos que você cometeu e algumas ofensas infundadas que você fez aos cristãos e pastores.

    Bom, seus argumentos (os que consegui entender) são:

    1. Pastores são “tarados safados que so pença em comer as irmans e roubar os coitados” [sic].
    2. A “crentaiada vagabunda mao informada… sao analfabetos” [sic].
    3. Darwin e George Smithy mataram Deus.
    4. Jesus era “arruaceiro, revuluçionario e perturabar a paz” [sic] (!).
    5. Você nunca viu pastor cientista.
    6. “Para ser pastor basta ser ladrao mentiroso falar bem e andar com uma biblia” [sic].

    O resto eu não entendi. Mas, como você parece ter um trauma com pastores, deixa eu te explicar uma coisa: não é porque meia dúzia (ou milhares) são ladrões, mentirosos e aproveitadores, que todos os outros são. Não faça generalizações. Antes de falar uma besteira dessas, saiba mais sobre homens como Richard Baxter, Martin Lloyd-Jones, Richard Reid Kelley, Hernandes Dias Lopes, Watchman Nee, Charles Spurgeon, Agostinho, Francisco de Assis, John Piper, John McArthur, Paul Washer, John Wesley, C.S. Lewis, J.R.R.Tolkien, G.K. Chesterton e outros. Procure sobre eles no Wikipedia, e depois tire suas conclusões. Todos eles eram ou são pensadores, honestos, pais de família, trabalhadores que se sustentam e ganhar dinheiro limpo. Depois, procure o site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que forma pastores presbiterianos, o site da Universidade Metodista, que forma pastores metodistas, o site do Seminário Teológico Batista, que forma pastores batistas, o Instituto Betel, conhecido nos meios pentecostais. Há pastores mal informados e criminosos, mas nem todos são assim. E todos eles sabem escrever também.

    Você não vê pastores cientistas porque é muito difícil conciliar as duas profissões. Geralmente, o pastor se dedica tempo integral ao seu trabalho, porque preparar sermões, aconselhar pessoas com dificuldades, visitar enfermos, fazer caridade e cuidar de outros assuntos eclesiásticos (“de igreja”), levam muito tempo.

    Leia os Evangelhos e depois fale qualquer outra coisa sobre Jesus. E leia também Flávio Josefo, “Antiguidade dos Hebreus” para ver o que ele diz sobre Jesus. Depois, reveja isso que você disse sobre Ele.

    Darwin e Smithy não mataram Deus. Suas teorias buscam explicar certas coisas, mas não se ocupam de Deus. Porém, ambos estão mortos. Deus vive eternamente esperando que você se arrependa de seus pecados, para que Ele possa te salvar da punição eterna (que existe e é melhor você e os leitores começarem a se preocupar com ela).

    Leia a Bíblia, “doidão”, para que você possa melhorar sua compreensão do mundo.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  55. se abiblia vei dos epicos de gilgamesh ou escrita por moises tanto faz tudo e lenda e conto de fadas a verdade e so uma niguem concordada com nada tem gente que enxiste falar coisas que nao tem sertsa so para a poiar suas conclusoes as piramides do egito e da epoca do diluvio mais elas estao la pra todo mundo ver essa arca de noe que diz esta no monte ararate e uma grande mentira se o homem foi na lua porque sobir la e ver esta arca ela nao esta la

  56. essa crentaiada vagabunda mao informada e esses poastores tarados safados que so pença em comer as irmans e roubar os coitados sao analfabetos e nao sabe o que fala enfiando minhaco na cabeça de troxa e coitados que vive asombrado com as pragas do apocalips eo fogo do inferno os indios do peru e muito mais velho de que a arca de noe e ja tinha barcos arca de noe e lenda agora noe e seu barca de faser frete no rio alfrates isso pode ser verdade. barca arco flexa ceramica foi encontrado em todos lugares do mundo mais a verdade eque darwim e george smithy mataroa o deus pai de jesus o susseor de tamuz e horus que foi morto pelos romanos por ser arruaceiro. revuluçionario e pertubar apaz disendo ser filho de deus e salvador da humnidade que na verdade nao salvol nen sua cabeça veja os vidios da tumba da familia de jesus la estao seus restos mortais diluvio a conteçe com frequeençia esque da itissumame que matou mais de 200 mil se fosse na epeca de noe ate noe tinha morrido nunca vi postor cientista. poque para formar para pastor basta ser ladrao mentiroso falar bem e andar com uma biblia que se torunau arma mais perigosa para faser um assalto ve se te encherga meu amigo!!!!

  57. Rejane,

    Obrigado pela visita e participação.

    Existem alguns problemas no seu comentário. Mas, para respondê-los convenientemente, é preciso que você tenha as seguintes informações em mente: eu sou cristão protestante, ou seja, considero a Bíblia como Palavra de Deus, inspirada por Ele, infalível e inerrante. Além disso, sou biólogo e professor de Biologia e Ciências. Devido à minha formação, é natural que eu pense em termos de evidências e plausibilidade para as histórias que ouço por aí, sejam bíblicas, ufológicas ou míticas. Assim, se eu acredito na Bíblia como sem erros ou falhas, se creio que Deus (Onisciente) é seu autor, então, é natural esperar que as evidências apontem para sua veracidade. E, evidentemente, se determinadas evidências aparentemente a contradisserem, é só esperar as próximas evidências. Até hoje não apareceu uma evidência sólida que refutasse convenientemente as explicações bíblicas sobre a origem da vida e do universo.

    Você está enganada quanto à admissão de que a Bíblia sofreu influências literárias e culturais. É claro que ela sofreu. Jamais escrevi ou acreditei no contrário. Não nego que Moisés tenha colhido os relatos de outros povos – ele era estudioso no Egito. O que digo é que Deus inspirou a triagem desses relatos (e isso é matéria de fé, exclusivamente) e que, se foi assim, eles devem ser mais lógicos ou mais plausíveis que os outros. O artigo que comentamos mostra justamente isso. Entenda: se existem vários textos que relatam uma história parecida, como descobrir qual é o original? No nosso caso, analisando se existe plausibilidade neles. O mais plausível, portanto, deve ser o original, do qual os outros se originaram. É, na verdade, bem simples.

    Sobre ser “ingênuo” a respeito de serpentes que falam, qual é o problema, se ela está sob controle de forças sobrenaturais que não entendemos? Veja, isso não é nem um pouco científico. Também é matéria de fé. Mas, dado um ser poderoso, como o diabo, no caso, é perfeitamente possível que isso aconteça. Como é perfeitamente possível a formação de um homem, a partir do barro ou da argila, dada a ação de um Deus todo-poderoso. Não há nenhuma limitação lógica nisso. Aliás, o relato bíblico é tão plausível, que diz que Deus retirou uma costela de Adão, e dela criou Eva. Por que a costela? Nas costelas existem células nucleadas. A partir delas, atualmente, é possível fazer clonagem. E já sabemos, por causa do DNA mitocondrial, que todos os seres humanos descendem de uma única mulher (ou fêmea) – que conhecemos como Eva mitocondrial. Então, acho muito ingênuo duvidar disso, e crer em teorias que mudam com a última descoberta.

    Se isso abala a fé de alguém? Pergunte a um estudante cristão de ensino médio, que está sendo ensinado que a Bíblia, livro no qual cresceu acreditando, é só uma coleção de parábolas, superadas pela ciência moderna. Tire as bases do Gênesis dele, e você tirará Mateus, Marcos, Lucas e João. E tirará o cristianismo dele, uma hora ou outra.

    Mais um engano seu: o essencial, de acordo com Jesus, não é viver como as primeiras comunidades cristãs. Quando perguntaram a Jesus qual era a vontade de Deus (ou, como você disse, o que O deixaria felliz), ele respondeu: “A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou.” (João 6:29) Se Ele, que é Deus, me mandou acreditar no que Ele diz, então isso agrada a Deus. Aliás, “sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” (Hebreus 11:6). E Tiago, em Tiago 1:27, diz que a religião verdadeira não é só fazer caridade, mas também manter-se longe do pecado.

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  58. Caro Daniel,

    Não entendo por que não admitir que a Bíblia foi escrita a partir de diversas influências literárias, culturais… O importante é não criar “caso” com essas questões… Sou professora e como tal usei muitas fábulas para passar o que considero essencial para as crianças. Ou vamos ser tão ingênuos e dizer que serpentes falavam, que Adão era um homem e Eva uma mulher ou seja, um casal específico? Claro que não. Isso não deve abalar a fé de ninguém… O essencial pelo menos para mim, é viver conforme as primeiras comunidades cristãs: partilhando a vida, os dons, o dinheiro, o pão, o agasalho, o teto… Tenho certeza de que isso deixa Deus feliz!
    Um abraço fraterno.

  59. Fabi,

    Obrigado pela visita e participação.

    É mesmo interessante quando uma coisa se torna real quando a gente quer que ela seja… Veja, Fabi, depois de ler o artigo, analisar os argumentos que lá estão, verificar a plausibilidade física da Arca do relato de Gênesis e a implausibilidade da Arca do relato mesopotâmico, conhecer os argumentos de Jonathan Sarfati sobre a derivação dos textos, baseados em comparações literárias e culturais em várias tradições ao redor do globo… Mesmo depois de tudo isso, você ainda defende que o relato de Gilgamesh seja o original! É incrível, Fabi!

    Você não entende o por quê da discussão de qual história ser verdadeira. Ora, Fabi, quem gosta de acreditar em uma mentira? Você diz que cada um acredita no que é melhor para sim. Mas e se o que você acredita estiver errado? Você pode acreditar que a gravidade não existe. Se eu deixar você acreditar nisso, a fim de respeitar você, e não “desmentir” sua história, então vou ser de certa forma responsável por você se jogar de um prédio e cair estatelada no chão. Pois é. As pessoas podem estar erradas, e existem verdades não relativas, Fabi.

    Eu não quero impor nada a você, Fabi. Você é que não está querendo enxergar que o relato de Gênesis é muito mais plausível. (E esse artigo nem trata das evidências geológicas do Dilúvio. E nem vou me deter nas explicações de datação dos relatos bíblicos.) E, já que você não entende o por quê de dizer qual história é a verdadeira, vou explicar. Se o relato de Gênesis estiver errado, então não faz sentido algum acreditar nessa história. E também não faz sentido algum acreditar em Jesus, que acreditava tanto no Gênesis como no Dilúvio. E também não faz sentido acreditar na Segunda Vinda de Jesus, para buscar seu povo, pois Ele disse que seria “como nos dias de Noé”. E, se Jesus, sendo Deus como afirmou ser nos Evangelhos, acreditou conscientemente em uma mentira, então nada faz sentido, pois Ele seria um idiota em fazer isso.

    Mas, como Ele não era nenhum idiota, e sabemos disso por causa das coisas que Ele disse e fez, repletas de sentido, tanto que moldaram a cultura ocidental e tantas outras depois Dele, o relato deve ser verdadeiro e mais plausível que os outros.

    Fabi, em certo momento é preciso fazer uma escolha: em quem vamos acreditar? De um lado, tenho Jesus Cristo, afirmando ser o próprio Deus, que vê o Dilúvio de Gênesis como um evento histórico e teológico real, e do outro tenho uma epopéia mesopotâmica bela, mas falha em vários quesitos relativos à Física. Fico com Jesus, Fabi. E você?

    Abraço e Deus abençoe,

    Daniel.

  60. Iteressante pensar que realmente quand queremos que algo se torne verdade ele se torna. da mesma maneira que você coloca que os liberias querem que a epopeia de gilgamesh seja a primeira, por achar assim verdade, você tenta impor que o dilúvio da biblia é o verdadeiro. estranho somente o fato de que a biblia foi escrita bem mais tarde do que a e´popéia de gilgamesh, supõe-se então que a historia de gilgamesh foi registrada primeiro, logo seu povo viveu ela antes dos povos que registraram a biblia, ou ouviram antes dos povos que registraram a bibli. não entendo porque da preocupação em dizer qual é a história verdadeira, se ambas contam a mesma história de maneiras diferentes, o que é logico, são povos diferentes e de culturas diferentes.

    acho que você deveria se preocupar menos em dar credito ou desmentir determinadas historias. cada um acredita no que acha melhor para si, e de forma alguma as pessoas dizem que o diluvio da biblia está errado, somente que é uma derivação da história de gilgamesh, o que não deixa de ser verdade, já que os povos que viviam na mesopotamia e nessa região do atual iraque , serão praticamente os mesmos que resigtraram a biblia.

  61. João,

    Obrigado pela visita e participação.

    O que você falou sobre quando queremos que um fato seja como queremos está certo, João. Isso é válido também quando queremos que a Bíblia não esteja correta. Veja você: Noé não era semita. Sequer sabemos sua origem geográfica. Sabemos porém, que um de seus filhos foi Sem, de onde onde os semitas surgiram e receberam o nome. De fato, não existe nenhum relato, sequer bíblico, que dissesse que os hebreus eram bons engenheiros navais. Realmente, não eram. O que torna o relato ainda mais intrigante.

    É interessante, João, que você não comentou sobre as tradições diluvianas dos outros povos, o que é ponto importantíssimo do artigo. Como vários povos, de regiões geográficas muitíssimo diferentes, têm lendas sobre um dílúvio global, com uma família favorecida por um deus, uma arca e animais dentro dela, é lógico assumirmos que tiveram uma origem comum. Não dizemos que a origem comum é a Bíblia por questão de fé no seu relato. Dizemos isso porque o relato bíblico é muito mais consistente com os conceitos de engenharia naval, como mostra o artigo. Há abundantes evidências geológicas de dilúvios catastróficos ao redor da terra. Estudiosos fizeram modelos da arca, e demonstraram que a navegação dentro dela seria segura para a tripulação e que a embarcação era capaz de resistir a tempestade.

    Além disso, se a Bíblia é muito posterior, o relato de Gênesis aparenta ser muito anterior. Há teorias, nas quais, não vou negar, é preciso depositar confiança, pois acabam sendo bem especulativas, de que Moisés, escritor de Gênesis por tradição, teria compilado alguns relatos muito antigos, dentre os quais, o relato sobre o Dilúvio.

    Diante de tantas evidências, João, Por que não admitir que o relato é consistente, e que, de fato, pode-se confiar na Bíblia? Por medo das consequências, talvez? Afinal, se o relato for correto, então o Dilúvio foi judicial sobre a humanidade incrédula daqueles dias, e um modelo ameaçador para a humanidade incrédula de hoje. E, se houve um Deus que puniu antes, o mesmo Deus punirá hoje, àqueles que não obedecerem ao que Ele diz.

    São consequências sérias, João. E por isso estou escrevendo assim para você. O Dilúvio mostra que Deus está sempre nos observando. Qual a atitude que devemos tomar diante Dele, eu e você?

    Um abraço, e Deus abençoe,

    Daniel.

  62. È interessante! quando se quer que um fato seja do nosso modo ele sempre será. A história não diz que os semitas(judeus) existiram primeiro que os sumérios; segundo, não registra nenhum feito de engenharia ou arquiterura deles. Até os templos eram construitos por outros povos. Como explicar a construção de uma arca. Nos sumérios não há a exigência da credulidade, tudo não passa de mito, lenda. Por que a bliblia milhares de anos posterior é que é a correta?

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